Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Futebol de areia


                                                                          Foto: Internet 

Em menos de duas décadas, o beach soccer viajou das areias de Copacabana até os corações de milhares de praticantes e torcedores no mundo todo. A participação de jogadores mundialmente famosos como o brasileiro Junior Negão, o português Madjer e o espanhol Amarelle ajudaram a levar o esporte para mais de 170 países, fazendo da modalidade um dos esportes profissionais que mais crescem no mundo.

O futebol de praia é praticado como forma de entretenimento em todo o mundo há muitas décadas e em diversos formatos diferentes. No entanto, as regras oficiais só foram consolidadas em 1992, quando um torneio foi promovido como uma espécie de teste em Los Angeles. No ano seguinte, foi realizada em Miami a primeira competição profissional de beach soccer, com as presenças de Estados Unidos, Brasil, Argentina e Itália.

Em abril de 1994, a praia de Copacabana sediou o primeiro evento televisionado da modalidade. No ano seguinte, o Rio de Janeiro recebeu a edição inaugural do Campeonato Mundial de Beach Soccer, vencido pelo Brasil. O sucesso do torneio fez com que o interesse internacional começasse a crescer.

A demanda cada vez maior deu origem, em 1996, aos eventos do Pro Beach Soccer Tour. Na primeira edição, foram realizados 60 jogos em dois anos na América do Sul, Europa, Ásia e América do Norte, atraindo nomes importantes da modalidade.

Em 2005, o futebol de areia passou a ser administrado pela FIFA. Em maio daquele ano, a primeira Copa do Mundo de Beach Soccer da FIFA foi realizada em Copacabana. Para a surpresa de todos, o Brasil foi eliminado nas semifinais e a França derrotou Portugal na decisão.

O primeiro título brasileiro da Copa do Mundo de Beach Soccer da FIFA foi no ano de 2006, derrotando o Uruguai. O Brasil repetiu o título em 2007, 2008 e 2009, derrotando nas finais respectivamente México, Itália e Suíça.

Fonte: Site da FIFA

Fica a Dica





Dicas para a prática de esportes e exercícios na praia:

Uma das principais preocupações na hora de realizar um exercício na praia é a hidratação do corpo, além de cuidados com o sol que se torna muito forte durante alguns horários do dia. O ideal é que as atividades esportivas sejam realizadas quatro vezes por semana, com uma média de 45 minutos diários, sendo que o melhor horário é sempre antes das 10h e depois das 17h, quando o sol é menos intenso.

#DICAESSAEANOSSAPRAIA

O Lúdico & A Aprendizagem!


                                         


Falaremos agora sobre o lúdico como uma ferramenta facilitadora da aprendizagem em sala de aula, quadra,
Foto: Internet 
em um ambiente educacional.


A ludicidade é assunto que tem conquistado espaço no panorama nacional, principalmente na educação infantil, por ser o brinquedo a essência da infância, e seus usos permitirem um trabalho pedagógico que possibilita a produção do conhecimento, da aprendizagem e do desenvolvimento.


O “lúdico” pode ser um instrumento indispensável na aprendizagem, no desenvolvimento e na vida das crianças. É evidente que os professores e futuros professores devem e precisam tomar consciência disso, nós (digo nós, porque sou professora) temos que ter em mente que escola não é local para “criar” atletas de elite, e sim um local para a formação de possíveis talentos e acima de tudo cidadãos de bens, não podemos esquecer que as aulas de educação física são a válvula de escape de uma rotina maçante de aulas com o bumbum pregado em uma cadeira.


O correto é que os professores atuantes em todas as disciplinas tenham conhecimento de alguns conceitos, como o “lúdico” e a “brinquedoteca”, e muitas outras questões sobre a relação do brincar com a aprendizagem e o desenvolvimento da criança. Com certeza as aulas seriam mais prazerosas e os alunos teriam maior aprendizado, mas essa parte do lúdico é jogado como responsabilidade da Educação Física, pois somos vistos como um segundo recreio, disciplina sem importância, mas temos uma importância fundamental, sabemos disso, uma delas é trazer um alívio para todo o stress sofrido durante as aulas de gramática, matemática, e renovar essas crianças para a próxima aula!

No decorrer da minha experiência como professora, constatei que o lúdico exerce um papel importante na aprendizagem das crianças, e que alguns professores acreditam ser possível reunir dentro da mesma situação o brincar e o educar. Boa parte dos professores possuem conhecimento acerca do tema, mas tem medo de trabalhar com essa ferramenta por acreditar que a turma vai se perder, não vão se respeitar, não vão aprender, que para aprender tem que se manter uma doutrina rígida, focada na repetição, oras bolas, posso aprender a tabuada escrevendo ela mil vezes ou fazendo mil coisas diferentes, entre elas, uma brincadeira!
Independentemente de época, cultura e classe social, os jogos e brinquedos fazem parte da vida da criança, pois elas vivem em um mundo de fantasia, de encantamento, de alegria, de sonhos, onde a realidade e o faz-de-conta se confundem.

