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Preservação ambiental é a prática de preservar o meio ambiente. Essa preservação é feita para beneficiar o homem, a natureza ou ambos. A pressão por recursos naturais muitas vezes faz com que a sociedade degrade o ambiente a sua volta, por isso é essencial as medidas de preservação do meio ambiente.
preservação ambiental é uma preocupação crescente por parte das pessoas, organizações e governo. Desde os anos 60, a atividade de organizações de proteção do meio ambiente vem atuando em favor da preservação ambiental, para tentar garantir que tenhamos um planeta ambientalmente mais sustentável. A preservação ambiental é um dever de todas as pessoas.
Desde o início do século XXI, os governos e organizações do mundo inteiro tem tentado colaborar entre si, fechando acordos de preservação ambiental que visam melhorar a nossa utilização do planeta nos anos que virão. Porém, infelizmente, a tentativa de preservar o planeta tem tido pouco sucesso entre governos. Os grandes encontros ambientais, como o Rio+20, tem gerado muito pouco resultado em termos de ações de preservação ambiental.
Algumas dicas de preservação ambiental
Conheça o problema: como você poderá preservar o planeta se não souber qual é o problema da degradação ambiental? Se informe sobre o que polui, o que é prejudicial e o que não é. O portal sustentabilidade do esobre, é uma ótima fonte de conhecimentos sobre o que podemos fazer para preservar nosso planeta.
Transporte: um dos principais impactos que nós, seres humanos, temos no planeta é a maneira como nos movimentamos. O desperdício de energia que acontece em nossos carros e outros meios motorizados é imenso. Procure ir a pé até a padaria, em vez de tirar o carro da garagem. Utilize o transporte público, se este for utilizável (em alguns casos, além da violência, não há qualidade de transporte público). Pressione o seu governo local para a construção de ciclovias, e melhora do transporte público.
Energia elétrica: se for possível, considere a ideia de utilizar painéis solares em sua casa, para o chuveiro. Desligue as luzes em ambientes em que não tem ninguém. Acho impressionante como as pessoas tem o mal hábito de deixar luzes ligadas na casa inteira.
Água: mesmo em regiões onde a água potável ainda é abundante, é importante evitar o desperdício. Água limpa é um bem precioso, que deve ser poupado. Se todo mundo diminuir 2 minutos do tempo de banho, podemos poupar milhões de litros de água diariamente, somente no Brasil.
A preservação ambiental depende de cada um de nós. Se você começar a agir agora mesmo, estará fazendo sua parte para preservar o meio ambiente.
Fonte: eSobre Sustentabilidade
Alongamento é o exercício para preparar e melhorar a flexibilidade muscular, ou seja, os músculos aumentam seu comprimento e como consequência a sua flexibilidade. Esse é o principal efeito do alongamento, pois assim será maior o movimento possível para uma determinada articulação.
É recomendado fazer o alongamento antes dos exercícios, por proporcionar maior agilidade e melhor condicionamento físico, ele também ajuda a impedir lesões musculares. Para se fazer o alongamento não é preciso habilidades atléticas. Para quem tem algum problema específico, basta apenas diminuir a intensidade do alongamento para não forçar as articulações e os músculos.
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Os alongamentos não são feitos apenas antes e depois dos exercícios, pois eles servem também para relaxar o corpo e a mente, e quando feitos de maneiras adequadas ele ainda traz os seguintes benefícios para o corpo:
reduzem as lesões;
relaxam o corpo;
ativam a circulação;
deixam o corpo mais solto e leve;
corrige a postura;
aumenta a agilidade mesmo com idade avançada;
benefícios para a coordenação;
Esses exercícios podem ser usados também para melhorar a respiração, e ainda facilitam a oxigenação sanguínea, o que aumenta o raciocínio de estudantes. Quando se vai fazer um alongamento a respiração é fundamental, lenta e profunda e também deve-se respeitar os limites para não forçar e causar lesões.
O alongamento não é só importante antes dos exercicios fisicos, é também importante depois, pois ajuda a descansar e também é melhor aproveitado, pois a musculatura do corpo ja está bem aquecida.
Os movimentos de alongamento evem ser feitos até sentir uma tensão no músculo, a partir deste momento relaxe e sustente por 30 a 40 segundos. Faça o movimento novamente em outra parte do corpo.
