Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Dicas para fazer um bom uso da mochila escolar

Ela tem jeito certo de ser carregada, peso máximo e seu conteúdo deve, sim, ser supervisionado pelos pais. 



É só parar na porta de qualquer escola e observar a entrada e saída das crianças por cinco minutos, para perceber que muitas carregam mochilas de tamanho totalmente desproporcional à própria altura. Outras andam até curvadas para suportar o peso. 

Muitas vezes, isso ocorre por que a criança não sabe arrumar a mochila antes de ir para a escola e acaba colocando coisas desnecessárias, livros em demasia e até brinquedos. Os pais devem conferir o que os filhos levam na mochila todos os dias.

Não é só questão de ser um pai ou mãe antenados - olhar o que tem dentro da mala da criança é prezar pela saúde dela. A mochila pesada, principalmente em quem está em fase de crescimento, pode provocar dores, alterações posturais e problemas na coluna lombar.

Muitas vezes, também, os próprios pais colocam coisas demais na mochila dos filhos. Em geral, isso é bem comum entre os alunos menores. Os pais procuram suprir tudo o que o filho pode vir a precisar durante o período que estão fora de seu alcance direto.



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Criança e Internet: Que cuidados devemos ter

Crianças na internet

A Internet, como sabemos, está entrando na vida das pessoas cada vez mais cedo. As crianças, muitas vezes, sabem lidar com o computador e internet bem melhor que seus próprios pais. Os pais, para agradarem seus filhos, e pensando na educação e conhecimento deles, acabam presenteando-os com um computador ou notebook,com acesso à Internet.
A Internet, como sabemos, está entrando na vida das pessoas cada vez mais cedo. As crianças, muitas vezes, sabem lidar com o computador e internet bem melhor que seus próprios pais. Os pais, para agradarem seus filhos, e pensando na educação e conhecimento deles, acabam presenteando-os com um computador ou notebook,com acesso à Internet.

Muitos desses pais nem sabem mexer no computador, e assim, não conhecem os programas existentes e os perigos que podem conter neles. Outros pais, no entanto, sabem e conhecem bem o uso do computador e da Internet, porém, em função das longas jornadas de trabalho não conseguem acompanhar totalmente o que os seus filhos olham e fazem na Internet.


Sabemos que a Internet é uma grande fonte de entretenimento e conhecimento, atualmente, indispensável na vida das pessoas. Porém, também existem riscos que às crianças como a pedofilia, altamente preocupante; a pornografia e os crimes virtuais. As crianças não são como os adultos, que no geral sabem as consequências das atitudes. Elas são inocentes e em muitas vezes não sabem distinguir o certo do errado.


Como devemos então ensinar as nossas crianças a se comportar no mundo virtual?


1.Jamais colocar informações pessoais em sites de relacionamento


Não permita que seu filho coloque número de telefone, endereço da casa ou escola ou qualquer outro tipo de informação que possa ser encontrado.



2.Não use o site de relacionamento para expor a sua agenda


Instrua seu filho a não colocar informações em site como facebook e MSN de lugares onde estarão, com dia e hora. Muitos costumam colocar no MSN frases do tipo: “Amanhã natação no ginásio, espero vocês às 14 horas!”. Aparentemente uma frase simples, mas em uma mente maldosa pode oferecer muitas informações.



3.Nunca fale com estranhos


Não falar com estranhos é um dos primeiros ensinamentos que os pais dão aos seus filhos na vida. Ensine à eles que na Internet não é diferente. A suposta proteção que acham que possuem por estarem atrás de uma tela não é real, então, deixe isso bem claro para as crianças. Explique que as pessoas podem se passar por pessoas que não são, que um adulto pode dizer que tem a sua idade, mas na realidade não é o acontece.



4. Não mostre suas fotos e sua imagem


As crianças devem ser proibidas de enviar fotos ou ligar a webcan para pessoas estranhas, mesmo que elas considerem um amigo virtual. Como foi citado acima, muitos adultos se fazem passar por crianças para coletar informações da sua vítima. Não permita também que seus filhos coloquem fotos inapropriadas em sites de relacionamento, como poses que não combinam com a sua idade. Roupas curtas e de banho devem também ser evitas. Existem pessoas que encontram essas fotos e as divulgam em sites de pedofilia ou mesmo prostituição infantil.



5.Acompanhe as amizades de seus filhos


O principal de tudo é sempre ter contato com seus filhos. Uma boa conversa, explicando e esclarecendo tudo à eles é o melhor método de segurança na Internet e na vida. Dê confiança à eles, instrua a sempre contar o que acontece na Internet, com quem conversou, o que conversou, enfim, mostre-se preocupada e sempre converse muito.



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Por que não faltar às aulas?

