Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Pode tudo. Mas pegue leve

Não há esporte proibido para jovens, 
mas eles devem ser praticados em versão light

É saudável preocupar-se com o físico – e os adolescentes estão levando isso a sério. Nunca antes as academias de ginástica foram freqüentadas por gente tão jovem. Do total de alunos de grandes academias, como Runner, Fórmula Academia e Bio Ritmo, 25% têm menos de 20 anos. "A garotada começa a procurar a musculação a partir dos 13 anos, porque seus exercícios trazem resultados estéticos muito
Foto: Alunos do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia praticando vôlei
rápidos", diz Manoel Carrano, diretor-presidente da Fórmula Academia. Isso é bom e ruim. O jovem pode praticar todas as modalidades esportivas sem prejuízo à saúde ou ao processo de crescimento. Mas isso deve ser feito com moderação. Ou seja, é preciso limitar o tempo da prática esportiva e o esforço exigido. "A quantidade ideal até os 18 anos é seis horas por semana", diz Ana Lúcia de Sá Pinto, médica do esporte e pediatra do Ambulatório de Medicina Esportiva do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O que requer mais cuidado e precaução é a sobrecarga de esforços. Vale a regra geral de que o jovem pode suportar 60% da carga de um adulto.

Os esportes dividem-se em quatro categorias, cada uma delas com diferente grau de cuidados para o adolescente:

• Anaeróbios: são os exercícios em que o praticante corre e pára várias vezes. Exemplos: futebol, basquete, vôlei, tênis e handebol. Uma partida de futebol entre adolescentes não deveria ultrapassar os 60 minutos, contra os 90 do jogo oficial. É evidente que os jovens não levam isso em conta e jogam durante horas, se puderem. Mas é o que diz o manual médico. Em tese, os excessos praticados nesses jogos não têm conseqüências drásticas.

• Aeróbios: são as modalidades que trabalham os músculos usando a respiração na produção de energia. Exemplos: corrida, ciclismo, natação, dança e ginástica aeróbica. Não há problema algum em correr e andar de bicicleta livremente, mas para competições a idade mínima recomendada é 14 (ciclismo) e 16 anos (corrida).

• Exercícios de resistência: são os que trabalham principalmente a força muscular. Entram nessa categoria a musculação e a ginástica olímpica. A musculação já foi inteiramente proibida para jovens na idade do crescimento. Hoje é permitida para maiores de 15 anos, mas com a restrição de peso. O excesso de carga pode levar ao endurecimento das articulações e, dessa forma, causar a interrupção precoce do processo de crescimento.

• Exercícios de resistência de alto risco: o objetivo é trabalhar a força dos músculos de forma intensa para ganhar massa muscular. Exemplos: o fisiculturismo, o levantamento de peso e o boxe. São contra-indicados para adolescentes. "O ideal é esperar o fim da fase de crescimento para começar a se preocupar com o ganho de massa muscular", diz o ortopedista Francisco Vanor Cruz, especialista em medicina do esporte do Hospital Uniclinic, em Fortaleza. "Antes disso, o garoto não tem corpo de homem e os ossos não estão consolidados."


Fonte: Veja

Os três pilares da inclusão digital


Foto: Aluno do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia em aula de informática 
Nos últimos anos, tem sido apregoado aos quatro cantos do Brasil a necessidade de se fazer a inclusão digital para aqueles indivíduos que não têm acesso às tecnologias de informação e comunicação ou simplesmente TIC’s, como são mais comumente conhecidas. Três pilares formam um tripé fundamental para que a inclusão digital aconteça: TIC’s, renda e educação. Não é difícil vaticinar que sem qualquer um desses pilares, não importa qual combinação seja feita, qualquer ação está fadada ao insucesso. Atualmente, segundo o Mapa de Exclusão Digital divulgado no início de Abril/2003 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ) juntamente com outras entidades, aproximadamente 12% dos brasileiros têm computador em suas residências e pouco mais de 8% encontram-se conectados à Internet. Até quando continuará a inépcia do governo brasileiro? (se é que ‘ele’ tem qualquer real intenção de promover a inclusão digital).

As TIC’s têm causado mudanças significativas em toda a sociedade. No âmbito empresarial, as modificações decorrentes das TIC’s têm:
  •  propiciado ambiente competitivo as mais variadas instituições, inclusive as não tradicionais;
  •   promovido o declínio de custos de processamento;
  • motivado a erosão geográfica e de produtos;
  • influenciado o planejamento e redesenhado organizações.
As TIC’s possibilitam a melhoria de qualidade em diversos aspectos dos negócios. Pode-se ainda destacar a promoção de produtos bem como uso de novos canais de venda e distribuição, possibilitando novas oportunidades de negócios. É inegável as alternativas oferecidas.