Quando nos espreguiçamos já estamos fazendo um alongamento, isso quando ao acordar, todos já podem fazer um alongamento, para melhorar o corpo para o dia a dia, proporcionando mais ânimo e ajuda a preparar o corpo para os possíveis exercícios diários, como uma caminhada até o trabalho. O corpo se prepara e fica mais relaxado tanto para quem trabalha em pé ou para quem fica muito tempo sentado.
O alongamento é um tipo de exercício que pode ser feito todos os dias, qualquer um pode fazer independente da idade ou da flexibilidade que o corpo tenha, a qualquer hora e não são necessários equipamentos especiais e nem algum tipo de treinamento, mas deve se tomar alguns cuidados, pois quando mal feito pode trazer mais danos físicos (lesões), ao invés de benefícios.
Fonte: Info Escola
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Seja pela busca da boa saúde ou pela vontade de ter um físico bem definido, a procura pelas academias é cada dia maior. E muitos dos frequentadores são adolescentes, principalmente nas salas de musculação. Especialistas não condenam a prática, mas alertam: um programa de exercícios com peso deve ser feito somente sob orientação profissional e com carga adequada.
"É preciso supervisão rígida durante o treino, porque o adolescente quer ficar forte, desenvolver braços e pernas musculosos, aumentando por conta própria a carga do exercício ou utilizando aparelhos que não deve. Com isso, há o risco de lesões que podem prejudicar o crescimento e comprometer a atividade física futuramente", alerta a pediatra Patrícia Coelho, da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Quando bem orientados, exercícios com pesos podem trazer vários benefícios. "A musculação ajuda o adolescente a ter condicionamento físico, aumentar a massa muscular, melhorar a performance para um determinado esporte e a reforçar a musculatura, o que evita lesões desportivas", destaca a professora de Educação Física Iris Lima, da academia Bump Esporte e Sáude.
A pediatra Patrícia Coelho ainda aponta os ganhos na densidade mineral óssea de adolescentes como outro benefício. "Isso evita o surgimento posterior de doenças ósseas, como osteoporose. Mas é importante frisar que uma dieta bem elaborada é essencial para a saúde e para as demandas energéticas solicitadas na musculação", explica.
Entre os especialistas ainda não há consenso sobre a idade ideal para se iniciar na prática. Para Iris Lima, o recomendável é nos pós-puberes: meninas após a primeira menstruação (12-14 anos), e meninos após o estirão de crescimento (15-16 anos). Já para o ortopedista Cláudio Coelho, não há restrições nem idade certa para a atividade.
Mas antes de se iniciar nos treinamentos, é preciso uma avaliação médica que irá aferir o nível correto de maturação de cada adolescente¿, diz. Segundo os especialistas, um programa de musculação para adolescente não precisa durar mais do que 30 a 40 minutos por dia, três vezes por semana. A estudante Vanessa Cruz, 14 anos, pratica há um mês. "O médico indicou musculação para engrossar minhas pernas", conta. Já o estudante Igor Luz, 14, faz Pilates para corrigir a postura.
Vantagens da atividade física na infância
Desenvolvimento dos ossos; prevenção contra obesidade, estresse e fadiga crônica; aumento da auto-estima. Esses são alguns benefícios de atividades físicas praticadas na infância e na adolescência.
"As crianças estão cada dia mais paradas na frente do computador e da televisão. Ficam sentadas comendo biscoitos, pipoca e refrigerantes. Mas o certo é incentivar a prática da atividade física desde cedo, evitando-se, assim, problemas como obesidade, diabetes, hipertensão", destaca a pediatra Patrícia Coelho.
Confira os exercícios indicados para cada idade:
- A partir de 6 meses
Natação e atividades de recreação (como jogos com elementos lúdicos)
- A partir de 5 anos
Natação, balé e atividades de recreação
- A partir de 8 anos
Basquete, vôlei, futebol, tênis, caminhada, alongamentos, artes marciais e atividades de recreação
- A partir de 10 anos
Todas as atividades anteriores e corrida leve (atletismo e circuitos)
- Pós-puberdade
Todas as anteriores, Pilates, RPG e exercícios com pesos, como musculação (leve)
Fonte: Terra
Praticar exercícios regularmente desde a infância pode ajudar a reduzir o risco de fraturas ao atingir idade avançada, afirma um estudo do Hospital Universitário de Skåne, na Suécia. Os resultados foram apresentados dia 23 de março no encontro da Sociedade Americana de Ortopedia para Medicina Esportiva (AOSSM).
