Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Dia dos Pais

Comemoração Dia dos Pais

No dia (17) sábado, foi realizado a comemoração do dia dos Pais. Na ocasião houve torneio, brincadeiras,  banho de piscina e por fim aquela velha feijoada.
A festa marcou o dia com pura interação e integração de Pais com seus respectivos filhos e outros convidados. 
O evento foi realizado na sede do projeto sittuado na Rua José Lopes Meireles, s/n, Boca do Poço, Paracuru.



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Os Jovens - Uma Ideia do Futuro

O jovem não precisa de ideais para planificar seu futuro, mas de um futuro para planificar seus ideais.


Com exceção das eventuais intimidações, que os pais ou irmãos mais velhos, usam como um meio para controlá-las, ou dissuadi-las de alguma coisa que considerem uma ação indevida, as crianças, ao menos as pequenas, nada temem. 

Sem uma noção clara de errado ou certo, e com um temperamento rebelde próprio daquele que tem a ânsia de explorar, e descobrir as coisas do seu mundo, assim é uma criança. 

Desse modo, muitas vezes, os adultos e crianças mais velhas, se impacientam com aquele ser dotado de uma energia aparentemente infinita, que nada consegue enxergar além de si mesmo, portanto sem senso crítico, para perceber, que o excesso de suas investidas acaba por perturbar os demais. E como as palavras não são argumentos convincentes, ou compreensíveis para alguém que não conhece seu significado, a disciplina à força logo se torna uma necessidade básica dentro de casa. 

Por disciplina à força, entenda-se intimidação de qualquer natureza, com o propósito de controlar, conformar aquele indivíduo, que parece ignorar a todos. O argumento consciente dos adultos, a prática mais utilizada nesse processo de ajuste à força, e que as crianças mais velhas também imitam, se guia por uma regra muito simples: “O que todos mais temem, senão a falta de liberdade?”. 

Para uma criança, onde a liberdade para explorar sem rédeas, é seu grande trunfo, isto também será seu ponto vulnerável. Assim, por temer ficar de castigo, o que significa ficar presa, impedida de exercitar sua infindável mecânica exploradora, ela recua e se torna parcialmente controlável. Isso para os adultos, quer dizer, disciplinado. 

Depois virão as variações dessa prática. São as compensações por bom comportamento, ou castigos pelo inverso. Esse é um dos mais fortes condicionantes. E onde há promessa de recompensas, haverá também o receio de não obtê-las. E há também os castigos. Esse argumento disciplinador é a regra. E pelo uso do medo, as crianças se ajustam. É o temor diante de ameaças que podem, ou não, ser concretizadas, a depender de suas atitudes. 

É o cerco negativo que ocorre em duas frentes. Primeiro a criança se torna medrosa, o que a impede de ser criativa. Segundo, ela prefere se acomodar e seguir as regras, protocolos comportamentais, que recebe, sem questionar nada. Resultado, criança com baixa autoestima, silenciosamente frustrada, facilmente sugestionável e manipulável pelos oportunistas de plantão. 

Como a criança ainda é incapaz de perceber que é medrosa e insegura, já que todas suas iniciativas são monitoradas de perto por seus pais, irmãos ou orientadores, ela, cada vez mais se torna dependente de uma fonte de referência, até para a autenticação dos seus próprios pensamentos. Resultado, criança sem iniciativa, sempre em busca de uma sombra para aprovar ou certificar seus atos, sempre à procura de uma muleta que lhe sirva de escora, de ordens prontas, comandos operacionais, que lhe sirvam de guia. 

Dominadas pelo receio da reprovação, logo dependerão dos outros para guiá-las em suas ações mais simples. Serão incapazes de tomar qualquer iniciativa. Sentir-se-ão seguras apenas quando os outros lhes disserem o que devem fazer, o que devem pensar, o que é errado ou certo. Tornam-se assim terreno fértil para serem manipuladas à vontade, e terão as personalidades construídas de acordo com as disposições e costumes do meio onde vivem, e isso inclui, a lavagem cerebral praticada por alguns segmentos sectários fanáticos. 

