Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Desfile 7 de Setembro

Neste sábado, (7) o Projeto Essa é a Nossa Praia realizou desfile do 7 de setembro com jovens do projeto.  A coordenadora Mel Sombra afirmou que foi um momento único, e satisfatório.





terça-feira, 10 de setembro de 2013

Nove Maneiras de Ajudar Uma Criança a Aprender a Ler

Atividades para crianças



Você sabia que as coisas mais simples, muitas vezes, são as mais importantes? Uma delas é tão simples que passa despercebida pela maioria dos pais ou educadores. Você sabe como qualificar uma criança na sua busca voluntária por conhecimento, item imprescindível para sua formação e capacitação, enquanto cresce para se tornar adulta? Simples, basta ler em voz alta para ela, começando desde cedo, antes que seja capaz de compreender uma palavra.

O gosto pela leitura deve começar antes da alfabetização, quando ela fica fascinada pelo conteúdo dos livros que os pais lêem para elas. Essa curiosidade vai determinar seu futuro como leitor.

A habilidade para ler e entender o que está escrito, isso capacita as crianças a se tornarem independentes, melhores estudantes, mais confiantes. Isso lhes dará a chance de galgarem as melhores oportunidades na vida profissional, o que lhes proporcionará uma vida mais divertida, tranquila e agradável.

Veja a seguir, As Nove Pequenas Coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar uma Criança a se alfabetizar, e depois, a tomar gosto pela leitura.
  1. Leia em Voz Alta para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provavelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas não se preocupe com isso. A ideia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.
  2. Para começar use Livros Ilustrados e sem textos ou com poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar para criança coisas que mais tarde irão ajudá-la no desenvolvimento da leitura.
    Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem, isto é, que existem espaços entre as palavras, e que a escrita vai da esquerda para a direita.
  3. Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida com os personagens ou situações da trama, conforme for contando a história. Aponte para as coisas no livro que ela seja capaz associar com o seu dia a dia."Veja este desenho do avião. Você lembra do avião que vimos outro dia?"
  4. Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.
  5. Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então comece a desenvolver o hábito de, brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como:"Vamos descobrir o que isto significa?"
  6. Faça com que Materiais de Escrever, tais como, lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.
  7. Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.
  8. Visite com frequencia uma Biblioteca. Comece fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros. Muitas bibliotecas permitem que a criança tenha seu próprio cartão personalizado com seu nome impresso, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.
  9. Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Aprenda a Conhecer seu Filho

Não é a quantidade de Conhecimento que fará a diferença, e sim, a qualidade...




Para contribuir ainda mais para o desenvolvimento de seus filhos, os pais devem sempre observar com muita atenção as crianças para conhecê-las melhor. A partir do momento em que conseguem obter o máximo de informações sobre as características e preferências dos filhos, torna-se possível estimulá-los propondo atividades que apresentem a medida certa de desafio: propostas nem tão fáceis que nada acrescentarão às crianças, nem tão difíceis que se tornem impossíveis de realizar. 

Quando os pais buscam este equilíbrio para estimular o desenvolvimento dos filhos, mas ainda não estão muito seguros sobre o que eles já sabem ou sobre o que podem e desejam aprender, pode-se propor uma primeira atividade para cumprir esta função de levantar o máximo de subsídios que os ajudem a conhecer o que as crianças já sabem. 

Visando facilitar esta observação e identificar as capacidades das crianças, os pais podem estimular diversas situações, como jogos educativos, atividades esportivas, contar histórias ou fazer a leitura de livros em conjunto, passeios em zoológicos, teatros, cinemas e museus, por exemplo, além de acompanharem as tarefas escolares dos filhos em casa. O que é muito importante! 

Durante estas atividades, é preciso registrar o máximo de informações possíveis sobre as características dos filhos: como é sua postura enquanto realiza as atividades; seu grau de atenção e concentração; qual a capacidade de leitura e a riqueza de vocabulário e como isso pode ser estimulado; seu relacionamento interpessoal e sua capacidade de realizar um trabalho em grupo. Além disso, os pais também podem observar como está a capacidade de organização, o capricho, a responsabilidade, a rapidez e agilidade, e sua curiosidade para aprender coisas novas.

