Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Como ajudar o adolescente a lidar com a timidez

Ser o mais popular da turma não é fundamental. Mas o excesso de timidez pode causar problemas ao adolescente.



A adolescência é uma fase que chega acompanhada de uma porção de dúvidas e inseguranças. Afinal, o jovem passa por uma série de mudanças físicas e psicológicas que trazem questionamentos e autocríticas sobre sua imagem e suas ideias. Para quem já é tímido, essa fase pode acentuar o comportamento de retração social. Por isso é importante que os pais saibam como ajudar seus filhos a lidar com esse traço de personalidade.
A timidez não é uma doença, mas um padrão de conduta relacionado com o medo do julgamento dos outros: com receio de receber críticas, o tímido prefere não se expor ou se expressar. Um dos caminhos para ajudar o adolescente a lidar com isso é estabelecer um canal de diálogo com ele e mostrar quais são seus valores e as suas qualidades. Além disso, vale ensinar que receber uma avaliação negativa não deve ser encarado como o fim do mundo: é preciso saber ser elogiado e saber ser criticado.
É necessário também respeitar o comportamento do filho que é tímido. Nem todo mundo nasceu para ser popular e comunicativo e essas características não devem ser tomadas como modelos de comportamento. Porém deve-se tomar cuidado para que a timidez não cause prejuízos ao adolescente, como levá-lo ao isolamento social ou comprometer o aprendizado na escola.

Quais são os sinais da timidez?
Um dos sinais de timidez é rubor na face, ele pode estar associado ou não ao rubor das orelhas e do pescoço. Seu aparecimento é acompanhado de um sintoma que se caracteriza por sensação súbita de calor na região afetada. É comum também o tímido apresentar uma fala não fluente (gaguejar), usar baixo volume de voz, ter pouco contato visual com o interlocutor e usar pouca expressão corporal.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Por que é importante tirar férias?


Férias ajudam o aluno a recuperar o equilíbrio emocional e a refletir sobre os conteúdos das aulas.



Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)  estabelece que as escolas devem cumprir 200 dias letivos, com os intervalos das férias de julho e de verão. Mas há quem continue a se perguntar se essa pausa tem de fato sua importância, repercutindo positivamente no desempenho escolar, seja qual for a idade do aluno.

A resposta? Sim.  O descanso permite fazer reflexões que a rotina diária impede, com o distanciamento do ambiente escolar, o aluno faz outra leitura, ele apreende diferentemente os conteúdos transmitidos durante o ano letivo.

É mais ou menos assim: se a criança chega à escola já ciente de que a água ferve sob a ação do fogo, será na sala de aula que ela vai entender as razões científicas desse processo - conteúdo que irá "digerir", quando tiver tempo livre para pensar. Essa ideia de usar o tempo em proveito próprio, sem o esforço de produzir (e ter de se destacar), é vital para o equilíbrio emocional e cognitivo da criança, imagine o estresse que as crianças enfrenta, eles precisam de uma pausa mais do que todos!

Há, no entanto, o pai e a mãe interessados em aproveitar a pausa para "equipar" seus filhos de mais informação, inscrevendo a garotada em cursos especiais durante as férias. São pais preocupados em tornar os filhos capazes de sobreviver o quanto antes no mercado de trabalho competitivo.

Moral da história? Quanto maior o ócio, maior a possibilidade de a criança e/ou o jovem recuperar o fôlego e voltar "tinindo" para a escola. 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Dia de Proteção as Florestas

Na ultima terça-feira, 17 de julho, comemora-se o Dia de Proteção às Florestas. Para marcar a data, O projeto Esporte e Educação Essa é a Nossa Praia realizou uma caravana no riacho Boca do Poço, que reuniu em torno de 59 participantes pela manhã e 56 à tarde.
A caravana foi realizada em conjunto, entre crianças professores e auxiliares que tiveram uma experiência nova e diferente, caminharam na trilha, tiraram fotografias foi uma aventura segundo os participantes.


Uma seleção de brincadeiras de rua para as crianças

Resgate brincadeiras e junte as crianças do pedaço.


Confesse: às vezes é mais fácil deixar seu filho quietinho, hipnotizado em frente à TV, do que estimulá-lo a dar uma volta. Os pequenos, porém, podem descobrir grandes diversões em uma simples volta na área de lazer do prédio, na pracinha, no parque ou no jardim da casa do amigo. Dê uma bola na mão deles e veja o resultado. 

As crianças gostam e sempre gostaram de brincadeiras que envolvem movimento, corrida e bola. O que falta hoje é o estímulo por parte dos adultos.

