Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Tipos de Esporte Infantil Para o Seu Filho

Tipos de Esporte para Criança

Os esportes são algo muito importante e vimos que esse tipo de atividade tem aumentado em grandes números ente crianças, porém especialistas mostram que os esportes realizados por uma faixa etária infantil ,devem ser feito de forma equilibrada.
As atividades esportivas quando realizado por crianças de forma adequada, surte muitos benefícios já que colabora com o desenvolvimento e habilidades na infância, para um futuro adolescente e adulto bem sucedido. Porém também nenhuma criança deve se sentir pressionado a fazer esportes físicos, tornando-se assim um atleta, muito pelo contrario isso deve ser uma forma prazerosa e um momento alegre para criança.
Pois, qual os tipos de esportes a escolher para os seus filhos?
Como escolher
A partir dos 4 anos a criança começa correr, nessa idade também até os seis anos, os filhos podem aprender a pedalar, ou até mesmo algum tipo de esporte diferente como por exemplo, as meninas balé.
Já passando essa idade os pais podem optar por colocarem os filhos pra fazer natação, o importante é que os pais envolvam seus filhos desde pequenos com outros grupos, isso será muito bom para seu desenvolvimento como um futuro adulto.
Tendo já uma idade um pouco mais apropriada, se o filho já tiver demonstrado algum interesse, os pais podem matriculá-lo nas famosas escolinhas de futebol, tem crianças que já crescem amando futebol. O futebol para as crianças é um esporte muito bom, pois se trata de um jogo em equipe, nessa mesma modalidade tem o basquete, mais esse esporte é mais para adolescentes.
Os pais também devem procurar ajuda no caso até mesmo dos pediatras dos filhos para a ajuda nesse sentido, podem perguntar qual melhor esporte pata seu filho de acordo até mesmo com o tamanho e peso do mesmo. O mais importante ainda é fazer exames antes de se iniciar qualquer atividade física. Muitas escolas não aceitam alunos antes da avaliação do médico, isso é importante para não colocar em risco a saúde dos filhos.
Dicas
Visto que estamos falando em esportes é importante lembrar que os pais devem interagir ao máximo a criança com outras crianças, a tendência hoje de ficar somente na frente do computador ou vídeo game cria na criança muita solidão mais pra frente, fora que cria muitas dificuldades em se relacionar com outros e como conseqüência isso gera muitos problemas futuros.
Uma dica muito importante é desde sempre envolva seu filho em esportes, quando bebê faça ele ou ela já gostar de bola, dança, joguinhos legais como, por exemplo, jogos de memória e coisas do tipo, isso vai ajudá-lo a se desenvolver.
À medida que forem crescendo envolva-os em esportes, lembrando novamente que é importante seguir a orientação do pediatra, mas alguns esportes são: Futebol, natação, dança também é uma boa dica. Outra dica importante é que como a criança tem aquela necessidade de curiosidade, pode colocá-la em mais de um esporte, assim ela terá um desenvolvimento melhor e mais rápido e poderá ter opções de escolha.
Andar de bicicleta, jogar bola, dançar, correr até mesmo pular, pode ser ótimo para criança não só em sentido físico, por isso, após recomendação coloque o mais rápido seu filho em um esporte.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Atividade de Férias Projeto Esporte e Educação Essa é a Nossa Praia

Um dia de lazer






O projeto Esporte e Educação Essa é a nossa praia realizou atividades no Hotel do Capitão em Paracuru nos dias 24 e 25/07/2013.
Foi uma alegria só para os pequeninos que aproveitaram bastante!!



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Atitudes dos professores que estimulam os alunos

Afeto, segurança e bom humor podem levar o aluno a se interessar mais pela escola.


Aprender conteúdos de português, matemática, ciências, entre outras disciplinas, não é mais o único intuito de as crianças frequentarem a escola nos dias de hoje. Pais e educadores concordam que o universo escolar é também muito útil para a socialização, para a troca de experiências, para o trabalho das emoções, para o aluno se descobrir (e se redescobrir) como indivíduo, entre muitas outras finalidades. Conseguir que todos esses objetivos sejam devidamente alcançados não é função apenas do professor, mas seu papel é, sim, um dos mais decisivos no aproveitamento que crianças e adolescentes fazem de suas vivências no meio escolar. Por isso, é importante que ele avalie constantemente seu comportamento, visando avaliar como anda sua influência sobre cada integrante da sala. Do contrário, alunos desestimulados podem brotar aos montes, prejudicando, sem sombra de dúvida, o processo de aprendizagem em todos os aspectos. 