Dificilmente serão livres para pensar, livres de medos e culpas, terão forçosamente que concordar, que se conformar, se ajustar, sem nenhuma consciência de que estão sendo controladas, conduzidas, à força. O que será delas quando crescerem, já dá para imaginar, basta olhar para nosso atual modo de vida. 

E embora haja uma ideia do progresso técnico que virá para nos dar melhor qualidade de vida, psicologicamente, esse avanço não ocorrerá. Veja nosso exemplo atual, quando nos comparamos com nossos ancestrais das cavernas. Agora vestimos roupas e usamos computadores, mas, ainda não superamos o medo, a insegurança, os excessos emocionais. 

Poderemos nos deslocar pelo espaço, com a mesma facilidade de alguém que brinca de apertar os botões do seu controle remoto, na sala de sua casa, mas, interiormente, ainda seremos medrosos e subjugados pela angústia existencial, dominados pelas nossas incertezas e carências mais primitivas.
Se ainda não conseguimos erradicar das nossas relações, os mais simples conflitos em nossos relacionamentos, muito menos o sentimento de inveja, ódio, violência, então, há de se admitir, que, desde aquele tempo que morávamos em grutas, psicologicamente, pouca coisa terá mudado. Então, onde está o progresso?

E há o problema da crueldade e opressão sobre os mais fracos, e não respeitamos a vida, nem dos nossos semelhantes, nem dos animais que chamamos de irracionais, cujas vidas, para nós, têm valor apenas pecuniário. Trocamos suas vidas por dinheiro, e a tudo isso denominamos de avanço civilizatório, ou progresso.

E como cegos, somos conduzidos por aqueles a quem a tradição atribuiu o papel de guias. Estão por toda parte, como religiosos, como políticos, como salvadores, e tudo isso, para nós, significa progresso.

Uma criança ainda está muito longe de todos estes conceitos, e ainda não se vê como um espectador desse circo, tradições e superstições, enfim, de toda essa lavagem cerebral que transforma o indivíduo numa espécie zumbi, que pode ser conduzido como um cão amestrado, ao comando do mestre. Dentro de uma mente controlada não há vontade, nem livre arbítrio, nem liberdade de expressão, apenas a capacidade de obedecer, certamente, motivada pelo receio de temíveis castigos.

Uma criança precisa de orientação, para entender que sua agressividade e indiferença à dor alheia é algo insensato, algo que não deve ser praticado. Deve compreender isso sentindo na pele as consequências dos seus inconsequentes atos. A instituição do medo não educa, e ainda nos impede de progredirmos em busca de mudanças.

Correção é o ato de mostrar-lhes, pelo esclarecimento, os erros cometidos e suas respectivas consequências. A reparação das faltas ocorre quando não mais permitimos que nossos antigos erros sejam reprisados. Não precisam herdar nossos erros e desventuras, aquilo que não nos serve, elas não precisam disso. Mas devemos cuidar para que aperfeiçoem, fortaleçam, multipliquem, nossos acertos.

Se nossas atitudes do presente representam toda herança que nos legou o passado, podemos afirmar que nosso futuro poderá ser uma continuação de tudo isso. Não podemos confiar que leis, e regulamentos, obriguem o homem a ser virtuoso, pois virtude cultuada é hipocrisia, e não tem funcionado. Caráter se faz em casa, jamais na rua. Regulamentos e protocolos não podem fazer esse trabalho, jamais o poderão. Fosse assim, bastaria um decreto para banir da terra todas as angústias e conflitos humanos. Além disso, se existem leis para serem cumpridas, é porque, definitivamente, ainda não existe bom senso, consciência.

Ao orientar uma criança, ou jovem, deve o adulto, pai ou educador, ter em mente que seus problemas pessoais não resolvidos, poderão ser herdados por ela. Sua conduta tendenciosa, suas manias, seus desvios de comportamentos, sua maneira temperamental de agir, sua forma de criticar coisas e pessoas.