Passar as férias sentado no sofá não tem a menor graça. E, como nesse período as guloseimas geralmente estão mais liberadas, é bom os pais lembrarem que as calorias não serão eliminadas sem algum esforço. Portanto, além dos tradicionais (e indispensáveis) passeios de bicicleta, das caminhadas até a lojinha da esquina e das idas à piscina e à praia, uma dica para movimentar os filhotes é criar, em casa, uma caça ao tesouro. Então vai aqui algumas dicas para os pequenos não ficarem parados!!!
Polícia e ladrãoMesclando esconde-esconde com pega-pega, polícia e ladrão é um ótimo jeito de tirar os filhos de casa nas férias. A brincadeira pode para ser feita com pessoas de diferentes idades e a qualquer hora. Não há quem não goste!
Caça ao tesouroOrganizar uma busca por um tesouro que valha a pena (guloseimas podem ser ótimas pedidas!) dentro de casa, ou no quintal do prédio estimula a criança a pensar e é ótimo entretenimento para as férias. Com pistas inteligentes e lógicas, a brincadeira desenvolve o raciocínio sem que pensar torne-se uma tarefa chata.
Pique bandeiraSe a turma estiver completa, vale a pena organizar um pique bandeira, jogo que não exige nada mais que delimitar o espaço de cada time e um pedaço de pano. Além de fazer a criançada se movimentar, a brincadeira cria uma disputa saudável que envolve muita correria e estratégia.
Cabra cega: Em um pátio ou um ambiente sem obstáculos, pode-se brincar de cabra-cega. Enquanto quem está vendado aprimora a audição, ou outros se espalham em volta do pegador, que por meio da voz tenta encontrá-los.

Então vamos lá se divertir?

terça-feira, 16 de julho de 2013

Um guia completo para as férias.

Dicas espertas para seus filhos aproveitarem a pausa com atividades variadas, muito descanso e sem exagerar no uso do videogame e do computador.



Férias. Para as crianças, é um dos períodos de descanso do ano. Agora é esquecer um pouco a escola e só pegar em cadernos daqui a um mês. Essa mamata toda, porém, assusta um pouco os pais. O que fazer com os pimpolhos em todo o tempo livre? A preocupação é justificada, mas a boa notícia é que existem, sim, diversas formas interessantes de entreter a garotada e, de bônus, ainda reforçar os laços familiares. Só é preciso um pouco de dedicação, isto é, nada de largar a tarefa para o playground do prédio e os fiéis companheiros eletrônicos - videogame, TV e computador.

"O segredo é não encher a criança de compromissos e, ao mesmo tempo, também não a deixar totalmente desorientada", aconselha a psicopedagoga Tânia Ramos Fortuna. O ideal, portanto, seria programar viagens, passeios culturais, visitas aos amiguinhos e afins, mas sem lotar os dias de seu filho a ponto de nunca deixá-lo sozinho e livre para escolher o que quer fazer. "As crianças não são senhoras de seu tempo e, hoje, acabam às vezes escravizadas até pelo prazer, com tantas idas a lanchonetes, cinema e festinhas. Os pais podem e devem co-responsabilizar os filhos por suas férias, perguntando a eles o que querem fazer", complementa Tânia, que é coordenadora do curso de extensão "Quem quer brincar?", da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O equilíbrio também é bem-vindo na seleção de atividades. Dias de chuva pedem brincadeiras indoor? Pois nos dias de sol não deixe de ir andar de bicicleta no parque. Vão viajar em família? Invente jogos coletivos, que podem ser muito divertidos - mas, na volta, deixe a criança um pouco isolada, para que tire proveito também da introspecção e de sua própria imaginação.

Quer dicas mais específicas? O Educar para Crescer conversou com especialistas e reuniu sugestões exclusivas para as férias de seus filhos. Aproveite! 
1) Diversão em família:  As férias são uma boa oportunidade de a criança conviver com os parentes e ter novas experiências e aprendizados

2) Diversão na vizinhança: Nada de TV, as crianças podem aprender muito mais nas férias ao explorar a vizinhança
3) Diversão com seus filhos: Sugestões de atividades e brincadeiras para aproximar você de seus filhos
4) Diversão com os livros: Como fazer com que os livros também façam parte das férias sem que a leitura se torne tarefa chata
5) Diversão à moda antiga: Esconde-esconde, corre-cotia, passa-anel... Lembra as brincadeiras da sua infância? Elas são ótimas para tirar as crianças da frente da TV!
6) 10 brinquedos eletrônicos que as crianças adoram: De laptop infantil a globo interativo, de sudoku a minimesa de música: idéias para fazer a alegria da garotada
7) 10 brinquedos que você pode fazer: Pipa, cinco marias, pé de lata... como fazer brinquedos artesanais para as crianças
8) Como aprender em Viagens: dicas para transformar uma viagem em diversão e aprendizado em família
9) 14 dicas para aproveitar uma visita ao zoológico: Descubra como você pode fazer seu filho se divertir e aprender sobre meio ambiente no zoológico
10) 10 maneiras de aproveitar um dia no parque ou na praça: Dicas espertas para quem vai passar as férias com as crianças em sua própria cidade
11) Guia para levar as crianças ao teatro: Um guia completo para você e seu filho se divertirem e aprenderem antes, durante e depois do espetáculo
13) 8 dicas para aproveitar uma ida a um centro histórico: Saiba como juntar diversão e conhecimento em um passeio pra lá de educativo em sua própria cidade
14) 7 dicas para aproveitar uma ida ao planetário: Olhar o céu - ou uma projeção dele - pode ser uma experiência ótima para ter com os filhos

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Qual a importância dos brinquedos?