Deixo aqui como observação, a necessidade tanto nas escolas públicas quanto nas privadas, ou em outro local de ensino, uma maior conscientização no sentido de desmistificar o papel do “brincar”, que não é apenas um mero passatempo, mas sim objeto de grande valia na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças.

Nas sociedades de mudanças aceleradas em que vivemos, somos sempre levados a adquirir competências novas, pois é o individuo a unidade básica de mudança. A utilização de brincadeiras e jogos no processo pedagógico faz despertar o gosto pela vida e leva as crianças a enfrentarem os desafios que lhe surgirem.


Fonte: Educação Física da Depressão

Esporte para crianças: Uma questão de saúde


No Brasil o número de crianças acima do peso vem aumentando rapidamente, segundo pesquisas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As causas apontadas são principalmente a ingestão de alimentos calóricos, a falta de exercícios físicos, sono irregular e excesso de tempo em redes sociais e vídeo games.
A prática esportiva tem grande importância na infância já que uma criança obesa pode apresentar de 68% a 77% de probabilidade de permanecer obesa durante a adolescência.
Analisando a pesquisa é possível ver o crescimento da obesidade em meninos e meninas:


Crescimento da obesidade em meninos de 5 a 9 anos




Crescimento da obesidade em meninas de 5 a 9 anos




Os índices de sedentarismo estão crescendo (atinge 28,3% dos meninos e 44% das meninas de 10 a 18 anos) e consequentemente a obesidade também. Para contornar esse problema tanto o Estado quanto os pais devem estimular a prática esportiva.
Conforme os dados coletados a prática de atividade física está perdendo espaço para o sedentarismo:

Pratica esportiva de crianças de 10 a 18 anos


Os problemas expostos nos dados do IBGE mostram a importância de investir em exercícios físicos para evitar problemas de saúde no futuro, mas na prática vemos que nem sempre isso acontece. Como vimos na matéria Descaso com o CRIA da página 9 da edição nº. 9 do LAMPIÃO, de abril de 2013 o Centro de Referência da Infância e Adolescência (CRIA) está sem condições de oferecer mais oficinas. As barreiras burocráticas criadas pela Prefeitura de Mariana impedem que as crianças tenham acesso às oficinas esportivas.
Os benefícios do esporte vão além de evitar doenças como a hipertensão, complicações cardíacas, diabetes, colesterol alto e a obesidade. Ele promove uma maior interação social, um ambiente de competição saudável, melhora a concentração das crianças durante as aulas, diminui o tempo ocioso e o grau de hiperatividade. Isso torna o esporte uma prática de grande importância para o desenvolvimento infantil e que não deve ser ignorada já que esta é uma questão de saúde pública.


Fonte: Lampião






Vamos curtir!?






Curtindo nossa Fan Page no Facebook você fica sabendo de todas as novidades do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia.


O projeto é realizado pelo Instituto de Integração e Capacitação da Família (INCAF), em parceria com a Prefeitura de Paracuru, a Rádio Mar Azul 87,9 FM, e patrocínio da Petrobrás.

É só curtir e conferir! 

Link:  https://www.facebook.com/pages/Projeto-Esporte-e-Educa%C3%A7%C3%A3o-Essa-%C3%A9-a-Nossa-Praia/293256974137004



#ESSAEANOSSAPRAIA

terça-feira, 30 de abril de 2013

1º de Maio - Dia Mundial do Trabalho





     A equipe do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia, é formada por 18 profissionais de diversos seguimentos. Entre nossos membros: 

  • Melodia Sombra Costa - Coordenadora Executiva
  • Francisca Sandra Soares - Assistente Social
  • Raimunda Divany Sales Martins - Coordenadora Pedagógica
  • Itatiana Alves Vasconcelos - Coordenadora Esportiva
  • Larissa Alexandre Braga - Auxiliar Administrativo
  • Maria Ivoneide Sombra Gonçalves - Serviços Gerais
  • Elierton Luíz Severiano M. Filho - Motorista
  • Janaína Ferreira Pires - Monitor Pedagógico
  • Antônia Barbosa Souza Acácio - Monitor Pedagógico
  • Francisca Emanuelle de Sousa Farias - Auxiliar Esportivo
  • Cristiane Viana de Sena - Auxiliar Esportivo
  • Francisco Átila Santos da Rocha - Monitor de Surf
  • Júlio César de Sousa Santos - Monitor de Vôlei
  • Samuel Júlio Pereira Sucupira - Monitor de Futebol
  • Bruno Sales Martins - Monitor de Sandboard
  • Maria Ivoneide Sombra - Serviços Gerais
  • Elierton Luis Severiano Mesquita Filho - Motorista
  • Aluízio Cavalcante Brasil Júnior - Contador 

Educação e Esporte : Poderosas ferramentas de inclusão social




                                                             
                                                                                                                                       Imagem: Internet


 
A prática do Esporte é de extrema importância para a inclusão social, mas como alguém pode ser incluído socialmente praticando esporte e sem uma educação de qualidade ?

