Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

quarta-feira, 29 de maio de 2013

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS

Foto: Alunos do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia

1. INTRODUÇÃO
O mundo está chegando num ponto cada vez mais critico o aumento do consumo e exploração incontrolável de produtos e recursos naturais do planeta só agravam a vida na terra, deixando em dúvida o futuro.
Para reverter essas situações, precisamos pensar na educação ambiental, frisando a sustentabilidade ambiental, envolvendo todos os setores a sociedade: econômica, política, saúde, etc.
E se for exercida a educação ambiental frisando sustentabilidade Ambiental, proporcionando qualidade de vida, atendendo as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de gerações futuras.
Para resolver esse problema, toda sociedade precisa educar suas ações, estabelecer limites de consumo, e isso envolve não só os consumidores, mas também as empresas que devem desenvolver produtos ecologicamente corretas e com materiais que não agridem o meio ambiente.
Enfim, as mudanças aconteceram conseqüentemente depois que a sociedade (consumidora) terá que se adequar às novas necessidades. Pois a necessidades de agora garantirão o futuro do planeta para o presente e futuras gerações.
Portanto, à hora de realizar uma estratégica de desenvolvimento adotado é agora, novas habilidades e capacidade de domínio deve ser renovada sobre a natureza.
Assim, o objetivo principal deste artigo é implantar um sistema de educação ambiental baseado em dinâmicas lúdicas e bate papos onde “eles” poderão espor suas duvidas e idéias. Oferecendo meios aos jovens de vivenciarem experiências de aprendizagem fora das salas de aula. Através de visitas à empresas e projetos comunitários. Com a perspectiva de que haja mudança de valores, assim como preconiza os fundamentos da Educação Ambiental, para que os alunos tenham a oportunidade de contribuir com a sociedade ao mesmo tempo em que adquirem este conhecimento útil e habilidade técnicas.
Atrelados ao objetivo principal deste artigo estão: a programação de eventos de conscientização para as comunidades; demonstrar como fazer uso dos recursos naturais sem gerar impacto ao ambiente; estimular a formação de grupos de conscientização para trabalhar a questão do impacto gerado pelos resíduos domiciliares a partir dos “3 R’s”; planejar atividades de educação ambiental a partir recursos renováveis; estimular a formação de grupos de discussão para o debate dos problemas ambientais locais; formar multiplicadores ambientais, sejam eles professores, alunos ou membros da comunidade.
Isso é possível porque o papel da educação ambiental é fundamental para efetivar mudanças e atitudes, comportamentos e procedimentos para jovens, crianças e comunidades.
De acordo com Sato (2004) o aprendizado ambiental é um componente vital, pois oferece motivos que levam os alunos se reconhecerem como parte integrante do meio em que vivem e faz pensar nas alternativas para soluções dos problemas ambientais e ajudar a manter os recursos para as futuras gerações.
A idéia de trabalhar o tema promovendo uma reflexão sobre papel de cada um da sociedade, deixando claro que as pessoas não são seres isolados, mas que dependem uns dos outros para viver. Com esse pensamento, também estudados os tipos de danos causados ao meio ambiente e as possíveis soluções para os problemas.
2. REFERENCIAL TEÓRICO.
A Educação Ambiental, segundo a lei n° 9.795, de 27 de abril de 1999, é um componente essencial e permanente da educação Nacional, devendo estar presente em todos os níveis e modalidades do processo educativo formal e não-formal.
Por seu caráter humanista, holístico, interdisciplinar e participativo a Educação Ambiental pode contribuir muito para renovar o processo educativo, trazendo a permanente avaliação crítica, a adequação dos conteúdos à realidade local e o envolvimento dos educando em ações concretas de transformação desta realidade.
Metodologia dos 3 r’s: CITAÇÕES
  • Reduzir: consiste em tentarmos reduzir a quantidade que produzimos de lixo, como por exemplo, comprar produtos mais duráveis e evitar trocá-los por qualquer novidade no mercado.
  • Reutilizar: Procurar embalagens, por exemplo, que possam ser usadas mais de uma vez – como garrafas retornáveis de vidro. Ou quem sabe, criar novas utilidades para as que você não precisa mais.
  • Reciclar: o mais conhecido dos 3 R’s; consiste em transformar um produto-resíduo em outro, visando diminuir o consumo de matéria-prima extraída da natureza. (Futuro Professor-2010)