Desejando o educador, ou pai, mudar de postura, deve primeiro se perguntar por que precisa esperar algum tempo, tempo para processar as necessárias mudanças. É necessário algum tempo, para percebermos, que estamos com mágoa dos nossos desafetos, ou que fizemos da dissimulação, um modo de vida?

Parece que faz parte da tradição colocar as mudanças numa linha do tempo sempre distante de nós. E tudo isso é compreensível uma vez que ainda continuamos na dependência do mito da divindade, que descerá dos céus, para num passe de mágica, consertar tudo, dentro e fora de nós.

Fomos programados pelos nossos guias, para nos acomodarmos no conforto ilusório da infinita espera, onde tudo se conserta com oferendas, sem nenhum esforço pessoal. Nossa mente ainda não avançou um palmo em relação ao nosso parente troglodita que inventou a luz, por temer que das profundezas da escuridão da noite, um bicho papão viria ao seu encontro. Muda-se a indumentária, mas, o indivíduo que a veste, continua o mesmo.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Dicas para você ajudar o seu filho a ler escrever

Veja as melhores dicas para seu pequeno aprender a gostar de ler e escrever desde cedo






Você sabia que o ideal é incentivar seu filho a ler desde bebê? Quando crianças ouvem histórias contadas pelos pais, começam a entender coisas básicas. Aprendem que a leitura é feita da esquerda para a direita, veem a diferença entre palavras e desenhos...Confira outras dicas:
Como deixar o processo mais divertido?
Faça brincadeiras para seu filho gostar de ler e escrever. Pendure uma lousa na sua casa, brinque de fazer ditados ou palavras cruzadas e torne a missão algo alegre.
Como faço para estimular meu filho a ler?
O pedagogo Luca Rischbieter afirma que as crianças imitam os pais e é preciso dar o exemplo. Tenha em casa, à mão, revistas, livros e jornais. Leia e comente com ele a respeito das coisas novas que descobriu após a leitura.
O que posso fazer para ajudar meu filho a escrever?
Tenha sempre espalhado pela casa lápis, canetas, lápis de cor e papel. Escreva bilhetinhos, peça a ajuda dele para escrever a lista de supermercado e montar álbuns de fotos com legendas. Ele vai adorar.
A letra do meu filho é muito feia. Isso é um problema?
Não. Quando a criança está começando a escrever, ainda não tem tanta habilidade. Com o passar do tempo, vai adquirir prática e melhorar a letra. Observe atentamente a mão que ele usa para fazer outras atividades. Há casos de crianças canhotas que aprenderam a escrever com a mão direita e, por isso, não têm a letra muito bonita.
Devo me preocupar com a linguagem de internet?
Depende. Crianças que crescem em contato com livros infantis, contos e poesias conseguem entender e apreciar o uso da linguagem correta. É responsabilidade dos pais criar esse ambiente rico em cultura e ensinar aos pequenos que a linguagem de internet fica na internet!
Posso pressionar meu filho para ele aprender rápido?
Não. Cada criança tem seu próprio ritmo. Com o tempo, ela absorve as informações. Evite compará-la também com outras crianças.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Alguns Benefícios Didáticos do Jogo de Xadrez

O Cérebro é como um músculo, se usado Desenvolve Mais, caso contrário, atrofia


Parece que um dos grandes problemas dos nossos tempos, é a visão quase sempre parcial que temos das coisas à nossa volta. Isso normalmente ocorre porque valorizamos a especialização. Desde cedo somos condicionados a buscar na especialização uma resposta para todos os nossos problemas. Isso limita nossa visão do mundo, uma vez que passamos a ver tudo como fragmentos.

É como se olhássemos o mundo de uma janela, e a parte visível representasse tudo o que existe. Se emocionalmente reagimos de uma maneira bem peculiar, diante de cada situação, assim como nós, todas as outras pessoas, tem seu próprio modo de reagir às mesmas situações. Podemos constatar isso facilmente, pela observação dos nossos gostos, particularidades, medos, etc.