Agora, se mudarmos nosso foco de empresas e instituições para indivíduos, é visível que a maioria da população brasileira, i.e. aproximadamente 90%, encontra-se excluída do desfruto das tecnologias da era digital. Para termos uma idéia da quantidade de excluídos, basta responder a perguntas simples como, por exemplo: Quantos brasileiros possuem computador pessoal em suas residências? Quantos possuem linha telefônica? Até bem pouco tempo atrás, era ínfima a quantidade de pessoas que tinha telefones em suas residências. Tudo isso em razão da necessidade que antes se tinha de comprar a linha telefônica. Anteriormente, o indivíduo tinha de comprar uma linha e, além disso, recebia ações da empresa que comercializava as linhas telefônicas. Com a reformulação do sistema brasileiro de telecomunicações, esse modelo antigo deixa de existir e, hoje em dia, o cidadão simplesmente solicita a instalação de uma linha e paga pela assinatura mensal e uso que faz da mesma.

Atualmente, embora o brasileiro possa dispor desse recurso e facilidade, caso esse indivíduo faça um uso modesto da linha telefônica para ter acesso a Internet, além de algumas ligações telefônicas ao longo do mês, tal uso resultará numa conta telefônica com valor mensal entre R$ 40,00 e R$ 50,00. Isto tudo considerando que ele tenha acesso a Internet através de algum provedor gratuito, dentre vários existentes. Adicionalmente, se o indivíduo quiser ter acesso a Internet, ele precisa dispor de um computador pessoal o qual tem um custo de, aproximadamente, R$ 1.300,00. Se o indivíduo optar por financiar a compra do computador em 24 pagamentos, ele irá pagar uma prestação com valor médio de R$ 95,00, resultando num custo total de R$ 2.280,00 (o qual compreende aproximadamente 10 salários mínimo).

A exclusão sócio-econômica desencadeia a exclusão digital ao mesmo tempo que a exclusão digital aprofunda a exclusão sócio-econômica. A inclusão digital deveria ser fruto de uma política pública com destinação orçamentária a fim de que ações promovam a inclusão e equiparação de oportunidades a todos os cidadãos. Neste contexto, é preciso levar em conta indivíduos com baixa escolaridade, baixa renda, com limitações físicas e idosos. Uma ação prioritária deveria ser voltada às crianças e jovens, pois constituem a próxima geração.

Um parceiro importante à inclusão digital é a educação. A inclusão digital deve ser parte do processo de ensino de forma a promover a educação continuada. Note que educação é um processo e a inclusão digital é elemento essencial deste processo. Embora a ação governamental seja de suma importância, ela deve ter a participação de toda sociedade face a necessidade premente que se tem de acesso a educação e redistribuição de renda permitindo assim acesso as TIC’s.

Ações de inclusão digital devem estimular parcerias entre governos (nas esferas federal, estadual e municipal), empresas privadas, organizações não governamentais (ONGs), escolas e universidades. Governos e empresas privadas devem atuar prioritariamente na melhoria de renda, suporte à educação bem como tornar disponíveis equipamentos à população. Algumas ações que podem ser promovidas pelos governos e empresas privadas incluem:
  • Disponibilizar acesso a terminais de computadores e correio eletrônico a toda a população;
  • Oferecer tarifas reduzidas para uso dos sistemas de telecomunicações;
  • Criar mecanismos de isenção fiscal, sem muita burocracia, para o recebimento de doações de computadores e equipamentos de infra-estrutura.
Essas ações per se não são suficientes. É ainda necessário o desenvolvimento de redes públicas que possibilitem a oferta de meios de produção e difusão de conhecimento. As escolas e universidades constituem também componentes essenciais à inclusão digital uma vez que diversos protagonistas (professores, alunos, especialistas membros da comunidade) atuam em conjunto para o processo de construção de conhecimento. Note que os três pilares do tripé da inclusão digital devem existir em conjunto para que ela ocorra de fato. De nada adianta acesso às tecnologias e renda se não houver acesso à educação. Isto porque o indivíduo deixa de ter um mero papel ‘passivo’ de consumidor de informações, bens e serviços, e então passa também a atuar como um produtor (de conhecimentos, bens e serviços).

É também imperativo que a inclusão digital esteja integrada aos conteúdos curriculares e isto requer um redesenho do projeto pedagógico e grade curricular atuais de ensino fundamental e médio. É pré-requisito considerá-lo também na formação de profissionais dos cursos de Pedagogia, Licenciaturas e similares.