A Educação Ambiental (EA) é um tema cada vez mais tratado nas escolas brasileiras. Em algumas delas, há até certa carga horária destinada à conscientização ambiental dos alunos.Um dos enfoques desse tipo de educação deveria se pautar na Política ou Pedagogia dos 3 R’s (reduzir, reutilizar e reciclar), porém, nem sempre esses três assuntos são tratados de maneira igualitária.              Na enciclopédia: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômico, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”. Podemos dizer que na pratica esse conceito representa promover a exploração de áreas ou de uso de recursos planetário (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e todas as biosferas que dele dependem para existir.
Algumas Estratégias de Ensino para a Prática da Educação Ambiental
Um programa de educação ambiental para ser efetivo deve promover simultaneamente, o desenvolvimento de conhecimento, de atitudes e de habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental. Utiliza-se como laboratório, o metabolismo urbano e seus recursos naturais e físicos, iniciando pela escola, expandindo-se pela circunvizinhança e sucessivamente até a cidade, a região, o país, o continente e o planeta. A aprendizagem será mais efetiva se a atividade estiver adaptada às situações da vida real da cidade, ou do meio em que vivem aluno e professor.
Estratégia
Ocasião para Uso
Vantagens / Desvantagens
Discussão em classe (grande grupo)
Permite que os estudantes exponham suas opiniões oralmente a respeito de determinado problema.
Ajuda o estudante a compreender as questões, Desenvolve autoconfiança e expressão oral, Podem ocorrer  dificuldades  nos  alunos de  discussão.
Discussão em grupo (pequenos grupos com supervisor-professor).
Quando assuntos tratados polêmicos são tratados.
Estímulo ao desenvolvimento  de  relações positivas entre  alunos e professores.
Mutirão de idéias (atividades que envolvam pequenos grupos, 5 – 10 estudantes para apresentar soluções possíveis para um dado problema, todas as sugestões são  apontadas.  Tempo limite de 10  a 15 min.).
Deve ser usado como recurso para encorajar e estimular idéias voltadas à solução de certo problema.  O tempo deve ser utilizado para produzir as idéias e não para  avaliá-las.
Estímulo à criatividade, liberdade. Dificuldade em evitar avaliações ou julgamentos prematuros e em obter idéias originais.
Debate: requer a particpação de  dois  grupos para apresentar idéias e  argumentos de pontos de vista  opostos.
Quando assuntos controvertidos  estão sendo discutidos e existam  propostas diferentes de soluções.
Permite o  desenvolvimento  das  habilidades de falar em  público e ordenar a    apresentação de fatos  e  idéias. Requer muito tempo de  reparação
Questionário: desenvolvimento de  um  conjunto de questões ordenadas  a ser  submetido a um determinado  público.
Usado para obter informações e/ou  amostragem de opinião das  pessoas  em relação à dada  questão.
Aplicado de forma  adequada, produz  excelentes resultados.Demanda muito tempo  e  experiência para  produzir  um  conjunto  ordenado de  questões  que cubram as  afirmações requeridas.
Reflexão: o oposto de mutirão de idéias. É fixado um tempo aos  estudantes para que sentem em  algum  lugar e pensem acerca de um  problema  específico.
Usado para encorajar o desenvolvimento de idéias em resposta a um problema. Tempo recomendado de 10 a 15 min.
Envolvimento de todos. Não pode ser avaliado diretamente.
Imitação: estimulam os estudantes a própria visão dos jornais, dos programas de rádio e Tv.
Os estudantes podem obter informações de sua escolha e leva-las para outros grupos. Dependendo das circunstâncias e do assunto a ser abordado, podem ser distribuídos na escola, aos pais e à comunidade.
Forma efetiva de aprendizagem e ação social.
Projeto: os alunos, supervisionados, planejam, executam, avaliam e redirecionam um projeto sobre um tema específico.
Realização de tarefas com objetivos a serem alcançados em longo prazo, com envolvimento da comunidade.
As pessoas recebem e executam o próprio trabalho, assim como podem diagnosticar falhas nos mesmos.
Exploração do ambiente local: prevê  a utilização/exploração dos  recursos  locais próximo para  estudos,  observações, caminhadas  etc.
Compreensão do metabolismo  local,  ou seja, complexa dos  processos  ambientais a sua volta.
Agradabilidade na execução, Grande participação de pessoas envolvidas.,Vivência de situações  concretas.,Requer planejamento  minucioso.
Noções Básicas em Educação Ambiental
Sistemas de vida
A educação ambiental enfatiza as regularidades, e busca manter o respeito pelos diferentes ecossistemas e culturas humanas da Terra. O dever de reconhecer as similaridades globais, enquanto se interagem efetivamente com as especificidades locais, é resumido no seguinte lema: Pensar globalmente, agir localmente.
Há três níveis ou sistemas distintos de existência:
Físico: planeta físico, atmosfera, hidrosfera (águas) e litosfera (rochas e solos), que seguem as leis da física e da química;