Ao montar um quebra-cabeça com seu filho, por exemplo, procure observar como está sua coordenação motora fina, isto é, como ele segura as peças, quantas peças ele consegue montar, sua concentração, capacidade de perceber detalhes e a agilidade com que encaixa as peças. 

Outro exemplo de atividade muito rica e que auxilia na observação das características dos filhos é a leitura de livros. Procure identificar que tipo de livros os filhos gostam de ler, com que frequência fazem essa leitura, como está o vocabulário das crianças e como é a fluência dessa leitura. 

É importante que os pais, ao contarem histórias para os filhos ou ouvirem uma narrativa contada por eles, busquem estimular a criatividade das crianças fazendo perguntas sobre os textos, propondo um novo enredo e, até mesmo, inventando novos personagens. 

Ao propor estas atividades, os pais precisam estar dispostos a aprender com as características dos filhos, sem pré-julgamentos ou rigidez na avaliação. O olhar dos pais deve estar voltado para buscar as capacidades que os filhos já apresentam desenvolvidas, sempre pensando em contribuir para que as crianças sejam cada vez melhores. Portanto, vá com calma e respeite o tempo deles. 

Aprender com as características dos filhos não é uma tarefa fácil, mas é preciso tentar e buscar estimular ao máximo para que eles se desenvolvam cada vez mais. 

Proponha algumas atividades para o seu filho e observe suas habilidades. Você pode descobrir o filho brilhante que você tem!

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Como proceder na educação de crianças difíceis de impor limites

Educação dos pequenos


A formação educacional dos filhos, principalmente no que se refere à questão de seguir regras e limites impostos pelos pais, têm sido alvo de preocupação por grande parte desses, em virtude das crianças de hoje se apresentarem cada vez mais indisciplinadas e difíceis de lidar. 

Perante as dificuldades apresentadas, os pais estão sempre em busca da melhor forma de educar, porém surgem dúvidas constantes de como proceder. 

Na verdade, a necessidade de ser mais rígido na educação dos filhos está se tornando uma conduta normal em conseqüência dos inúmeros malefícios que a sociedade vem apresentando. 

É fundamental que os pais ou os responsáveis pela formação educacional de um indivíduo, em especial a criança, comece a discipliná-la em casa, sendo a escola responsável por acrescentar valores. 

Essa é uma questão importante a ser refletida, em função de muitos pais estarem confundindo o papel da escola quanto à educação do filho, muitas vezes invertendo os papéis, até mesmo devido a correria do dia-a-dia em busca de oferecer melhores condições para a família e automaticamente tornando-se ausente no ambiente familiar. 

Considerando que nenhuma pessoa é educada de uma hora para outra, sendo a formação educacional um processo contínuo, alguns requisitos são fundamentais, sendo esses colocados com cautela de acordo com a necessidade de cada um: 

• OBJETIVOS: ter consciência que as atitudes que serão tomadas serão com a intenção de educar a criança e, conseqüentemente, propiciar uma relação harmoniosa no ambiente familiar. 

• CONHECIMENTO: os pais que possuem crianças acima de 2 anos de idade poderão passar por situações nas quais seu filho irá testá-lo e contestá-lo (birra, choro, esperneio, etc.) constantemente, com a intenção de não cumprir o que foi colocado. 

• PACIÊNCIA: ponto de partida inicial para ter bons resultados. 

• SACRIFÍCIO: ter em mente que educar exige sacrifício por parte de todos que estão envolvidos, mas principalmente de quem assume o papel de educador. 

• ACORDO: é obrigatório que os pais estejam de acordo com as decisões e opiniões colocadas, de forma que jamais um retire a autonomia do outro, tirando a autonomia e mudando as regras. Tal conduta evita que a criança venha a confundir qual a melhor forma de agir, bem como perceber diante da incoerência do que é colocado pelos pais (proibições, explicações, regras, permissões...). 