Um dos grandes desafios do educador, deveria ser o formar alunos dentro de uma filosofia integral. Por integral entendemos, ver o movimento da vida como uma coisa só, não estática, sempre dinâmica, e não como fragmentos, como é a visão especialista. Entendemos que a vida como um todo, retrata todas as faces do ser humano, suas crenças, os medos, os conflitos, as incertezas, a angústia e todo sofrimento ao qual está sujeito, e também seu funcionamento fisiológico. Mas não podemos ignorar, seu processo psicológico merece uma atenção especial.

Não podemos compreender um ente humano a partir de uma parte do seu comportamento, de uma posição social, de uma situação étnica, de uma postura ideológica. Ele é tudo isso e muito mais, mais do que podemos perceber com nossos sentidos ordinários, e nossa mente condicionada, limitada pela especialização.
De certo modo somos orientados desde cedo, a seguir uma carreira, a pensar dentro de uma metodologia, dentro de uma doutrina ou conjunto de regras, o que acaba se tornando o nosso mundo. Um mundo privado e cercado pelas muralhas desse conhecimento, que é o nosso saber, e atrás das quais nos escondemos, o que de certa forma nos conforta, pois é um terreno sempre conhecido, mas é como se além daquilo, nada mais existisse. 

Entender que a vida é dinâmica e está sempre em transformação, que é um mundo onde as alternativas mudam de posição a todo momento, como exige o próprio ir e vir do viver, capacita o estudante a ter uma mente mais flexível, com disposição a se renovar sempre, o que o facultará a acompanhar com mais realismo este incrível movimento. 

Uma mente flexível, sabe que as alternativas existem, e nunca se contenta com respostas prontas. É por natureza curiosa, está sempre aberta ao que é novo. O raciocínio lógico de algum modo capacita o jovem a pensar logo em alternativas, como possíveis respostas para seus problemas. Essa visão o impede de tomar decisões precipitadas em sua vida adulta, pois saberá que para todo problema, sempre haverá uma solução, e muitas alternativas para se chegar a ela. Uma mente assim é sem dúvida uma mente mais capacitada para lidar com a dinâmica da vida. 

Um dos maiores dilemas do ser humano é sentir-se encurralado diante de uma situação qualquer. Nesse momento, nossa mente não consegue raciocinar de uma forma lógica, coesa, racional, e os pensamentos se tornam mais ou menos fixos, ou ficarão gravitando em torno de uma mesma coisa, ou ideia, enfatizando as implicações do problema, como se estivesse presa numa espécie de vácuo mental. 

Numa condição assim, desaparecem as respostas prontas, e como que por encanto não conseguiremos vislumbrar alternativas, há como que uma espécie de engasgo temporário, do qual nossa mente não consegue se libertar. Isso acontece na maioria das vezes, devido ao nosso condicionamento rígido que valoriza a visão fragmentária, especializada, das coisas. 

E quase nunca somos capazes de ver um problema a partir da sua origem. E tentamos solucionar um problema pelos seus efeitos, o que é um grande erro, pois a consequência de um problema, na maioria das vezes, não representa o problema em si. 

Essa visão parcial limita nosso pensar, limita nossas ações diante de questões simples ou complexas. O indivíduo que se especializa numa determinada área do conhecimento, por certo terá uma visão bastante restrita de tudo que não diga respeito aos seus domínios. Isso é muito simples e lógico, mas nunca é tratado como uma das razões da angústia humana. 

Uma visão parcial, cria um individuo temeroso de tudo que possa encontrar além da sua área de atuação, se sentirá naturalmente inseguro diante de qualquer situação que fuja do seu repertório intelectual. Será por natureza conservador, e sempre dependente de outros para guiar seus passos fora daquilo que conhece. Um indivíduo inflexível, que dificilmente conseguirá ser feliz diante de uma vida, que está sempre em movimento, sempre a se diversificar, em constante renovação.
Possibilidades múltiplas precisam ser consideradas, diante de cada problema. Essa bem que poderia ser a primeira diretriz, que deveríamos passar para nossos filhos e alunos. Isso resolveria o problema das verdades únicas, que afloram mundo afora, criando verdadeiras legiões de fanáticos alienados. 