Biológico: a biosfera com todas as espécies da vida, que obedecem as leis da física, química, biologia e ecologia;
Social: o mundo das máquinas e construções criadas pelo homem, governos e economias, artes, religiões e culturas, que seguem leis da física, da química, da biologia, da ecologia e também leis criadas pelo homem.
Ciclos
O material necessário para a vida (água, oxigênio, carbono, nitrogênio, etc.) passa através de ciclos biogeoquímicos que mantêm a sua pureza e a sua disponibilidade para os seres vivos. O ser humano está apenas começando a planejar uma economia industrial complexa, moderna e de alta produtividade que assegura a necessidade de reciclagem no planeta. Nos ecossistemas, os organismos e o ambiente interagem promovendo trocas de materiais e energia através das cadeias alimentares e ciclos biogeoquímicos.
3. MATERIAIS E MÉTODOS
O trabalho foi desenvolvido em uma escola na cidade de Limeira/SP, o desenvolvimento das atividades foi em horário paralelo a aulas incluindo meu trabalho para as crianças participantes da escola da família.
Um dos materiais utilizados na escola a abordagem do tema “Cidadão conscientes”, o tema foi conscientizar as crianças ali presente, os jovens e pais.
Que envolveu leitura de textos sobre o respeito com natureza, apresentação de filmes sobre o aquecimento global, elaboração de peças teatral, plantio de arvores, confecções de cartazes sobre o tema.
A atividade do projeto trouxe efeitos muito positivos para os cidadãos, trazendo a conscientização dentro de casa com as mudanças comportamentais que são visíveis por todos os lados.
A abordagem da Autora Michele Sato, mostrou o desenvolvimento da consciência ambiental em nível temático como atividades artísticas, experiências praticas, atividades fora de sala de aula, produção de materiais locais, projetos ou qualquer outra atividades que conduza os cidadãos a serem reconhecidos como agentes ambientalistas.
Podemos dar as pessoas com a educação ambiental, meios e métodos para todos criarem um plano de ação em prol do planeta, com o conhecimento adquirido e praticas responsável, podemos criar a partir deste trabalho, novas pessoas engajadas nas questões de preservação em vários métodos de gestão ambiental.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
O presente trabalho demonstrou a necessidade real da educação ambiental não somente para as crianças, mas para a população em geral.
O contexto abordado representou para as crianças e jovens, o entendimento das questões ambientais, mas também como controvérsia a dificuldade de implantar esses “conhecimentos” adquiridos na vida”real”, sendo que a pratica de educação ambiental visou não somente o planeta em seu todo, mas métodos simples de economia de recursos naturais em casa.
Os participantes como já foi frisado, demonstraram um grande estimulo no plantio das arvores, no desenvolvimento de ações e praticas lúdica, mas também informaram a grande dificuldade em implantar esses conhecimentos em suas vidas, seja no trabalho ou na própria residência.
Resumidamente o resultado atingiu uma media esperada de entendimento dos alunos, e o comprometimento de buscarem sempre alternativas para a sustentabilidade ambiental do planeta.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O projeto na escola foi um conjunto de expectativas futuras de grande sucesso, presente nos cotidianos cidadãos de todas as idades.
A prática da Educação Ambiental requer caminho bastante complexo, pois é preciso parar agora com a degradação do nosso planeta, assumindo que a função não é impor a ideologia da classe dominante nem negar seu papel na transformação social, mas sim seu papel na sociedade de morador do planeta.
A prática de educação ambiental mostra o caminho para o alcance da sustentabilidade de um povo.
Trabalhando o ideal ambiental nas crianças formará uma nova “remessa” de adultos prontos para restabelecer o equilíbrio do planeta.
6. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO
BERNA, V. (2001). Como fazer a educação ambiental. São Paulo. Annablume.
BIZERRIL, M. (2001). O cerrado e a escola: analise da educação ambiental no ensino fundamental do Distrito Federal Brasília.Tese de Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Ecologia, UnB, 154p.
BURSZTYN, M. (Org.) (1993). Para pensar o desenvolvimento sustentável. São Paulo.
COLL, C.PALACIOS, J. e MARCHESI, A(1995) Desenvolvimento psicológico e educação.Porto Alegre. Artes Medicas.
DEMO, P. (1994). Política Social, educação e cidadania. Campinas. Papirus.
PHILIPPI, A.J.M e PELICIONI, C.F (2000) Educação Ambiental. Desenvolvimento de Cursos e Projetos. São Paulo.SIGNUS.
SATO, M. (2004). Educação Ambiental. São Carlos. Rima.
Autora:
Gisele Fernanda Soares – Faculdade de Administração e Artes de Limeira
Jerusha Mattos – Docente Faculdade de Administração e Artes de Limeira
Fonte:  Pedagogia ao Pé da Letra 