Os indivíduos, que por condições de insuficiência de renda, não têm como dispor de computador e linha telefônica em casa, poderiam ter a exclusão atenuada, caso tenham acesso através de empresas, escolas ou centro de cidadãos. Esses recursos destinariam-se prioritariamente àqueles  que não têm acesso em suas residências. Vale ressaltar que este tipo de solução tem natureza paliativa. Adicionalmente, poderíamos ainda considerar o uso do software livre em computadores o qual seria sem qualquer custo. Entretanto, deve-se considerar a facilidade de operação, suporte e manutenção existentes. Ademais, há ainda demanda reprimida de usuários de sistemas de telecomunicações, especificamente, o sistema de telefonia fixa que pode e precisa ser expandido a fim de prover a população com esse serviço básico além de permitir que ela tenha acesso a Internet.

O Brasil tem condições de superar esse atraso e as vicissitudes existentes. Todavia, para que isso de fato ocorra, é preciso começar a fazê-lo hoje, ou melhor, ontem. Do contrário, as gerações vindouras continuarão com elevado índice de excluídos da era digital. A inclusão digital tem um tripé que compreende acesso a educação, renda e TIC’s. A ausência de qualquer um desses pilares significa deixar quase 90% da população brasileira permanecendo na condição de mera aspirante a inclusão digital. Dentro deste contexto, considera-se que a inclusão digital é necessária a fim de possibilitar à toda a população, por exemplo, o usufruto dos mais variados serviços prestados via Internet. Hoje em dia, ter acesso a Internet significa acesso a um vasto banco de informações e serviços. Este imenso repositório de conteúdo e serviços merece e deve ser utilizado por toda população brasileira. É preciso que o governo, como principal protagonista, assuma o papel de coordenador e atue em conjunto com sociedade civil organizada a fim de assegurar o tripé da inclusão digital.

ANTONIO MENDES DA SILVA FILHO


Fonte: Revista Espaço Acadêmico    

Coma à vontade. Você pode

Mas lembre-se de que os maus hábitos alimentares 
às vezes se tornam um problema para o resto da vida

Quando os filhos chegam à adolescência, muitos pais abrem mão de uma de suas responsabilidades: a de cuidar para que se alimentem direito. Fazem isso convictos de que não há mesmo remédio, visto que jovem só come porcaria. Não é bem assim. Um estudo realizado com alunos de 12 a 18 anos das escolas públicas de São Paulo concluiu que eles comem o mesmo que os adultos, só bebem mais refrigerantes. Outra pesquisa, da Universidade Federal de São Paulo, mostra que os adolescentes de classe média consomem
Foto: Internet
muita gororoba gordurosa na escola, mas fazem as refeições principais em casa. Arroz, feijão, carne e salada, a típica comida doméstica, são uma boa combinação de nutrientes. Na média, um adolescente vai à lanchonete (para engolir a bomba calórica hambúrguer-refrigerante-batata frita) três vezes por semana. Os médicos consideram esse consumo alarmante quando ultrapassa quatro vezes por semana.

Não se deve, em princípio, olhar com horror para o hambúrguer com fritas. No auge do crescimento, entre os 12 e os 15 anos, um jovem pode consumir sem susto 10% mais de calorias diárias que o indicado para um adulto. "O adolescente usa a energia do hambúrguer para esticar, enquanto o adulto certamente vai crescer para os lados", diz o médico Maurício de Souza Lima, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Isso significa que tudo vai bem com os hábitos alimentares da juventude? Também não é bem assim. A proporção de jovens com sobrepeso quadruplicou nos últimos trinta anos e chegou a 14% na faixa etária dos 8 aos 18 anos. A culpa é da vida sedentária e do excesso de comida industrializada, rica em farináceos e gorduras, sobretudo entre a população mais pobre. O efeito perverso do engordamento precoce é o aumento das doenças cardiovasculares e do diabetes tipo 2.

A geração atual é provavelmente a mais preocupada com comida saudável de todos os tempos. Está em alta ser vegetariano, eliminar a carne vermelha do cardápio e preferir produtos com o rótulo diet. Nesse estilo também vale a regra do bom senso: excessos fazem mal à saúde. Quanto mais variada, mais saudável é a alimentação. O maior perigo mora nos maus hábitos, que tendem a se perpetuar. A comida gordurosa não faz mal para quem está crescendo. Mas, com o fim da adolescência, o metabolismo desacelera e o corpo pára de queimar calorias com a mesma eficiência. Se um jovem adulto continuar a comer a mesma quantidade de comida da época de adolescente, será inevitável que fique gordo.