• FIRMEZA: a partir do momento que impor algo, deve sustentá-lo, criando o hábito de firmeza, construindo a segurança da criança. 

• PERSEVERANÇA: adquirida na relação cotidiana é fundamental para que alcancem bons resultados. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA PARA AS CRIANÇAS

ATIVIDADE FÍSICA PARA AS CRIANÇAS

Por incrível que possa parecer, nem todas as crianças apreciam as aulas de educação física na escola. Todo grupo tem os últimos a serem escolhidos na queimada, os últimos da corrida, e os primeiros a serem pegos no pega-pega! Essas crianças, com certa razão, acabam fugindo das atividades físicas em geral.
Os maiores perigos dessa fuga, conhecido por todos nós, são o sedentarismo e conseqüentemente, na maioria dos casos aobesidade infantil. Cabe aos pais, procurar uma modalidade esportiva que agrade seus filhos, mesmo que seja uma diferente por ano. 
Existem muitos esportes, coletivos e individuais que podem ser praticados por crianças em clubes, academias e até mesmo em centros esportivos municipais e filantrópicos, basta conseguir conciliar os horários da atividade com os da escola e de quem acompanhará a criança.
atividade física na infância, além de queima de calorias, ajuda no desenvolvimento do equilíbrio físico e mental dos pequenos, e não pode ser deixado de lado, podemos sim ir alterando o tipo de atividade, natação, patinação, ginástica, judô, capoeira, futebol, vale tudo... O que não vale é achar que as crianças queimarão toda sua energia no sofá de casa... até porque se elas tentarem fazer dele um pula-pula, muitos papais e mamães não irão gostar!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Como funciona o cérebro das crianças