ALFABETIZAÇÃO - Aprendendo a ler - Algumas atividades podem ajudar as crianças e os jovens no processo de alfabetização


Algumas atividades, desenvolvidas em sala de aula, são fundamentais no processo de alfabetização das crianças - principalmente nos filhos de analfabetos. Leitura em rodas, caça-palavras, escrever textos memorizados e até ditados. Pela simplicidade das atividades, é possível até que os pais alfabetizados tentem desenvolvê-las em casa.


Dicas: 

  • Leitura em rodas;
    Imagem: Internet



  • Ler para aprender a ler;



  • Escrever para aprender;



  • Ditado para escriba.





Fonte: Educar para Crescer

ALFABETIZAÇÃO - 9 respostas sobre alfabetização

Imagem: Internet 

Por onde começar? Quando meus alunos precisam estar alfabetizados? Pode-se alfabetizar na Educação Infantil? Tire estas e outras dúvidas sobre alfabetização

Inserir todas as crianças de seis anos em um ambiente alfabetizador foi um dos principais objetivos da aprovação do Ensino Fundamental de 9 anos, em fevereiro de 2006. A medida beneficiou crianças que não tinham acesso à Educação Infantil, ficando, muitas vezes, completamente distantes da cultura escrita - o que poderia representar um obstáculo para a sua experiência futura de alfabetização. 

Apesar de a medida ser um passo importante, Telma Weisz, criadora do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), do Ministério da Educação, acredita que ainda há muito a aprimorar na questão da alfabetização, sobretudo porque a tarefa não é apenas dos professores das séries iniciais. "Estamos sempre nos alfabetizando, a cada novo tipo de texto com o qual entramos em contato durante a vida", afirma. 

Por essa razão, tratar leitura e escrita como conteúdo central em todos os estágios é a maior garantia de sucesso que as escolas podem ter para inserir os estudantes na sociedade. É o que fazem muitas professoras de 1ª a 4ª série de Catas Altas (MG), capacitadas pelo Programa Escola que Vale. Mesmo recebendo crianças que não nunca tiveram contato com o chamado mundo letrado antes da 1ª série, os educadores conseguem alfabetizar ao final de um ano. 

"Um fator determinante para a alfabetização é a crença do professor de que o aluno pode aprender, independentemente de sua condição social", diz Antônio Augusto Gomes Batista, diretor do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Universidade Federal de Minas Gerais. Esse olhar do docente abre as portas do mundo da escrita para os que vêm de ambientes que não ofereceram essa bagagem. 