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Os pesquisadores conduziram por seis anos um estudo populacional com 808 crianças entre sete e nove anos de idade. Esse grupo fez 40 minutos diários de educação física na escola, enquanto as 1.587 crianças do grupo de controle praticavam apenas uma hora semanal de exercícios. A incidência de fraturas e o desenvolvimento ósseo de todos os participantes foram acompanhados anualmente e, ao final do período, os cientistas descobriram que a o risco de fraturas era similar nos dois grupos, mas a densidade óssea da coluna vertebral era mais elevada nas crianças que praticaram mais exercícios.
A equipe também realizou um estudo retrospectivo, comparando 709 homens ex-atletas com idade média de 69 anos e 1.368 homens no grupo de controle, com idade média de 70 anos. Os resultados mostraram que a densidade óssea dos ex-atletas sofreu uma redução mínima na idade avançada em comparação com o grupo de controle.
Os autores atribuem essa relação entre exercícios na infância e diminuição do risco de fraturas ao aumento do pico de massa óssea que ocorre em crianças que praticam exercícios regularmente. Esse pico é a quantidade máxima de massa óssea que um indivíduo acumula desde o nascimento até a maturidade do esqueleto, antes do início da perda associada ao envelhecimento. Com um aumento do pico da massa óssea na infância, portanto, é mais difícil sofrer grandes perdas e ter a saúde dos ossos debilitada na terceira idade por doenças como osteoporose.
Incentive seu filho a fazer exercícios
Computadores, videogames e celulares costumam ser os melhores amigos dessa geração, enquanto a atividade física fica facilmente em segundo plano. O incentivo dos pais pode fazer muita diferença para evitar que o sedentarismo vire um hábito para a vida toda, porém sempre respeitando os limites e preferências dos jovens. De acordo com o psicólogo comportamental e especialista em saúde da família Alexandre Monteiro, do Rio de Janeiro, gostar dos exercícios é a melhor motivação. "O ideal seria a pessoa experimentar o maior número de atividades possível ainda na infância, de forma que se identificasse com uma em especial", explica. Confira as dicas dos especialistas e tire seu filho do sofá:
Muito além da educação física
É comum os adolescentes não gostarem de praticar atividades físicas por ter como única referência as aulas na escola ou a academia de musculação, que podem ser consideradas entediantes pelo jovem. Segundo Alexandre Monteiro, uma forma interessante de descobrir novas atividades é levá-lo a clubes ou academias que ofereçam aulas variadas, como lutas e dança. "Ele pode assistir um pouco de cada aula, observar as características dos alunos e associar essa dinâmica às habilidades e preferências que ele possui", diz.
Fonte: Minha Vida
Por: André Michel dos Santos
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A escola, como um dos principais equipamentos sociais, tem sido desafiada cotidianamente em articular o conhecimento que é trabalhado no contexto escolar com a realidade social do aluno, ou seja, seus problemas e necessidades sociais. Neste sentido, se torna essencial e fundamental que a escola comece a conhecer a realidade social dos seus alunos, podendo também encurtar a distância que a separa do universo familiar.
Ela é a reprodução social das classes, ou seja, é uma instituição onde se deve elaborar o conhecimento e os valores sociais dos sujeitos. E, mais que isso, a escola deve ser capaz de preparar os indivíduos para a vida em sociedade. Dá-se, nessa perspectiva, a importância do trabalho com grupos de famílias no contexto escolar, a fim de fortalecer e encaminhar para a sociedade, não somente as crianças e adolescentes, como também seus pais.
Para que a escola possa desempenhar o seu papel político, ela deve desenvolver o senso crítico do aluno, precisando estar em sintonia não só com a realidade do aluno, como também com a realidade da comunidade na qual ela se encontra inserida. Deve, assim, respeitar a realidade social, cultural e econômica dos seus alunos e, partindo dela, a iniciativa de propiciar a participação da família no processo sócio pedagógico da escola.
Desta maneira, a inserção do Serviço Social na escola, deve contribuir para com ações que tornem a educação como uma prática de inclusão social, de formação da cidadania e emancipação dos sujeitos sociais. Ambos, tanto a escola como o Serviço Social, trabalham diretamente com a educação, com a consciência, com a oportunidade de possibilitar as pessoas que se tornem conscientes e sujeitas de sua própria história.
Amaro (1997) reflete que Educadores e Assistentes Sociais compartilham desafios semelhantes, e tem na escola como ponto de encontro para enfrentá-los. Tem-se a necessidade de fazer algo em torno dos problemas sociais que repercutem e implicam de forma negativa no desempenho do aluno e leva o educador pedagógico a recorrer ao Assistente Social.