Fonte: Veja 

Estamos mais altos

A altura média dos jovens brasileiros aumentou
5 centímetros em relação à da geração anterior
Foto: Alunas do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia praticando alongamento
 


os meninos estão 5 centímetros mais altos e as meninas, 3. O padrão médio de altura de um jovem adulto hoje é de 1,75 metro. Nas meninas, esse valor fica em 1,65 metro. É um perfil típico de classe média urbana, e há variações consideráveis com relação à população mais pobre e de regiões onde o acesso à variedade de alimentos é menor. Atribui-se o aumento na altura média do brasileiro nos últimos vinte anos a vários fatores. O mais importante é uma alimentação de melhor qualidade. O cardápio nacional é hoje mais nutritivo e variado. Há maior quantidade de proteína, substância presente na carne e no leite que é decisiva no processo de crescimento. Também ajudou a prática de esportes e exercícios físicos com maior freqüência e variedade. Oito em cada dez garotos entre 12 e 20 anos praticam algum tipo de esporte nas principais capitais brasileiras. Entre as meninas, essa proporção é de sete em dez. Por fim, sentem-se agora os bons resultados de décadas de vacinação em massa e da melhoria nas condições sanitárias, que puseram sob controle as doenças infecciosas comuns na infância e que interferem no processo de crescimento.

A diferença entre os adolescentes de agora e os da geração anterior pode ser medida com régua:

O jovem brasileiro não está apenas mais alto. Todo o processo de crescimento foi acelerado em relação às gerações anteriores. No início do século XX, a primeira menstruação ocorria aos 15 anos. Hoje, a menarca normalmente acontece aos 12 anos. Há 100 anos, o crescimento dos rapazes só estava completo aos 24 anos. Agora, a estatura adulta é alcançada aos 18. "O crescimento é uma combinação de características genéticas com o meio em que o adolescente vive. Uma coisa não evolui sem a outra", explica o médico Paulo Zogaib, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A prática de exercícios físicos é um dos fatores que têm relação com a espichada juvenil. A ciência não comprovou como se dá exatamente essa influência, mas os médicos apostam em três fatores. O primeiro é que os exercícios estimulam a produção e a secreção de hormônios diretamente ligados a esse processo, como o hormônio do crescimento e a testosterona. O segundo é que a estrutura óssea responde a estímulos como sobrecarga de exercícios. O problema é que, se a sobrecarga for excessiva, pode interromper de vez o processo de crescimento. O último é que, ao fazer exercício, um jovem sente mais fome. Ao comer mais e praticar esporte novamente, acaba gerando um ciclo que favorece o melhor aproveitamento dos nutrientes.

Os pais costumam acompanhar com orgulho o desenvolvimento precoce dos filhos, mas é preciso ficar atento aos efeitos decorrentes. A abreviação da infância é um deles, principalmente no caso das meninas. É comum garotas na faixa de 12 anos, ainda interessadas em brincar com boneca, começarem a sofrer assédio do sexo oposto pelo fato de ostentarem um corpo de adulto. Elas são pressionadas a agir como adolescentes, quando não têm maturidade para isso. Por outro lado, há recursos para os jovens que estão com o relógio biológico atrasado ou demonstram alguma limitação orgânica para crescer. Tratamentos à base de hormônio do crescimento sintético são muito utilizados. O importante, nesses casos, é estar atento ao ritmo de crescimento logo no início da adolescência, porque o sucesso do tratamento depende do diagnóstico precoce.


Fonte: Veja

terça-feira, 14 de maio de 2013

A importância do exercício físico na infância

Foto: Aluna do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia praticando exercício físico 


Com a vida dos tempos actuais, as crianças praticam menos actividades físicas do que antigamente. Trocar a piscina pelos jogos das consolas, o futebol pela internet, a conversa em roda com os amigos pelo telemóvel são atitudes cada vez mais normais entre todos nós e também entre os mais pequenos. No entanto, está comprovado que o exercício, não apenas através de um desporto, mas de brincadeiras e jogos, promove a coordenação motora e o desenvolvimento intelectual.

Estudos mostram que o desporto e a prática de actividades físicas são duas coisas distintas: actividades como andar de bicicleta, correr, dançar, brincar à apanhada ou esconde-esconde, são diferentes de aulas de futebol, voleibol, basquete, ginástica, ou natação por exemplo.

Entre os benefícios desses exercícios, estão o reportório motor e a capacidade de se desenvolver como ser humano.

A criança quando joga com os colegas, aprende regras e transfere-as para o convívio social. Elas aprendem a respeitar os outros. Além disso, é importante receber os estímulos que as actividades físicas produzem no corpo e na mente, porque motivam a auto-estima e o poder de realização.

O período da infância pode ser dividido em duas fases: a chamada Primeira Infância pode ser classificada por crianças até aos 4 anos e a Segunda Infância dos 4 aos 10 anos. Nesses dois períodos as actividades indicadas por especialistas são diferentes:

- A partir dos 6 meses, o bebé já pode praticar na natação, brincar, fazer actividades acompanhadas por tutores. É recomendado pelos médicos que façam isso.
- Até aos 4 anos, a criança ainda não sabe interagir completamente, por isso o ideal é praticar qualquer desporto que exija mais a individualidade, como ballet, judo e natação.
- Num segundo momento, as actividades terão um carácter mais recreativo e o ideal é partir para jogos em equipas como futebol, voleibol, basquete ou rugby.