O trabalho do professor no combate ao desestímulo é diário. Ele precisa investir na sua relação com as crianças, mostrar que gosta de conviver com elas e de partilhar todos aqueles momentos. Ele deve passar confiança, para que os alunos dividam seus medos e inseguranças, inclusive aquelas ligadas ao aprendizado.

Manter a motivação:
 Um dos principais geradores de desestímulo nos alunos é a falta de motivação no próprio professor. É uma cadeia. O professor desmotivado não se mobiliza para encontrar iniciativas criativas e inovadoras dentro do contexto da Educação. Ele espera que as soluções para suas aulas apareçam prontas, como num toque de mágica, ou venham de autoridades públicas, sendo que também cabe ao professor buscar novos recursos pedagógicos e metodologias que estimulem seus alunos em seus aprendizados.
Um professor estimulado acredita no seu potencial de educador e aproveita devidamente os recursos que tem em mãos ou que sua escola oferece. Tem consciência de que é uma peça-chave da sociedade na formação de cidadãos. O educador precisa crer no valor de sua profissão, saber que esse ofício vai muito além da missão de passar conteúdos didáticos. E este pode ser um pensamento promissor para o professor se sentir mais motivado e conseguir transmitir mais paixão aos alunos, estimulando-os também!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Lição de casa: é preciso corrigir

Veja por que é importante acompanhar se o dever de casa de seu filho está sendo devidamente corrigido.


Muitos pais se preocupam diariamente em saber se o filho fez a lição de casa, mas pouquíssimos conferem se, depois, a lição foi corrigida pelo professor. Um contrassenso que passa despercebido pelos adultos, mas que fica patente para crianças e jovens.
Confira mais dicas:
Uma lição de casa não corrigida só traz frustração. Afinal, o aluno se esforçou, cumpriu com sua parte, mas a sensação é de que nada disso será reconhecido.

Outro risco da falta de correção é o de passar a ideia de que, apesar do discurso de pais e professores, a lição não é tão importante assim. Porque afinal o professor ameaça tirar ponto da nota de que não faz os exercícios de livro se ele não parece se importar com o que foi escrito lá? 

O tempo de correção também é um ponto de atenção. O ideal é que ela seja corrigida na aula seguinte. As vantagens aqui são claras: o aluno ainda estará com as possíveis dúvidas frescas e poderá saná-las; pode perceber de forma imediata que entendeu um conceito errado (afinal, ele tinha certeza que a resposta era aquela); e também não fica com a impressão de que a lição não era tão urgente assim e que podia ter deixado para fazer em outro dia. 

Em casa, o ideal é que antes do pai questionar sobre a lição atual, pedir para ver como foi a correção da lição anterior daquela matéria. A dica é para que os pais aproveitem para elogiar espontaneamente os acertos. E o alerta é para não criticar, brigar ou ridicularizar os erros cometidos. O melhor é perguntar se, com a correção do professor ele entendeu porque errou. Se a resposta for negativa, estimular que o filho tire dúvidas diretamente com o professor. 

Vale lembrar que nem sempre a tarefa de casa será corrigida diretamente pelo professor pelo grande número de alunos em sala de aula e mesmo para estimular a autonomia do estudante. 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Lição de casa: um dever para todo dia

A tarefa de casa é uma atividade importante para a formação dos estudantes - e deve ser incentivada por pais e professores.



Qual a importância da lição de casa? Quanto tempo o aluno deve se dedicar aos estudos fora da sala de aula? É mesmo fundamental haver lição de casa todos os dias? Como os pais devem ajudar nas tarefas? O que fazer quando o estudante tem dificuldade para fazer os exercícios propostos pelos professores? Essas são algumas dúvidas que atormentam tanto os estudantes quanto seus pais no dia a dia da escola. Lição de casa é um assunto sempre controverso, pois escolas diferentes seguem procedimentos distintos. O importante é que tanto alunos quanto pais saibam que a rotina de estudos não acaba na porta da escola, após quatro ou cinco horas diárias de aula. Em casa, o estudo deve continuar, sob a forma da lição de casa - também chamado de dever de casa ou tarefa de casa. 