No município de São José dos Campos (SP), professores de Educação Infantil tentam evitar essa defasagem, lendo diariamente para os pequenos. Assim, por meio de brincadeiras, criam situações das quais a língua escrita faz parte. Já em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, duas especialistas de Língua Portuguesa e Ciências tiveram de correr atrás do prejuízo com turmas de 5ª série que ainda apresentavam problemas de escrita. Para isso, aliaram muita leitura a um trabalho sobre prevenção à aids, que fazia sentido para eles e tinha uma função social. 

Com base nessas experiências, relatadas a seguir, e na opinião de especialistas, respondemos a nove questões sobre alfabetização, mostrando ser possível formar leitores e escritores competentes em qualquer estágio do desenvolvimento. 



Fonte: Educar para Crescer

Atividades Educativas

O que é: Como o próprio nome diz, o site Atividades Educativas reúne diversas atividades educativas para crianças e adolescentes. Aproxima-se de uma enciclopédia interativa, abordando assuntos para diferentes idades, inclusive temas relacionados à educação especial.
Imagem: Internet


Para quem: O site é recomendado para todas as idades. Crianças a partir dos 9 anos podem navegar de forma autônoma e explorar bem seus recursos. Crianças menores devem ter o apoio de um adulto para ajudá-las a navegar pelo ambiente.

Não perca: A lista de jogos mais populares do site. Há atividades para todas as faixas etárias.

Palavra da especialista: "É um site que mescla diferentes informações, conhecimentos e atividades que podem prender a atenção de crianças e jovens por um bom tempo, estimulando a aquisição de novos conhecimentos", avalia Luciana Allan, do Instituto Crescer para a Cidadania.



Fonte: Educar para crescer

terça-feira, 28 de maio de 2013

Alimentos industrializados podem interferir na saúde mental da criança

Imagem: Internet
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio caracterizado por falta de atenção e impulsividade. A criança com este transtorno tem dificuldade em atender aos pedidos e ordens dos pais, podem apresentar atividade motora excessiva- não para quieto-, não prestam atenção a detalhes ou podem cometer erros por falta de cuidados nos trabalhos escolares.

O comportamento hiperativo surge normalmente na fase pré-escolar, em decorrência de outra doença ou a ingestão de certas substâncias, principalmente, os corantes e conservantes alimentares.

Pesquisa britânica recente indica uma ligação entre o consumo de determinados aditivos alimentares como corantes ou conservantes artificiais e o surgimento da hiperatividade.

Entre os corantes considerados responsáveis por alterações no comportamento humano destacam-se: tartrazina, amaranto, vermelho ponceau, eritrosina, caramelo amoniacal. Estes corantes estão presentes em produtos como iogurtes, balas, salgadinhos, confeitos e refrigerantes. Já os conservantes, utilizados para aumentar o tempo de prateleira dos alimentos, derivados do ácido benzóico e o ácido sulfídrico e sulfito podem induzir à hiperatividade.

Como os estudos ainda apontam resultados controversos procure o seu nutricionista para elaborar um plano alimentar adequado ao seu filho e sempre olhe os rótulos dos alimentos

Dica: As crianças estão com seu sistema imunológico em desenvolvimento e não tem maturidade suficiente para fazer escolhas alimentares, portanto, pais, vocês são os responsáveis pela saúde de seus filhos, então retardem ao máximo a oferta de alimentos industrializados a eles.


Fonte: Portal o Dia

Como Manter a Saúde Bucal de Seus Filhos em Cada Estágio: Dicas e Orientações da Dra. Salzer

Dicas e Recursos da dentista Dra. Jennifer Salzer

Muito prazer. Sou a Dra. Jennifer Salzer, da Faculdade de Odontologia da Universidade de Nova York, e com consultório particular em Manhattan. As férias estão chegando e sabemos muito bem o que vem com
Imagem: Internet
elas – muito sorriso em toda parte, mas também muita bala, sorvete... enfim, muito doce. A cárie é a doença crônica infantil mais comum e por isso é muito importante ensinar às crianças desde cedo a manter uma boa saúde bucal, principalmente durante as férias e datas associadas ao consumo de doces, como é o caso do dia das Bruxas e da Páscoa. As crianças passam por diferentes fases durante a infância, cada qual com necessidades específicas no que se refere à saúde bucal, e os pais devem incentivar os bons hábitos desde que os filhos são pequenos. Vou dar a seguir orientações e dicas para conservar o bom estado de saúde bucal em todos os estágios do desenvolvimento da criança.