É importante não esquecer de separar duas a quatro horas por dia, três a quatro vezes por semana, para praticar exercícios físicos (incluindo hobbies e desportos), pois é a dose considerada adequada certa para se ter uma infância saudável.

Tudo o que é em excesso pode fazer mal à saúde, principalmente às crianças, que estão em fase de formação. Por isso, os pais devem evitar que os seus filhos exagerem na quantidade.   Às vezes, demasiada expectativa sobre as crianças tem efeitos contrários e elas perdem o prazer de frequentar aulas de educação física, por exemplo. No entanto, quando as crianças dão sinal que gostam de um desporto, os pais devem estimular tendo cuidado com o nível de exigência que lhes imprimem.

A competição é vista por muita gente de uma forma negativa, no entanto, o problema não é a competição em si, mas sim como trabalhá-la na criança. A competição é um elemento fundamental para o jogo, tanto para desportos quanto para brincadeiras e actividades. Devemos apenas ponderar até que ponto a cobrança pela liderança é fundamental.

Quando a criança dá sinal de indisposição constante, ou seja, nunca quer brincar com os amigos, nem nadar na praia, correr e divertir-se, os pais devem procurar algum estímulo para incentivá-la a participar nos acontecimentos infantis, principalmente porque elas têm energia de sobra para isso. Por isso, o importante é não deixar acontecer períodos de grande inactividade.

Assim como dormir bem, ter uma alimentação saudável, um período para estudo, praticar um ou mais
desportos..., estar disposto a fazer actividades físicas ao longo do dia é fundamental para o desenvolvimento sadio das crianças. É uma obrigação!

Possíveis implicações da falta de exercício físico na infância:

- Obesidade

- Sedentarismo
- Problemas no desenvolvimento afectivo-social
- Falta de auto-estima
- Stress
- Empobrecimento da criatividade
- Prejuízo na coordenação motora

Agora que as férias estão a chegar, há que aproveitar o sol e o ar livre para brincar, jogar, correr e dançar!


Fonte: Portal da Criança

DICAS PARA ESTIMULAR O TRABALHO EM EQUIPE

Foto: Alunos do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia fazendo trabalho em equipe 

Na era do conhecimento, o trabalho em equipe é uma necessidade indiferente do tamanho da organização, da localização, estado ou do número de colaboradores. É uma ação valorizada por permitir interatividade, estimular a cooperação, o crescimento coletivo e a união na ascensão de metas e objetivos. O desafio do líder no período contemporâneo é solidificar e inspirar o fortalecimento do comprometimento dos integrantes da equipe para a contínua melhoria do desempenho coletivo.

No âmbito corporativo, a importância do trabalho em equipe é fortalecida pelo resultado conquistado através da qualificação de técnicas de gestão, transferência de conhecimentos e no processo de implantação de novas tecnologias. Observe as dicas apresentadas abaixo e perceba mudanças significativas no rendimento da sua equipe.

Contribuir positivamente - Sempre que possível, ajude um colega que está precisando. Pode parecer simples, mas é sensacional contar com uma mão amiga quando estamos precisando concluir uma tarefa. Quando um profissional expande seu círculo de amizade está incluindo novas pessoas de valor, ensinando, incentivando, motivando e desafiando a progredir em direção aos seus objetivos. Os relacionamentos prosperam quando um colaborador obtém o que precisa do outro e o êxito no trabalho em equipe ocorre quando um lado ganha e o outro também.
Quando um setor de uma empresa trabalha em cooperação com outro setor da organização, ambos conseguem ganhar uma sinergia positiva de relacionamento, fazendo com que a empresa ganhe maior produtividade e expansão dos seus negócios. Trabalhar em equipe requer coragem, aliança fidedigna, desenvolvimento de habilidade, cooperação e determinação, sendo importante respeitar os níveis de conhecimento de um ofício ou atividade específica. Sua ajuda pode ser através de palavras positivas ou atitudes de reconhecimento, oferecendo uma maior valorização em cultivar uma ambiente favorável que inspire os integrantes da equipe no sucesso da organização.