Lição de casa é participação 
Confira mais dicas como estas no especial Lição de Casa.
As funções da lição de casa são sistematizar o aprendizado da sala de aula, preparar para novos conteúdos e aprofundar os conhecimentos, os alunos resolvem sozinhos em casa, o professor pode descobrir quais são as dúvidas de cada um e trabalhar novamente os pontos em que eles apresentam mais dificuldades.


O grande desafio do professor é fazer com que o aluno consiga atribuir significado à lição de casa, o aluno precisa perceber a função das tarefas para que compreenda sua importância.

Qual a impportãncia da lição de casa?
A lição de casa é importante para pais, alunos e professores.
Para o aluno, é fundamental porque faz com que ele enfrente desafios pedagógicos fora do contexto escolar, além de ajudá-lo a construir uma autonomia, a estabelecer uma rotina e a melhorar a capacidade de organização.
Para o professor, é uma atividade útil porque lhe permite verificar quais são as dificuldades e deficiências dos alunos e, consequentemente, tentar saná-las com atividades de reforço.
Para os pais, é uma maneira de acompanhar o que está sendo ensinado na escola do filho.

Então segue as dicas!!!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Como ajudar o adolescente a lidar com a timidez

Ser o mais popular da turma não é fundamental. Mas o excesso de timidez pode causar problemas ao adolescente.



A adolescência é uma fase que chega acompanhada de uma porção de dúvidas e inseguranças. Afinal, o jovem passa por uma série de mudanças físicas e psicológicas que trazem questionamentos e autocríticas sobre sua imagem e suas ideias. Para quem já é tímido, essa fase pode acentuar o comportamento de retração social. Por isso é importante que os pais saibam como ajudar seus filhos a lidar com esse traço de personalidade.
A timidez não é uma doença, mas um padrão de conduta relacionado com o medo do julgamento dos outros: com receio de receber críticas, o tímido prefere não se expor ou se expressar. Um dos caminhos para ajudar o adolescente a lidar com isso é estabelecer um canal de diálogo com ele e mostrar quais são seus valores e as suas qualidades. Além disso, vale ensinar que receber uma avaliação negativa não deve ser encarado como o fim do mundo: é preciso saber ser elogiado e saber ser criticado.
É necessário também respeitar o comportamento do filho que é tímido. Nem todo mundo nasceu para ser popular e comunicativo e essas características não devem ser tomadas como modelos de comportamento. Porém deve-se tomar cuidado para que a timidez não cause prejuízos ao adolescente, como levá-lo ao isolamento social ou comprometer o aprendizado na escola.

Quais são os sinais da timidez?
Um dos sinais de timidez é rubor na face, ele pode estar associado ou não ao rubor das orelhas e do pescoço. Seu aparecimento é acompanhado de um sintoma que se caracteriza por sensação súbita de calor na região afetada. É comum também o tímido apresentar uma fala não fluente (gaguejar), usar baixo volume de voz, ter pouco contato visual com o interlocutor e usar pouca expressão corporal.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Por que é importante tirar férias?


Férias ajudam o aluno a recuperar o equilíbrio emocional e a refletir sobre os conteúdos das aulas.



Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)  estabelece que as escolas devem cumprir 200 dias letivos, com os intervalos das férias de julho e de verão. Mas há quem continue a se perguntar se essa pausa tem de fato sua importância, repercutindo positivamente no desempenho escolar, seja qual for a idade do aluno.

A resposta? Sim.  O descanso permite fazer reflexões que a rotina diária impede, com o distanciamento do ambiente escolar, o aluno faz outra leitura, ele apreende diferentemente os conteúdos transmitidos durante o ano letivo.

É mais ou menos assim: se a criança chega à escola já ciente de que a água ferve sob a ação do fogo, será na sala de aula que ela vai entender as razões científicas desse processo - conteúdo que irá "digerir", quando tiver tempo livre para pensar. Essa ideia de usar o tempo em proveito próprio, sem o esforço de produzir (e ter de se destacar), é vital para o equilíbrio emocional e cognitivo da criança, imagine o estresse que as crianças enfrenta, eles precisam de uma pausa mais do que todos!

Há, no entanto, o pai e a mãe interessados em aproveitar a pausa para "equipar" seus filhos de mais informação, inscrevendo a garotada em cursos especiais durante as férias. São pais preocupados em tornar os filhos capazes de sobreviver o quanto antes no mercado de trabalho competitivo.

Moral da história? Quanto maior o ócio, maior a possibilidade de a criança e/ou o jovem recuperar o fôlego e voltar "tinindo" para a escola.