Teríamos um jovem sempre questionador, sempre disposto a aceitar, não apenas porque aquilo lhe é imposto, mas porque assim concluiu, depois de analisar dentre todas as possibilidades, que uma questão pode suscitar. Seguir sem questionar é fácil, é o que quase todos nós fazemos vida afora. Mas um indivíduo só se torna questionador, quando sabe que para cada questão, há sempre uma solução, dentre as inúmeras possibilidades que pode ter diante de si. 

Isso quer dizer que, uma mesma questão, apesar de ter apenas uma solução, tem vários caminhos para se chegar até ela, e não apenas um. Pode parecer simples, mas normalmente diante de um problema, ele emperra porque só conseguimos vislumbrar a solução que o mesmo exige, o caminho para onde o mesmo aponta, e nunca os caminhos alternativos que também nos conduziriam a essa mesma solução. O caminho único pode limitar nossa ação, mas diante de alternativas, acabaremos por encontrar uma que se mostre mais adequada ao nosso perfil e temperamento, aquela onde possamos exercitar todo nosso potencial criativo.
Uma visão mais ampla, quer dizer alguém que seja capaz de enxergar, não apenas o adversário que está diante de si, mas também todo ambiente à sua volta, todos os demais protagonistas que façam parte da cenografia, enfim, a maior parte possível do ambiente onde se desenvolve a trama, e seus possíveis desdobramentos, faculta um número maior de respostas. 

A visão geral da situação, onde também se inclui o adversário, nos permite fazer uma melhor avaliação do problema, ampliar o espectro de suas consequências, nos mostrar as opções das quais podemos dispor para solucioná-lo, e podemos mesmo concluir que pode nem haver um problema. Uma visão limitada e restrita de uma questão, pode nos colocar diante de uma situação com cara de problema, sem que fato o seja. 

Um jogador de Xadrez, tem diante de si problemas, situações que se apresentam, de um modo inicial, como de difícil solução. Mas, eis que ao erguer sua vista, ele pode vislumbrar mais adiante, ter uma visão panorâmica, geral, da coisa. Ao ver o tabuleiro por inteiro, ele pode apreciar melhor o problema que tem diante de si. Será capaz de avaliar, minimizar ou eliminar, seus possíveis efeitos, e o mais importante, conhecer todos os recursos dos quais dispõe para tentar solucioná-lo. 

Poderá prever se as soluções que imagina, terão o efeito desejado. Terá ainda diante de si, as possíveis consequências de cada decisão que decida tomar. Ele tem uma visão privilegiada da situação por inteiro. Pode reconstituir todos os passos, de modo que o conduzam à raiz daquele obstáculo, e diante dos fatos, pode finalmente aprender sobre os eventuais desfechos das falhas já cometidas, ou que venham a ocorrer. 

Saberá ainda como superar, no futuro ou no agora, cada dificuldade que se apresente diante dele. Para se aprender de forma adequada, a atenção é sem dúvida a qualidade mais importante. O jogo de Xadrez, se propõe a despertar em primeiro lugar, entre seus praticantes, esse essencial estado de vigília, o que os tornará observadores qualificados, mais cuidadosos com os detalhes, mais criteriosos e capazes em suas decisões. 

Sua visão se renova, seu modo de pensar se amplia, e terá a seu favor dois fatores, mais que importantes na solução de qualquer questão da vida. Um deles é a lógica que o ensinará a sistematizar e organizar uma questão antes de tentar resolvê-la. A outra é versatilidade, atributo de uma mente aberta, flexível, que está sempre disposta a experimentar as novas possibilidades, além daquelas já existentes, para solucionar uma mesma questão. 