O pensamento dos pequenos

Relaxe: não é o responsável único pelo êxito e felicidade dos seus filhos. A família nuclear é uma invenção recente: durante grande parte da evolução, as crianças eram criadas pela comunidade.
Quais são as primeiras coisas que aprendemos? Não é qualquer coisa, nem ao acaso. Os bebés aprendem a detetar a regularidade ou raridade de determinado acontecimento, sabem relações de causa-efeito, percebem que os objetos continuam a existir mesmo que não se vejam, e organizam informação em categorias (por exemplo, se estiver habituado a ver só mulheres, olhará mais tempo para um rosto masculino). Sabem distinguir vozes e rostos. Sabem o que é um animal e o que é uma peça de mobília. E são estas as principais ferramentas com que vão crescer.
É importante falar ‘à bebé’ com um bebé: ninguém chega ao pé de um berço e atira em voz ressonante, “Então diga lá, Tiago Afonso, como é que lhe está a correr o dia?” Chilrear no tom mais agudo que consegue, a arrastar a fala, a marcar as vogais, e a falar... bem, à bebé, não é uma mania inútil. Muito antes de um bebé conseguir perceber uma palavra, consegue perceber um tom. Pode não entender o significado da palavra ‘amorzinho’, mas se o disser com a entoação certa, ele vai perceber… Além disso, os bebés são mais sensíveis aos sons agudos. E falamos mais devagar para que eles aprendam as palavras…
Nem todos os bebés aprendem tudo da mesma maneira. Por exemplo, nem todos passam pela fase do gatinhar (alguns porque a roupa não ajuda...) e aprendem a andar mais rapidamente se forem estimulados. Mas tal não é necessário: se o seu bebé começar a andar tarde, não se preocupe: os que andam cedo não ficam com mais aptidões motoras que os outros...
Os bebés imitam-nos, mas inteligentemente. Por exemplo, se um bebé de 14 meses vir uma pessoa bater com cabeça num candeeiro e este se acender, vai bater com a cabeça no candeeiro para ele acender. Mas se a pessoa bater com a cabeça no candeeiro com as mãos amarradas, a criança vai usar as mãos para acender o candeeiro, porque parte do princípio que a pessoa não as usou porque não podia...
Há diferenças entre um cérebro masculino e um feminino? Há, mas insignificantes. A maior diferença é precisamente a preferência por brinquedos ‘de género’, que têm quase de certeza uma base inata, embora também sejam influenciadas pela cultura. Curiosamente, as meninas vão-se flexibilizando. Aos cinco anos, quase metade escolhe um brinquedo típico de rapaz, se puderem escolher. Os rapazes, por outro lado, continuam a recusar brinquedos típicos de rapariga, provavelmente porque o castigo de agir como uma menina é pesado.
Farta de brincar ao ‘Cucu!’? Saiba que é uma aptidão importantíssima: assim, uma criança aprende a prever acontecimentos futuros, divertidos quando é uma mãe, potencialmente perigosos quando era um leão...
A adolescência é um tempo de risco porque o impulso de procurar sensações ganha força sem que a autorregulação tenha amadurecido. O amadurecimento tardio do córtex frontal leva a alterações na área do autodomínio, do planeamento, da resistência às tentações. Por isso, na adolescência o equilíbrio entre impulso e moderação é... complicado.
 E a culpa não é das hormonas: embora estas aumentem na adolescência, poucas provas há de que influenciem o comportamento de forma significativa. Uma dupla explosiva: quando às hormonas se junta uma fraca relação entre pais e filhos...
 Brincar é importante não só porque é divertido, mas porque é um treino. “Estamos programados para gostar de atividades que sejam úteis à nossa sobrevivência. Se estes comportamentos essenciais não fossem divertidos, poderíamos esquecer-nos de os ter, e depois a nossa vida não seria tão boa. A brincadeira tem um propósito de adaptação e dá vantagem em termos de sobrevivência.” E preste atenção à forma como o seu filho brinca: a brincadeira também é um ensaio de relações sociais, e uma criança que brinca mal e se dá mal com as outras poderá vir a ter disfunções em adulta. 
82% das crianças com 12 anos têm vida online. “O cérebro da criança está programado para procurar e prestar atenção a novas informações porque a sobrevivência dos nossos antepassados dependia muito da deteção de mudanças no ambiente. Mas o que acontece quando essa informação é obtida com demasiada facilidade? Ainda não se sabe...”
Ver televisão antes dos 2 anos não só não serve para nada como pode ser nocivo. Os bebés aprendem com as pessoas, não com as máquinas. Os bebés que passam mais tempo em frente de um ecrã sabem menos palavras. Portanto, não há nenhuma investigação que prove que ver televisão tenha algum efeito benéfico nos bebés. O cérebro das crianças é fortemente influenciado por interações com adultos interessados, e estas não podem ser substituídas por nada que apareça num ecrã. Depois dos 3 anos, já pode pô-lo a ver qualquer coisa, mas mesmo assim a relação com os outros continua o mais importante.
A internet pode reduzir a capacidade para a empatia.  Os adolescentes voltam-se para telemóveis e ecrãs, e perdem o contacto com as pessoas à sua volta. “As crianças que aprendem online o que são as interações sociais ficam privadas de uma variedade de dicas emocionais. “Ou seja, não sabem descodificar uma expressão ou dizer quando a outra pessoa não está a falar em sentido literal, por exemplo. 
A nossa personalidade é altamente genética: em caráter, as crianças parecem-se muito com os pais biológicos, mesmo as adotadas, e estas tendências tornam-se mais óbvias em adultos. Embora os pais não gostem de o admitir, as crianças são criadas diferentemente na mesma família, consoante o seu temperamento, e além disso o mesmo ambiente tem efeitos diferentes em pessoas diferentes. Mas o ambiente familiar influencia as crianças. Os pais frustrados tendem a reagir mal aos filhos, aumentando o comportamento agressivo da criança.
Maratonas de estudo não funcionam: o cérebro retém informação com mais facilidade se houver tempo para a processar entre sessões de treino. Duas sessões de estudo com tempo de intervalo podem resultar no dobro da aprendizagem do que uma longa sessão.
Temos poucas recordações da infância porque a memória infantil é muito instável e os bebés esquecem--se muito depressa. As informações são armazenadas, mas perdem-se no caminho para a idade adulta. Aos dois meses de idade, os bebés só recordam o dia que passou. Aos 21 meses, as crianças conseguem guardar memórias com 3 meses.
Se o seu filho pensa que a inteligência é uma característica fixa, portar-se-á de maneira menos inteligente. Se acreditar que com trabalho pode melhorar, terá êxito.
Estamos mais inteligentes: um rapaz médio em 1982 tinha 20 pontos a mais do que um homólogo da mesma idade na geração dos seus pais, em 1952. Mas desenvolver o QI leva muitos anos e não é uma razão para ter aulas extra de inglês ou música. Aprender música não vai tornar a criança extremamente inteligente, mas vai melhorar-lhe a disposição, a memória e a coordenação entre cérebro e mãos... e dar-lhe o prazer de saber tocar um instrumento.
O essencial para uma criança: pessoas que conversem com ela, exercício, e tempo ao ar livre. Banir a multimédia eletrónica não é realista, mas pode-se reduzir o impacto negativo, como dar tempo a outras atividades.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Brincadeiras que sujam: Por que sujar faz bem