É importante ressaltar que o profissional de Serviço Social, inserido na escola, não desenvolve ações que substituem aquelas desempenhadas por profissionais tradicionais da área de Educação. Sua contribuição se concretiza no sentido de subsidiar, auxiliar a escola, e seus demais profissionais, no enfrentamento de questões que integram a pauta da formação e do fazer profissional do Assistente Social, sobre as quais, muitas vezes a escola não sabe como intervir.
O Serviço Social é uma profissão que trabalha no sentido educativo de revolucionar consciências, de proporcionar novas discussões, de trabalhar as relações interpessoais e grupais. Assim, a intervenção do assistente social é uma atividade veiculadora de informações, trabalhando em consciências, com a linguagem que é a relação social (MARTINELLI, 1998), que estando frente às mudanças sociais, pode desenvolver um trabalho de articulação e operacionalização, de interação de equipe, de busca de estratégias de proposição e intervenção, resgatando-se a visão de integralidade e coletividade humana e o real sentido da apreensão e participação do saber, do conhecimento. Desta forma, pode-se afirmar:
O campo educacional torna-se para o assistente social hoje não apenas um futuro campo de trabalho, mas sim um componente concreto do seu trabalho em diferentes áreas de atuação que precisa ser desvelado, visto que encerra a possibilidade de uma ampliação teórica, política, instrumental da sua própria atuação profissional e de sua vinculação às lutas sociais que expressam na esfera da cultura e do trabalho, centrais nesta passagem de milênio (ALMEIDA, 2000, p.74).
Nesse sentido, a contribuição que o Assistente Social tem a oferecer dá-se também na atuação em equipes interdisciplinares, no âmbito das quais, os distintos saberes, vinculados às distintas formações profissionais, possibilitam uma visão mais ampliada, e compreensões mais consistentes em torno dos mesmos processos sociais. Assim, o profissional do Serviço Social pode articular propostas de ações efetivas, a partir do resgate da visão de integralidade humana e do real significado histórico-social do conhecimento. Para Amaro (1997), a interdisciplinaridade, no contexto escolar, representa estágios de superação do pensar fragmentado e disciplinar, resultando-se na idéia de complementaridade recíproca entre as áreas e seus respectivos saberes.
Sabe-se que, é no interior da escola, no cotidiano dos alunos e de suas famílias, que se configuram as diferentes expressões da questão social, como desemprego, subemprego, trabalho infanto-juvenil, baixa renda, fome, desnutrição, problemas de saúde, habitações inadequadas, drogas, pais negligentes, famílias multiproblemáticas, violência doméstica, pobreza, desigualdade social, exclusão social, etc. As demandas emergentes e resultantes da questão social é que justificam a inserção do profissional do Serviço Social, que se insere neste espaço com o objetivo de receber e encaminhar estas demandas. Neste sentido, Iamamoto (1998) afirma:
O desafio é re-descobrir alternativas e possibilidades para o trabalho profissional no cenário atual; traçar horizontes para a formulação de propostas que façam frente à questão social e que sejam solidárias com o modo de vida daqueles que a vivenciam, não só como vítimas, mas como sujeitos que lutam pela preservação e conquista da sua vida, da sua humanidade. Essa discussão é parte dos rumos perseguidos pelo trabalho profissional contemporâneo (IAMAMOTO, 1998, p.75).
De acordo com a autora, o assistente social exerce, indiscutivelmente, funções educativa-organizativas sobre as classes trabalhadoras. E, na escola, seu papel não poderia ser diferente, pois seu trabalho incide sobre o modo de viver e de pensar da comunidade escolar, a partir das situações vivenciadas em seu cotidiano, justamente por seu caráter politico-educativo, trabalhando diretamente com ideologia, e dialogando com a consciência dos seus usuários.
No livro “O Serviço Social na Educação”, elaborado pelo Conselho Federal de Serviço Social, o CFESS (2001), encontram-se dados estatísticos, os quais revelam que cerca de 36 milhões de pessoas vivem nas cidades abaixo da linha de pobreza absoluta, e que o nosso país ocupa o último lugar nos relatórios da ONU, o qual enfoca a questão social. Tudo isso, conseqüentemente, se reflete em uma quantia de aproximadamente 60% de alunos, que em determinadas regiões do Brasil, iniciam seus estudos e não chegam a concluir a 8ª série do ensino fundamental (CFESS, 2001, p.11).