Dicas para higiene bucal - 1º Estágio (4 a 24 meses)

• Para evitar a formação de placa, que é uma massinha branca cheia de bactérias que se deposita nos dentes e provoca cárie, os pais devem começar a limpar regularmente a gengiva do bebê recém-nascido com um paninho úmido depois de todas as mamadas (no peito ou na mamadeira).

• Quando aparece o primeiro dentinho, os pais devem escová-lo durante dois minutos duas vezes ao dia com uma escova de dentes infantil de cerdas bem macias e cabeça emborrachada, e com uma quantidade mínima de pasta de dente sem flúor. 

o A escova Oral-B 1º Estágio possui cerdas próprias para bebê e cabeça larga, para massagear a gengiva de forma bem suave. 

• Os pais devem perguntar ao pediatra quando devem levar o filho ao dentista, mas a regra geral é: “Primeira consulta no primeiro aniversário.” Depois, a cada seis meses, para acompanhamento do desenvolvimento dos dentes.

Dicas para higiene bucal - 2º Estágio (2 a 4 anos)

A partir dos dois anos a criança deve usar pasta de dente com flúor para evitar as cáries durante o desenvolvimento dos dentes.

A pasta Oral-B Estágios protege contra as cáries de modo eficaz com sua fórmula em gel suave e com diversos sabores que agradam as crianças.

Supervisione a escovação da criança até ela aprender a escovar corretamente. O recomendado é gastar dois minutos escovando os dentes, prestando bastante atenção naqueles que são os principais responsáveis pela mastigação e nos dentes de trás, que é onde as cáries começam a se formar. Sei que a limpeza dos dentes aborrece as crianças, então deixo aqui algumas idéias para tornar a tarefa um pouco mais divertida:

Use escova do tipo da Oral-B 2º Estágio, que é própria para a criança pequena que está aprendendo a escovar e cujos dentinhos estão ainda em crescimento. Seu desenho permite alcançar efetivamente todos os dentes, com sua cabeça estreita e cerdas de padrão simples e um grupo de cerdas mais compridas na extremidade (“Power Tip”).

Escove seus dentes ao mesmo tempo, para dar o exemplo. Assim seu filho vai aprender observando e imitando o que você faz.

Cante ou coloque para tocar uma musiquinha que ele goste durante os dois minutos de duração da escovação, ou então recite versinhos para distraí-lo.
Quando a criança já tem dois anos, os pais precisam começar a pensar muito no impacto dos hábitos de alimentação/nutrição não só sobre a saúde bucal e como sobre sua saúde de modo geral. Para criar bons hábitos, é preciso restringir o consumo de bebidas doces, incentivar o abandono da mamadeira e do copinho com bico e oferecer sempre à criança comida saudável, tanto nas refeições principais quanto nas intermediárias.

Dicas para higiene bucal - 3º Estágio (5 a 7 anos)

• A partir dos 5 anos começam a nascer os dentes molares permanentes da criança e é importante o uso da escova e pasta de dente com flúor. 
o A escova Oral-B 3º Estágio é própria para escovar esses molares permanentes e para as áreas mais sensíveis dos dentes de leite que caíram. Suas cerdas têm formato côncavo que envolve cada dente, com um grupo de cerdas mais compridas na extremidade (“Power Tip”) que alcança facilmente as laterais e a parte de trás dos dentes do fundo.
o A partir dos 5 anos começam a nascer os dentes molares permanentes da criança e é importante o uso da escova e pasta de dente com flúor. 
o A escova Oral-B 3º Estágio é própria para escovar esses molares permanentes e para as áreas mais sensíveis de dentes de leite que caíram. Suas cerdas têm formato côncavo que envolve cada dente, com um grupo de cerdas mais compridas na extremidade (“Power Tip”) que alcança facilmente as laterais e a parte de trás dos dentes do fundo.