Especial de férias!
Brincar é fundamental para o desenvolvimento infantil. Quando brincam, meninos e meninas exercitam e melhoram suas capacidades emocionais, intelectuais, motoras e sociais. A fantasia da brincadeira permite, por exemplo, que a criança experimente novos sentimentos, reproduza situações vividas em seu cotidiano e faça, assim, um treino para a vida adulta. Ao brincar, ela desenvolve o corpo e coloca em prática de forma despretensiosa o conteúdo escolar. Mas qual o papel do brinquedo nessa história? 

O brinquedo é um convite à brincadeira. Mais: ele é responsável por torná-la mais rica, proveitosa e prazerosa. "O brinquedo funciona como uma ponte entre aquilo que é desconhecido para o que é conhecido", explica a terapeuta ocupacional Teresa Ruas. Com pecinhas de encaixar, por exemplo, um bebê descobre que é capaz de empilhar objetos, um verdadeiro feito para quem tem só alguns meses de vida. Ao participar de um jogo, cuidar de uma boneca ou levar o carro ao postinho de gasolina, os pequenos tornam-se protagonistas daquilo que os espera na vida madura. Ou seja, como afirmam os autores de Brinca comigo! - Tudo sobre Brincar e os Brinquedos (Editora Marco Zero), "brinquedo é muito mais do que um entretenimento. É, antes, oportunidade de desenvolvimento". 

Existe o brinquedo certo para cada faixa etária?


É claro que uma criança de 3 anos pode se encantar por um chocalho de recém-
nascido ou, ao contrário, que um recém-nascido é capaz de ficar excitadíssimo ao ver as luzes ou o som de um carrinho motorizado feito para meninos com mais de 5 anos. No entanto, existem alguns brinquedos fundamentais para cada fase do desenvolvimento infantil. Quando expostas a tais objetos, meninos e meninas podem descobrir e aprimorar habilidades motoras, sensoriais e emocionais. 
- Enquanto são bebês (dos zero aos 23 meses), o desenvolvimento ocorre de forma muito acelerada. Cada mês é uma descoberta. Logo no início, brinquedos que estimulam a audição e a visão, como móbiles e chocalhos, são os mais indicados. Em seguida, entram em cena peças para encaixe, que estimulam a coordenação motora por tentativa e erro, e os bonecos;
- Dos 2 aos 6 anos, as crianças vivem a chamada primeira infância, onde tudo amadurece. Entram nessa fase com uma coordenação motora que permite um andar meio atrapalhado e saem andando de bicicleta sem rodinhas, escrevendo. Começam num faz de conta simples e saem criando altas histórias. Jogos simples que envolva interação com o outro, jogos que permitam explorar o corpo, bonecos, miniaturas do mundo adulto e ainda os blocos de encaixar são fundamentais;
- A partir dos 7 anos, a escola ocupa um importante espaço na vida dos meninos e meninas. Kits científicos que transmitam conceitos escolares de forma lúdica fazem sucesso. Além disso, suas capacidades cognitivas já estão prontas para jogos que exijam raciocínio e estratégia.

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Colônias de férias para a garotada


O Programa Esporte e Cidadania, com apoio da Petrobrás, que está com programação especial de férias neste mês de Julho. No dia 10/07 aconteceu uma roda de leitura com todas as modalidades, as turmas ficaram juntas e houve avaliação de atividades e posteriormente aconteceram as atividades práticas de vôlei, futebol, sand e surf.

O Programa leva a cultura e a educação, além de ajudar a trabalhar a coordenação motora, criatividade e a interatividade.
Não fique de fora dessa! Podem participar as crianças e adolescentes que estudam em escolas públicas de Paracuru. Todas as atividades serão realizadas na sede do Projeto, que fica localizado na Avenida João Lopes Meireles 315 – Centro – ao lado da CAGECE.              

 Podem participar crianças e adolescentes que estudam em escolas públicas de Paracuru.

As atividades são realizadas de segunda a sexta-feira, das 08h às 10h30 e à tarde, de 14h30 às 17h.

Mais informações podem ser adquiridas pelo telefone: 3485-2906