Com a perspectiva de incluir aqueles que se encontram em processo de exclusão social, a escola possibilita aos seus alunos fazerem parte da sociedade em que vivem. A escola, enquanto equipamento social, precisa estar atenta para as mais diferentes formas de manifestação de exclusão social, incluindo-se desde questões que vão de violência, atitudes discriminatórias, de etnia, do gênero, de sexo, de classe social, etc., reprovações, até a evasão escolar, que muitas vezes é provocada pela necessidade do aluno de trabalhar para contribuir na renda familiar. E, é nesse contexto, que se apresenta o fracasso escolar, pois mais do que nunca a escola atual tem o dever de estar alerta à realidade social do aluno.
Segundo Almeida (2000), as demandas provenientes do setor educacional, no que se refere a sua ação ou ao fazer profissional do Serviço Social, recaem em diversas situações. Tem-se assim necessidade do trabalho com crianças e adolescentes, através de projetos como o Apoio Sócio-Educativo em Meio Aberto (ASEMA), como prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1990). Inclui-se, também neste contexto a importância na participação das famílias, por meio do desenvolvimento de ações, como trabalho de grupo e, muitas vezes, com os próprios professores da Unidade de Ensino, podendo ainda promover reuniões interdisciplinares para decisões e conhecimento a respeito de determinadas problemáticas enfrentadas pela comunidade escolar. Isso tudo, sem deixar de lado a ação junto ao campo educacional, mediada pelos programas e ações assistenciais que tem marcado o trabalho dos profissionais do Serviço Social.
Ainda, conforme o CFESS (2001), os problemas sociais a serem combatidos pelo assistente social na área da educação são:
- Baixo rendimento escolar;
- Evasão escolar;
- Desinteresse pelo aprendizado;
- Problemas com disciplina;
- Insubordinação a qualquer limite ou regra escolar;
- Vulnerabilidade às drogas;
- Atitudes e comportamentos agressivos e violentos (CFESS, 2001, p.23).
Para Martins, os objetivos da prática profissional do Serviço Social no setor educacional são:
- Contribuir para o ingresso, regresso, permanência e sucesso da criança e adolescente na escola;
- Favorecer a relação famíla-escola-comunidade ampliando o espaço de participação destas na escola, incluindo a mesma no processo educativo;
- Ampliar a visão social dos sujeitos envolvidos com a educação, decodificando as questões sociais;
- Proporcionar articulação entre educação e as demais políticas sociais e organizações do terceiro setor, estabelecendo parcerias, facilitando o acesso da comunidade escolar aos seus direitos (MARTINS, 1999, p.60).
É de extrema importância que o profissional do Serviço Social, inserido na escola, saiba trabalhar com programas visando à prevenção e não dispender o seu tempo meramente com a efervescência dos problemas sociais. Na escola, o assistente social deve ser o profissional que precisa se preocupar em promover o encontro da educação com a realidade social do aluno, da família e da comunidade, a qual ele esteja inserido.
Acredita-se que uma das maiores contribuições que o Serviço Social pode fazer na área educacional é a aproximação da família no contexto escolar. É intervindo na família, através de ações ou de trabalhos de grupo com os pais, que se mostra à importância da relação escola-aluno-família. O assistente social poderá diagnosticar os fatores sociais, culturais e econômicos que determinam a problemática social no campo educacional e, conseqüentemente, trabalhar com um método preventivo destes, no intuito de evitar que o ciclo se repita novamente.
O assistente social deverá trabalhar com ações educativas e não só com soluções de problemas, entendendo que a educação se constitui em uma política social que tem como compromisso garantir os direitos sociais, conseqüentemente podendo apresentar uma ampliação do conceito de educação impregnado na sociedade atual. Desta maneira, a prática do Serviço Social na escola se concretiza nas seguintes atribuições:
- Melhorar as condições de vida e sobrevivência das famílias e alunos;
- Favorecer a abertura de canais de interferência dos sujeitos nos processos decisórios da escola (os conselhos de classe);
- Ampliar o acervo de informações e conhecimentos, a cerca do social na comunidade escolar;
- Estimular a vivência e o aprendizado do processo democrático no interior da escola e com a comunidade;
- Fortalecer as ações coletivas;
- Efetivar pesquisas que possam contribuir com a análise da realidade social dos alunos e de suas famílias;
- Maximizar a utilização dos recursos da comunidade;
- Contribuir com a formação profissional de novos assistentes sociais, disponibilizando campo de estágio adequado às novas exigências do perfil profissional (MARTINS, 1999, p.70).