Dicas para higiene bucal - 4º Estágio (acima de 8 anos)

• Crianças a partir dos oito anos de idade usam pasta de dente com flúor e escova projetada para uma mistura complexa de tamanhos de dentes – permanentes e de leite. 
• A escova Oral-B 4º Estágio alia cerdas cruzadas, para limpeza, cerdas massageadoras para os espaços sem dente e extremidade com cerdas mais alongadas (Power Tip) para alcançar e limpar os dentes de trás.



Fonte: Oral-B

10 Dicas para melhorar a alimentação da garotada

No Brasil, 6,6% das crianças de 0 a 5 anos sofrem de obesidade. Calcula-se que aproximadamente de 20% a 25% das crianças brasileiras apresentem excesso de peso na faixa etária entre 7 e 14 anos. Segundo o Ministério da Saúde, já são 6 milhões de adolescentes obesos.
Imagem: Internet


Os principais fatores associados à obesidade infantil são: o sedentarismo e o maior consumo de alimentos ricos em carboidratos refinados e gorduras, provocados pela onda de fast foods no mercado. 

As necessidades nutricionais das crianças são altas e o tipo de alimentação adotado nesta fase é muito importante para a saúde durante a vida. Estudos mostram que doenças da vida adulta como obesidade, câncer, osteoporose, doenças do coração e diabetes normalmente resultam de escolhas alimentares erradas na infância.

10 Dicas para melhorar a alimentação da garotada

1. Eduque o paladar da criança, oferecendo alimentos naturais, como frutas ou sucos, de preferência orgânicos. Nunca adoce os sucos de frutas, pois seu sabor verdadeiro é, sem dúvida, mais saudável.

2. Horários e rotina para a alimentação são fundamentais. A criança deve se alimentar em lugar calmo. Comer rápido e em frente à televisão contribui para que ela coma mais que o necessário e sem saborear os alimentos. 

3. Pais devem ser exemplos. Não adianta os pais estarem com o prato cheio de "porcarias" e insistir para que a criança coma salada.

4. Ofereça guloseimas exporadicamente. Apesar de ser a preferencia da garotada esses alimentos tem poucos nutrientes e muitas calorias, o que leva ao aumento de peso.

5. Evite alimentos muito açucarados e coloridos artificialmente. O consumo desses alimentos é prejudicial a saúde e desenvolvimento fisico e cognitivo da criança. Estudos relacionam o hábito alimentar ao deficit de atenção e hiperatividade infantil.

6. Inclua na alimentação peixes como salmão, atum e sardinha ou os óleos de peixe, semente de linhaça e oleaginosas como nozes, amêndoas e castanhas, importantes fontes de ômegas 3. O omega 3 é importante para o desenvolvimento do cérebro e para resistência imunológica. 

7. Pré adolescentes e adolescentes precisam de mais vitamina C e ferro do que os adultos. Inclua no cardápio frutas como laranja, limão, goiaba, caju e morango e as folhas verdes escuras.

8. Durante as refeições a ingestão de bebidas deve ser controlada, pois a criança troca facilmente a refeição por sucos ou refrigerantes. 

9. Permita que a criança participe das compras e preparo dos alimentos. Varie o cardápio, utilize a criatividade para elaborar pratos atrativos e sempre coloridos.

10. Prefira mandar a merenda do colégio de casa, assim podemos oferecer alimentos mais saudáveis que os disponiveis nas cantinas. Opte por biscoitos integrais, frutas frescas ou secas ou barras de cereais. Sanduiche de pão integral com pasta de soja ou queijo também podem fazer parte do lanche.

A atividade física é muito importante para o desenvolvimento da criança, além de colaborar para o controle de peso. A prática de esportes como jogar futebol, andar de bicicleta devem ser incentivadas. 

Lembre-se que criança "gordinha" não é criança saudável. A obesidade infantil traz problemas psicológicos e físicos, que podem perdurar até a vida adulta!



Fonte: Mundo Verde