Partilhar problemas – Permita que um problema seja resolvido em conjunto e através de um diálogo aberto. Ficar pelos corredores comentando assuntos que não foram tratados durante uma reunião é improdutivo e desconfortável. As pessoas não podem ler a sua mente e a oportunidade de partilhar problemas internos, permite demonstrar a intenção da equipe em melhorar um desempenho específico e reflete o desejo de aprendizagem e eficácia nos resultados. Há sempre um grande número de pessoas que gastam boa parte do seu precioso tempo tentando descobrir em quem por a culpa quando algo ocorrer incorretamente.
Entender que estamos vivendo um momento de grande rapidez permite fortalecer a relevância de identificar pessoas que consertem o problema, não pessoas que procurem os culpados. Mesmo que você em uma reunião de trabalho, saiba quem é o culpado, em vez de discutir sobre a culpa, discuta soluções para o problema. Observe que ao partilhar problemas, haverá diferentes abordagens, sendo necessário expandir a idéia de que a cooperação não terá êxito, se os colaboradores optarem por relações profissionais que demonstrem descaso em reduzir os conflitos. Seja transparente nos comentários, demonstrando na prática sua forma de gestão, demonstrando que solucionadores de problemas são sempre bem-vindos e que a humildade é uma virtude dos grandes líderes e dos profissionais empreendedores.

Pensamento oposto – Todo ser humano tem comportamentos, atitudes, hábitos, gestos e pensamentos diferentes aos seus. Neste sentido é preciso ser compreensível, identificando a existência de turbulências ambientais e que seus companheiros de trabalho, nem sempre, podem executar uma tarefa como você gostaria. O fenômeno da socialização dos colaboradores, em uma área de trabalho, permite ratificar que os pensamentos são opostos e os interesses individuais podem estar direcionados para vários rumos. Se as opiniões são divergentes, busque apresentar sugestões mantendo controle emocional, procurando obter e compreender, através de perguntas maiores informações sobre a opinião apresentada.

Saiba ouvir – Respeitar a opinião dos seus companheiros de trabalho é uma tarefa que irá possibilitar reconhecimento, confiança e valorização, permitindo estabelecer uma relação de respeito profissional. Idéias sensacionais podem surgir quando se permite ouvir novas idéias e conseqüentemente, perceber que estas contribuições podem melhorar e aperfeiçoar a idéia inicial. Quantas vezes você já esteve ao lado de uma pessoa que somente falava e você não foi capaz de expressar sua opinião? Todo profissional precisa continuamente realizar o exercício de ouvir. Observe que escrevo “exercício de ouvir”, pois realmente é um treinamento e uma aprendizagem constante. Inúmeras vezes, idéias fantásticas podem surgir de momentos inesperados, desde que você saiba ouvir, ouvir mais e ouvir melhor. Um gestor benevolente sabe ouvir cada contribuição da equipe, sem superestimar o potencial intelectual humano.

Não há possibilidade de trabalhar em equipe sem que os esforços sejam focados e direcionados para metas que estejam sobre um planejamento. Observe que você passa grande parte do seu dia trabalhando e nada melhor do que realizar suas atividades contando com pessoas que sintam vontade de remar para o lado da vitória. A aplicabilidade destas dicas permite ratificar, aos gestores e aos liderados, a necessidade de uma competência mútua para um clima organizacional que preza pelo trabalho através da cooperação. Todos os grandes problemas geralmente começaram pequenos e cresceram, enquanto eram ignorados. Neste sentido, é imprescindível compreender que para diminuir um problema será necessário analisá-lo, organizando atitudes para resolvê-lo. A união permite conhecer as fraquezas e as virtudes de uma equipe de trabalho vitoriosa.

Por: Dalmir Sant Anna. Palestrante mágico, pós-graduado em Gestão de Pessoas e bacharel em Comunicação Social. Autor do livro "Menos pode ser Mais" e de vários artigos publicados em revistas, sites e jornais.



Fonte: Portal Educação

Esporte e Saúde

Imagem: Internet

Guia Prático 

O homem moderno vem deixando de lado as práticas esportivas, o que muitas vezes leva a um estilo de vida sedentário e provoca distúrbios como má alimentação, obesidade, tabagismo, estresse, doenças coronarianas, etc. 

Como reação a essa atitude, a ciência do esporte vem desenvolvendo estudos e demonstrando a importância que a prática constante de uma atividade física bem planejada tem para que as pessoas possam ter uma vida mais saudável. 

Motivos importantes para a prática da atividade física 

1 – Auto estima 
A prática regular de exercícios aumenta a confiança do indivíduo. 

2 – Capacidade Mental 
Pessoas ativas apresentam reflexos mais rápidos, maior nível de concentração e memória mais apurada. 

3 – Colesterol 
Exercícios vigorosos e regulares aumentam os níveis de HDL (lipoproteína de alta densidade, o “bom colesterol”) no sangue, fator associado à redução dos riscos de doenças cardíacas. 

4 – Depressão 
Pessoas com depressão branda ou moderada, que praticam exercícios de 15 a 30 minutos em dia alternados, experimentam uma variação positiva do humor já após a terceira semana de atividade. 