O Serviço Social Escolar se apresenta com o objetivo de poder contribuir com a problemática social que é perpassada no cotidiano da comunidade escolar –alunos, professores, pais – seja com encaminhamentos, orientações, informações, projetos de cunho educativo, que possam promover a cidadania, ações e projetos voltados para as famílias, etc. Desse modo, entende-se que para atingir a criança e o adolescente de forma integral, é necessário intervenções no contexto familiar, seja em âmbito sócio-educativo, como também de momentos de ensino-aprendizagem e reflexão, em um viés de participação, autonomia e cidadania.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, Ney Luiz Teixeira. O Serviço Social na educação. In: Revista Inscrita, nº 6. Brasília, 2000.
AMARO, Sarita Teresinha Alves. Serviço Social na escola: o encontro da realidade com a educação. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 1997.
BRASIL. Lei 8.069/90. Estatuto da Criança e do Adolescente. ECA. Porto Alegre: CRESS, 2000.
CFESS. Serviço Social na Educação. Grupo de estudos sobre o Serviço Social na Educação. Brasília: 2001.
IAMAMOTO, Marilda Vilela. O Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 7. ed. São Paulo: Cortez, 1998.
MARTINS, Eliana Bolorino Canteiro. O Serviço Social na área da Educação. In: Revista Serviço Social & Realidade. V 8 Nº 1. UNESP, Franca: São Paulo, 1999.
MARTINELLI, Maria Lúcia. O Serviço Social na transição para o próximo milênio: desafios e perspectivas. In: Serviço Social & Sociedade, nº 57. São Paulo: Cortez, 1998.
Fonte: Meu Artigo - Brasil Escola
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Introdução
Educação ambiental é aquela destinada a desenvolver nas pessoas conhecimentos, habilidades e atitudes voltadas para a preservação do meio ambiente.
Importância e objetivos
A educação ambiental pode ocorrer dentro das escolas, empresas, universidades, repartições públicas, etc. Esta educação pode ser desenvolvida por órgãos do governo ou por entidades ligadas ao meio ambiente.
A educação ambiental deve estar presente dentro de todos os níveis educacionais, como o objetivo de atingir todos os alunos em fase escolar. Os professores podem desenvolver projetos ambientais e trabalhar com conceitos e conhecimentos voltados para a preservação ambiental e uso sustentável dos recursos naturais.
Legislação
No Brasil, existe uma lei específica que trata da educação ambiental. A Lei número 9.795 de 27 de abril de 1999, dispõe sobre a educação ambiental, instituindo a política nacional de educação ambiental.
Sugestões de temas para trabalhar em sala de aula:
Temas que podem ser abordados na escola em aulas relacionadas ao meio ambiente: ecologia, preservação da natureza, reciclagem, desenvolvimento sustentável, consumo racional da água, poluição ambiental, efeito estufa, aquecimento global, ecossistemas, etc.
Você sabia?
- Comemora-se em 5 de junho o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia.
- Comemora-se em 15 de outubro o Dia do Educador Ambiental.
Fonte: Sua Pesquisa
As brincadeiras de criança estimulam a fantasia, deixam o pensamento fluir, promovem o equilíbrio,
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desenvolvem a atenção e estabilizam os movimentos físicos e motores.
Quem garante é a especialista em fisioterapia infantil Fernanda Davi. Das mais antigas até as mais modernas, o que não faltam são brincadeiras! As mais adoradas pelas crianças provavelmente são aquelas que mais as estimulam. ”Quando os pequenos se identificam com uma brincadeira é porque percebem que ela é capaz de suprir o que precisam para se desenvolverem mais e melhor. É natural”, explica Fernanda.
Esconde-esconde, pega-pega e amarelinha envolvem o equilíbrio para se manterem em um pé só, força nas pernas para correr e imaginação para encontrar os esconderijos. Os jogos em geral, seja de bola ou tabuleiros, estabelecem regras de divisão de times e percepção de tempo de espera para jogar na vez de cada um. E até as brincadeiras simbólicas de casinha, comidinha, boneca e as fantasias de super heróis desenvolvem a imaginação. “As brincadeiras servem como instrumento para o crescimento das crianças. A percepção e orientação de espaço e tempo são essenciais para a coordenação motora, memória e raciocínio”, conclui.
Site: Educação Física