Na visão tradicional, temos diante de nós, muitas soluções prontas para antigos e novos problemas. Se eles nunca se renovassem, seria um mundo perfeito, mas os problemas estão sempre mudando de forma, e as antigas soluções se mostram obsoletas, incapazes de resolver a coisa. Sendo orientado para, a partir do todo se chegar à parte, o jovem praticante de Xadrez, desenvolve a capacidade de antecipar situações possíveis de criar problemas. Logo, ele se torna mais capaz, não só de evitar futuros problemas, mas também de solucionar problemas, não apenas de natureza lógica, mas de qualquer natureza. 

Uma mente vigorosa, ativa, cheia de músculos mentais bem desenvolvidos, é o benefício imediato de quem mentalmente articula muitos caminhos e possibilidades para se chegar a um objetivo. É a mesma coisa de um autor de ficção, a criar uma trama onde, por exemplo, o personagem principal, ao caminhar por uma estrada cheia de obstáculos, tivesse que tratar cada um, de uma maneira sempre nova, o que não seria possível com uma mentalidade inflexível. 

Nessa prática, devemos ainda ensinar, que o jogo apesar de ser uma competição, não precisa tornar-se uma disputa, pois não deve existir perdedor ou vencedor, se ambos, jogador e adversário, estão aprendendo juntos.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Alimentação das crianças

Disfarçar alimentos, inventar histórias e não esquentar com a sujeira


Desesperados para ver os filhos se alimentarem corretamente, muitos pais lançam mão de chantagens pouco corretas para conseguir emplacar algumas colheradas. Ameaças como “se você não comer a salada, vai ficar sem videogame a semana toda” são pouco eficazes. Além de estabelecerem a alface como algo horrível e o videogame como algo incrível, elas podem gerar um estresse desnecessário entre adultos e crianças. O melhor é apostar em alguns truques práticos para fazer seu filho mudar de ideia em relação às comidas saudáveis.

1. Capriche na apresentação do prato 
As crianças comem, sim, com os olhos. Um prato bem decorado e colorido faz toda a diferença. É uma coisa simples de ser feita: desde colocar mais cores, que é resultado de uma dieta equilibrada, até montar uma carinha com os alimentos.

2. Invista em alimentos pequenos 
A lógica é simples: alimentos em miniatura fazem com que as crianças sintam que aquilo foi feito só para ela.  Mini legumes ou folhas de rúcula “baby”, por exemplo, tendem a agradar bastante. Mas não necessariamente precisam ser alimentos em miniatura. Ovinhos de codorna, por exemplo, também podem ser utilizados como incrementos.

3. Evite bebidas durante a refeição 
Diminuir o volume de líquidos durante as refeições pode ser uma boa pedida. Os líquidos ajudam a saciar a fome, ou dão a sensação de saciedade, ou seja, de estar satisfeito, oferecer água ou suco, portanto, somente depois do almoço ou da janta.

4. Ofereça primeiro o que ele menos gosta 
A maioria das famílias costuma fazer o contrário, mas o melhor para a criança que não come verduras é tê-las à vista antes dos outros pratos da refeição. Assim, ela estará com fome e pode consumir esta preparação mais facilmente.

5. Mantenha os alimentos saudáveis em lugares acessíveis 
Manter as frutas expostas na cozinha, ou até já lavadas e cortadas na geladeira, prontas para serem alvos de uma criança faminta. A fórmula também pode funcionar para legumes, como cenouras e pepinos.

6. Cozinhe com seu filho 
Estimular a criança a colocar a mão na massa pode fazê-la se alimentar melhor

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Dicas para fazer um bom uso da mochila escolar

Ela tem jeito certo de ser carregada, peso máximo e seu conteúdo deve, sim, ser supervisionado pelos pais. 



É só parar na porta de qualquer escola e observar a entrada e saída das crianças por cinco minutos, para perceber que muitas carregam mochilas de tamanho totalmente desproporcional à própria altura. Outras andam até curvadas para suportar o peso. 

Muitas vezes, isso ocorre por que a criança não sabe arrumar a mochila antes de ir para a escola e acaba colocando coisas desnecessárias, livros em demasia e até brinquedos. Os pais devem conferir o que os filhos levam na mochila todos os dias.