Um pouco de sujeira faz bem a seus filhos: pontos positivos para o desenvolvimento da criança.

As famílias de hoje são muito mais preocupadas com a limpeza de seus filhos que as de antigamente. Uma das razões para isso é o conhecimento geral sobre bactérias e outros germes que podem afetar a saúde humana. No entanto, este artigo apresenta alguns argumentos que vão lhe mostrar que se sujar também pode ser bom para seus filhos.
Em 1989, David Stratchan sugeriu o que é agora coloquialmente conhecido como ‘hipótese da higiene’, que postula que, se sujando, a criança reduzirá a frequencia com a qual ela adoecerá na vida adulta. Existe uma quantidade substancial de evidências que mostram que a exposição a bactérias durante a vida infantil pode reduzir a ocorrência de doenças como alergias, asma, diabetes e doenças auto-imune.
Alergias são um ótimo exemplo de como bactérias podem ser boas: a exposição a bactérias ruins em doses pequenas pode funcionar de forma similar à vacinação, isto é, ajudando o corpo a desenvolver desefas contra os micro-organismos às quais ele será exposto no futuro. Isso age como uma melhoria do sistema imunológico, diminuindo a possibilidades de se desenvolver, posteriormente, problemas como alergia. Os danos causados pelos atos de brincar com coisas sujas, animais ou comer alimentos que estavam no chão normalmente são de curta duração, enquanto que os benefícios a longo prazo podem ser muito valiosos para seus filhos.
Em segundo lugar,  brincadeiras para crianças ao ar livre podem reduzir a probabilidade de doenças mentais e distúrbios emocionais em crianças. Com o mundo tecnológico onde vivemos, a quantidade de crianças que brincam ao ar livre reduziu drasticamente. A diminuição do tempo para brincar das crianças se relaciona com o aumento de diagnósticos de déficit de atenção, que acarreta o maior uso de remédios controlados. Além disso, a relação entre a diminuição das brincadeiras ao ar livre e o aumento da obesidade infantil, que é uma preocupação mundial, também aumentou consideravelmente nos últimos 50 anos. Portanto, é crucial para a saúde mental das crianças que elas se exercitem regularmente.
Queimar calorias ao ar livre, apreciando a natureza e se sujando pode ser crucial para a manutenção da saúde no desenvolvimento das crianças. A sujeira pode afetar o sistema imunológico de maneira posiiva e brincar ao ar livre tem efeitos positivos na saúde mental e emoional dos seus filhos. É importante, portanto, entender a função da sujeira  e como esta pode ajudar na saúde dos seus pequenos.