5 – Doenças Crônicas 
Os sedentários são duas vezes mais propensos a desenvolver doenças cadíacas. A atividade física regula a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o risco de diabetes. 

6 – Envelhecimento 
Ao fortalecer os músculos e o coração, e ao amenizar o declínio das habilidades físicas, os exercícios podem ajudar a manter a independência física e a habilidade para o trabalho, retardando o processo de envelhecimento. 

7 – Ossos 
Exercícios regulares com pesos são acessórios fundamentais na construção e manutenção da massa óssea. 

8 – Sono 
Quem se exercita “pega” no sono com mais facilidade, dorme profundamente e acorda restabelecido. 

9 – Stress e Ansiedade 
A atividade física libera os hormônios acumulados durante os momentos de stress. Também funciona como uma espécie de tranqüilizante natural – depois do exercício a pessoa experimenta uma sensação de serenidade. 
Conceitos importantes para a prática da atividade física 

Avaliação Física 
Antes de iniciar um programa de atividade física regular, é fundamental a realização de uma avaliação física para a prevenção de quaisquer riscos à sua saúde. Esta avaliação de estado de aptidão inclui quatro áreas. 
- força muscular; 
- flexibilidade articular; 
- composição corporal (percentual de gordura, peso corporal magro e peso corporal desejável); 
- capacidade funcional cádio-respiratória. 

Todos estes dados colaboram para a formulação correta de um programa de exercícios individualizado, baseado no estado de saúde e de aptidão da pessoa. 

Avaliação Correta 
Adquira, progressivamente, bons hábitos alimentares. Faça cerca de 5 a 6 refeições moderadas por dia. 

O café da manhã deve ser rico e diversificado, constituindo uma das principais refeições. 

Elimine ou evite de sua dieta os alimentos que só contribuem com calorias e que não têm valor nutritivo. 

Evite chá, café e álcool, pois podem causar uma indesejável diminuição da eficiência muscular. 

Prefira água e sucos naturais, em detrimento de bebidas artificiais. 

Evite alimentos gordurosos, pois além de prejudicar o processo digestivo, aumentam o colesterol e o percentual de gordura no organismo. 

Inserir alimentos ricos em carboidratos é muito importante, porém o excesso pode ser transformado em gordura e depositado no tecido adiposo. 

Use a roupa correta 

Na prática da atividade física, a escolha da roupa é importante. 

Não utilize aquelas que dificultam a troca de temperatura entre o corpo e o meio ambiente (evite tecidos sintéticos). 

Prefira roupas claras, leves e que mantenham a maior parte do corpo em contato com o ar, facilitando a evaporação do suor. 

Use tênis apropriado para a modalidade física escolhida. 

Prepare seu corpo antes da atividade física – Alongamento e Aquecimento 

O alongamento é a forma de trabalho que visa a manutenção dos níveis de flexibilidade obtidos e a realização de movimentos de amplitude normal, com o mínimo de restrição possível, preparando assim o corpo para a atividade a ser realizada, evitando riscos aos músculos esqueléticos, tendões e articulações. Ele deve ser realizado antes e após os treinos. Ao executar os movimentos, fique atento à postura correta, mantendo a respiração lenta e profunda. Assim os resultados serão melhores. 

O aquecimento deve durar de 5 a 20 minutos, utilizando 50% da sua capacidade máxima de condicionamento. Os objetivos deste preparo (aquecimento) são o aumento da temperatura corporal e a melhora da flexibilidade, evitando lesões nas regiões a serem estimuladas pelo exercício. 

Volta a calma – resfriamento do organismo 

Ao término do seu treino, não pare bruscamente: diminua progressivamente a intensidade da sua atividade. Com isso você conseguirá obter um estado de relaxamento do sistema nervoso central, aumentando a descontração da musculatura e otimizando a recuperação metabólica. 

Sequência de alongamento para antes e depois da atividade física. 

Freqüência e Intensidade do Programa de Exercícios 

Para se adquirir um bom condicionamento, por meio de um programa eficiente de treinamento, deve-se levar em consideração os principais fatores que afetam as melhoras induzidas pelo treinamento. São estes: o nível inicial de aptidão, a freqüência, a intensidade, a duração e o tipo (modalidade) de treinamento. 

A intensidade é estabelecida no exercício em termos de percentual da resposta da frequência cardíaca máxima individual. 

Níveis de treinamento que proporcionam melhora na aptidão aeróbica, variam entre 60 e 85% da freqüência máxima, dependendo do nível de capacidade aeróbica individual. 

A freqüência de treinamento aeróbico deve ser de, no mínimo, três vezes por semana. 

Tabela de cálculo 
Para obter os níveis ideais de freqüência cardíaca para uma atividade física, faça o seguinte cálculo: 

F.C. máxima = 220 – (sua idade) 

Este resultado deve ser multiplicado pelo percentual que varia de acordo com o seu nível de condicionamento físico. 