Não é só questão de ser um pai ou mãe antenados - olhar o que tem dentro da mala da criança é prezar pela saúde dela. A mochila pesada, principalmente em quem está em fase de crescimento, pode provocar dores, alterações posturais e problemas na coluna lombar.

Muitas vezes, também, os próprios pais colocam coisas demais na mochila dos filhos. Em geral, isso é bem comum entre os alunos menores. Os pais procuram suprir tudo o que o filho pode vir a precisar durante o período que estão fora de seu alcance direto.



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Criança e Internet: Que cuidados devemos ter

Crianças na internet

A Internet, como sabemos, está entrando na vida das pessoas cada vez mais cedo. As crianças, muitas vezes, sabem lidar com o computador e internet bem melhor que seus próprios pais. Os pais, para agradarem seus filhos, e pensando na educação e conhecimento deles, acabam presenteando-os com um computador ou notebook,com acesso à Internet.
A Internet, como sabemos, está entrando na vida das pessoas cada vez mais cedo. As crianças, muitas vezes, sabem lidar com o computador e internet bem melhor que seus próprios pais. Os pais, para agradarem seus filhos, e pensando na educação e conhecimento deles, acabam presenteando-os com um computador ou notebook,com acesso à Internet.

Muitos desses pais nem sabem mexer no computador, e assim, não conhecem os programas existentes e os perigos que podem conter neles. Outros pais, no entanto, sabem e conhecem bem o uso do computador e da Internet, porém, em função das longas jornadas de trabalho não conseguem acompanhar totalmente o que os seus filhos olham e fazem na Internet.


Sabemos que a Internet é uma grande fonte de entretenimento e conhecimento, atualmente, indispensável na vida das pessoas. Porém, também existem riscos que às crianças como a pedofilia, altamente preocupante; a pornografia e os crimes virtuais. As crianças não são como os adultos, que no geral sabem as consequências das atitudes. Elas são inocentes e em muitas vezes não sabem distinguir o certo do errado.


Como devemos então ensinar as nossas crianças a se comportar no mundo virtual?


1.Jamais colocar informações pessoais em sites de relacionamento


Não permita que seu filho coloque número de telefone, endereço da casa ou escola ou qualquer outro tipo de informação que possa ser encontrado.



2.Não use o site de relacionamento para expor a sua agenda


Instrua seu filho a não colocar informações em site como facebook e MSN de lugares onde estarão, com dia e hora. Muitos costumam colocar no MSN frases do tipo: “Amanhã natação no ginásio, espero vocês às 14 horas!”. Aparentemente uma frase simples, mas em uma mente maldosa pode oferecer muitas informações.



3.Nunca fale com estranhos


Não falar com estranhos é um dos primeiros ensinamentos que os pais dão aos seus filhos na vida. Ensine à eles que na Internet não é diferente. A suposta proteção que acham que possuem por estarem atrás de uma tela não é real, então, deixe isso bem claro para as crianças. Explique que as pessoas podem se passar por pessoas que não são, que um adulto pode dizer que tem a sua idade, mas na realidade não é o acontece.



4. Não mostre suas fotos e sua imagem


As crianças devem ser proibidas de enviar fotos ou ligar a webcan para pessoas estranhas, mesmo que elas considerem um amigo virtual. Como foi citado acima, muitos adultos se fazem passar por crianças para coletar informações da sua vítima. Não permita também que seus filhos coloquem fotos inapropriadas em sites de relacionamento, como poses que não combinam com a sua idade. Roupas curtas e de banho devem também ser evitas. Existem pessoas que encontram essas fotos e as divulgam em sites de pedofilia ou mesmo prostituição infantil.



5.Acompanhe as amizades de seus filhos


O principal de tudo é sempre ter contato com seus filhos. Uma boa conversa, explicando e esclarecendo tudo à eles é o melhor método de segurança na Internet e na vida. Dê confiança à eles, instrua a sempre contar o que acontece na Internet, com quem conversou, o que conversou, enfim, mostre-se preocupada e sempre converse muito.