            A simples escolha do tema educação e esporte nos possibilitariam dissertar inúmeras teses. Isto porque a educação e o esporte são temas amplos que abrangem diferentes campos do conhecimento. Infelizmente, vivemos hoje em uma sociedade praticamente vazia de valores éticos e morais, de conceitos e de tradições. Sendo assim, o grande ídolo, não é mais um escritor, professor, cientista, etc.; mas sim, um jogador de futebol, um vencedor do Big Brother, uma modelo de passarela ...

            O mundo globalizado tem levado as pessoas a uma competição cada vez mais acirrada, e em alguns casos, criando mitos, "talentos" e atletas palestrantes. Em contrapartida, também gerou sentimentos de ansiedade, descontrole, insegurança e a crescente violência urbana, em que valores socioculturais e filosóficos não se fazem presentes no universo de aprendizagem do ser humano.

          Por causa dos problemas e do ambiente em que vivem, as crianças e adolescentes que vivem em situação de carência apresentam freqüentes problemas de aprendizado e relacionamento nas escolas públicas que freqüentam. As conseqüências são a repetência e os processos de disciplina a que essas crianças são freqüentemente submetidas. Elas vivem em situação difícil, e não é incomum que acabem se relacionando com traficantes e viciados em drogas, passando até a usá-las, mais tarde. O esporte, aliado à educação, evita os jovens de serem aliciados por bandidos, proporcionando a eles um futuro diferente do de tantos outros que já se foram.

           Os estudos nas mais diferentes modalidades apontam para os benefícios da iniciação esportiva, bem como para os riscos, se afastada de uma base pedagógica.  A ONU observou que o esporte, mesmo que tenha como princípio o desenvolvimento físico e da saúde, serve também para a aquisição de valores necessários para coesão social e mundial. Esporte vai muito além das disputas dentro dos estádios e ginásios. Cada vez mais cresce a sua importância como ferramenta de inclusão social.

           As atividades físicas e desportivas têm especial importância para as crianças oferecendo assim uma ampla gama de ações destinadas a preencher construtivamente o tempo livre de crianças e jovens, contribuindo para sua formação e afastando-os das ruas. Desenvolver o cidadão através de práticas esportivas é um método que vem dando certo em todo o país. Afinal, não é de hoje que se escuta falar de crianças e adolescentes que mudam suas vidas e tornam-se verdadeiramente cidadãos de “bem”, após participar de projetos sociais.

              As experiências com projetos sociais ligados ao Esporte mostram que a atividade física, em especial no que diz respeito aos mais jovens, tem um fator motivador extremamente positivo. Os efeitos são sentidos no dia-a-dia, com crianças e adolescentes mais concentradas nas aulas, disciplinadas e, principalmente, fora das ruas.

           O esporte aliado a educação é uma poderosa arma na área da proteção social e resgate de crianças e jovens em situação de risco, pois este se manterá ocupado com atividades prazerosas e não estará ocioso nas ruas ocupando o seu tempo aprendendo o que não deve. Ao negar a alguém o acesso a uma educação de qualidade, se comete uma agressão contra a cidadania, e inegavelmente o esporte e a cultura devem ser favorecidos pois facilitam o processo educativo.

        Entendo que o esporte, como instrumento pedagógico, precisa se integrar às finalidades gerais da educação, de desenvolvimento das individualidades, de formação para a cidadania e de orientação para a prática social. A educação através da escrita, da leitura, da sala de aula, da arte, etc. tem essa capacidade de formar aquele que participa da vida política, econômica e social de sua comunidade e, conseqüentemente, de seu país. É neste ponto que entendemos o papel decisivo do esporte, juntamente com a educação, na busca por princípios e valores sociais, morais e éticos.

           O reconhecimento do esporte como canal de socialização positiva ou inclusão social, é revelado pelo crescente número de projetos esportivos destinados aos jovens das classes populares, financiados ou não por instituições governamentais e privadas. Entretanto é não se pode implementar o esporte apenas como habilidade física ou recreativa. Ele deve ser acrescido à função educacional, incluindo elementos sociais, culturais, comunitários e afetivos.

            Ao aliar Esporte e Educação de qualidade é possível permitir crianças e jovens se sintam participantes da sociedade, além de possibilitar que eles desenvolvam habilidades de concentração e coordenação motora, fundamentais para o desenvolvimento físico, psicológico e para o processo educacional.


         Cabe ao poder público investir e comprometer-se seriamente com estas áreas e ao mesmo tempo otimizar a interface existente entre esporte e educação como elementos básicos para a melhoria da qualidade de vida da sociedade como um todo.


REFERÊNCIAS :

BRASIL. Ministério de Educação e do Desporto. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Brasília,MEC, 1996.

INCLUSÃO: uma utopia do possível. Revista Nova Escola, n.123, p.14-7, 1999.



Fonte: Elo Mídia