Como saber qual é o percentual adequado para você: 

Iniciantes: entre 60 e 65% 
Intermediários: entre 65 e 75% 
Avançados: entre 75 e 85% 

Os percentuais citados são apenas sugestivos. Procure um profissional de educação física para que ele possa orientá-lo e acompanhá-lo adequadamente. 

Tabela de Freqüência 
Nos primeiros espaços devem ser utilizados ospercentuais de F. C. de acordo com o nível decondicionamento e suas respectivas F. C.. 

Exemplo: Tenho 25 anos e sou sedentário. Cálculo220-25=195. Esta é a freqüência cardíaca máxima que deve ser multiplicada pelo percentual que varia de acordo com o nível de condicionamento. 

F. C. inicial: freqüência cardíaca ainda em repouso. 
F. C. durante: freqüência cardíaca na metade do tempo de trabalho ou no momento de maior intensidade. 
F. C. final: freqüência cardíaca no término do exercício, antes da diminuição da intensidade. 
F. C. de recuperação: freqüência cardíaca após 1 minuto do término da atividade.
Tempo de Trabalho: duração do tempo total de treino. 

Intensidade do exercício: medir a intensidade do exercício em treinos realizados em aparelhos orgométricos, como esteiras, bicicletas, etc, considerando velocidade, inclinação ou níveis de carga. Se estiver nadando ou correndo na rua, considere a distância percorrida. 

Nível de esforço: relacione qual das opções reflete onível de esforço desprendido para realizar a atividade. 

Obs.: Faça cópias das tabelas seguintes para seucontrole freqüente. 

Atividade Física 
Apesar do procedimento correto, podem ocorrer dores ou até lesões 

Prevenção de Contusões 
Tão importante quanto a prática de exercícios é a prevenção de danos que possam surgir. De acordo com pesquisas, as pessoas que não praticam exercícios com freqüência – às vezes chamadas de atletas de fim de semana – apresentam 3 vezes mais danos físicos quando comparadas com participantes de esportes organizados, e 9 entre 10 desses danos são deslocamentos e luxações, normalmente resultados do desequilíbrio entre a força muscular utilizada e a tolerância pessoal. 

Exercícios e Dor 
Respeite seu nível de aptidão e seu condicionamento físico para não exceder limites e provocar possíveis lesões. Seu corpo precisa de tempo para sofrer as adaptações necessárias para a melhora de condicionamento. Isto significa que as melhoras são progressivas. A dor é um bom indício para a intensidade correta de estímulo a ser empregada. 

Lembre-se: se doer, pare. 

Tratamento de Contusões 
As dicas apresentadas por este guia são muito importantes para a prevenção dos danos físicos, mas mesmo com o maior cuidado durante o condicionamento, elas podem ocorrer. Para a maioria dos atletas amadores, o dano normalmente não é grave. Na verdade, a maior parte das lesões pode ser tratadas em casa, seguindo os seguintes procedimentos. 

Descanse 
Pare imediatamente qualquer exercício ou movimento da parte do corpo lesada. O descanso proporciona melhora. Use um apoio (pode ser uma muleta) para evitar colocar o peso sobre a perna, joelho, tornozelo ou pé, e use uma tala ou tipóia para imobilizar o braço com lesão. 

Gelo 
Aplique gelo o mais rápido possível. O frio causa uma vasocontrição, ou seja, faz com que as veias se contraiam, ajudando a parar sangramentos internos. Com isso, acumula-se o mínimo possível de sangue no local da lesão. A aplicação deve ser feita por aproximadamente 30 min, depois o gelo deve ser removido por 2 horas até a pele esquentar. Repita a aplicação do gelo por 3 a 5 vezes diariamente. Atenção: nunca ponha coisas quentes sobre uma lesão. O calor dilata os vasos sangüineos, resultando em inchaço. O calor só é apropriado após o término de sangramento interno, usualmente 72 horas após um deslocamento ou luxação. 

Compressão 
Envolva a lesão com uma bandagem elástica ou um pedaço de pano para reduzir o inchaço, diminuir a movimentação e o esforço na área lesada. Mantenha a bandagem firme, mas não aperte em excesso. 

Elevação 
Elevar a área de lesão acima do nível do coração, se possível, para que a gravidade drene o excesso de fluxo sangüineo. Este procedimento também diminui o inchaço e a dor. 

Além destes procedimentos, você poderá utilizar um analgésico para aliviar as dores provenientes de músculos, tendões e ligamentos lesados. 

Material desenvolvido com apoio do professor de educação física Wagner Gasparini, graduado pela FMU, pós-graduado em Treinamento Desportivo pela FMU e pós-graduado em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina.


Fonte: Site Brasil Escola