A escola é o compromisso do seu filho. Saiba porque é tão importante estar sempre presente


Um falta porque está frio demais. Outro porque o pai aproveitou uma promoção e toda família viajou. Um terceiro pegou uma gripe e estava indisposto. Para aquele, a preguiça falou mais alto. E assim vai. Cada um tem um motivo, um às vezes mais sério do que outro. Ou menos sério do que o outro. Mas a questão é: quando um estudante deixa de ir à escola, muitos saem perdendo. O maior prejudicado, sem dúvida, é o próprio aluno, já que ele precisa correr atrás do tempo perdido para seguir o ritmo dos demais. E, por mais que faça, nem sempre todo o esforço é suficiente.
Os colegas de turma também sofrem porque, de um jeito ou de outro, vão ouvir de novo pelo menos parte das explicações do professor ao invés de aprender coisas novas ou ter discussões mais aprofundadas. O prejudicado é o professor, que precisa refazer seu planejamento para suprir o desfalque de quem está ausente, disponibilizar material e estar atento para que diferenças de conhecimento entre a turma não se acentuem. Não é a toa que é lei nacional: os dias letivos precisam ser cumpridos, sendo uma responsabilidade da instituição de ensino oferecer a Educação e dos alunos fazerem sua parte.
Quando o aluno falta, mas depois estuda em casa, ele recupera o que foi trabalhado em sala? 
Estudar em casa deve ser visto como um complemento às aulas e não como um substituto. A construção do conhecimento se dá em aula e pelo grupo. Determinados aspectos de um texto são salientados no debate e na discussão coletiva. É por isso que esse texto, lido em casa e sem as contribuições de sala, não terá a mesma força e os momentos em grupo não têm como ser recuperados.

Então não falta as aulas!!!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Razões para ir à reunião de pais e mestres

É preciso cuidar com afinco da Educação do seu filho. E frequentar as reuniões escolares é um excelente começo. Quer ver?



professor do seu filho conhece suas expectativas em relação ao trabalho dele? E você: sabe exatamente como é o dia-a-dia da criança na escola? Sabe como ela se relaciona com o professor e os colegas? Se você frequenta as reuniões de pais e mestres e mantém um diálogo constante com os profissionais que cuidam da Educação do seu filho, provavelmente deve estar com todas essas questões esclarecidas e, portanto, sentindo-se mais seguro. 

Sim, a reunião de pais e mestres não é um mero evento protocolar, que a escola organiza com o objetivo de dar algumas satisfações aos pais. O objetivo das reuniões é compartilhar interesses e missões tendo em vista os benefícios para o aluno.

Compartilhar é mesmo a palavra quando se fala nessas reuniões. Afinal, a relação entre a escola e os pais deve ser de parceria. Para ela, as reuniões têm um grande poder de aproximar famílias e escolas. Os pais recebem orientações, esclarecem dúvidas e, assim, estabelecem uma relação de confiança e cooperação com os professores.

Do ponto de vista social, estar presente nas reuniões também traz benefícios aos pais e, consequentemente, ao aluno, pois a troca de vivências é grande. É importante que os pais dos alunos se conheçam e troquem experiências.
Acompanhar o aprendizado:
Ponto alto nas reuniões, o processo de aprendizado das crianças costuma ser discutido para que os pais possam acompanhar o desenvolvimento de seus filhos, ou, no mínimo, ter referências sobre a fase da criança ("Ela já devia estar lendo?", "E escrevendo?"). É também um momento propício para tirar dúvidas que surgem no ambiente doméstico, principalmente sobre as tarefas que são solicitadas aos alunos. "Posso ajudar meu filho no dever de casa?", "Por que é importante que ele faça todas as tarefas?", "Ele precisa estudar todo dia?".

É fundamental que pais e professores sintonizem suas cobranças e seus discursos. Isso evita que a criança tenha conflitos. É prejudicial quando os pais cobram uma coisa e a escola outra, porque a criança acaba se sentindo sempre em falta com alguém.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Como planejar os estudos?

Noites bem-dormidas, cineminha garantido todo fim de semana e, para completar, notas boas. O segredo? Planejamento.





Se no ano passado você ficou pendurado na escola, cheio de dificuldades e com o boletim mais vermelho que a bandeira da China, calma! O começo do ano letivo está aí para te dar a chance de fazer tudo certo dessa vez. E "certo" não significa se matar de estudar.

Mantenha o cinema no final de semana e nem pense em diminuir as horas de sono. Isso mesmo: um bom estudo não requer noites em claro nem renúncia à diversão. Ao contrário. Boas noites de sono e tempo para o lazer são fundamentais para se manter a disposição para estudar, conforme pesquisas conduzidas pelo cientista Robert Stickgold, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Mas, então, qual é a formula mágica para não acabar o ano com a corda no pescoço? Não tem mistério: basta elaborar um bom roteiro de suas atividades e respeitar esse planejamento. 

O primeiro passo é admitir que no passado faltou vontade de aprender. Isso porque o desejo sincero de estar ali estudando interfere decisivamente na concentração que se tem. 

Só quando você está ligado no que está fazendo é que o seu cérebro capta adequadamente os estímulos externos, sejam eles a fala de seu professor ou algo escrito. O interesse e o desejo de prestar atenção no assunto promovem uma ativação cerebral em níveis que permitem a memorização.

Mesmo depois de estar concentrado na realização da tarefa, ainda há diversas maneiras de se tornar mais produtivo. Uma delas é estabelecer prioridades para a mente. O maior desafio de um estudante, a prova de vestibular, pode ser vencida mais facilmente com algumas atitudes, como olhar primeiro a prova inteira e realizar os exercícios mais fáceis antes de responder ao resto. A melhor maneira é encarar uma prova como um jogo de pega-varetas, em que você tira primeiro as peças que não oferecem risco.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Algumas características de um bom aluno

Descubra as posturas que contribuem para um melhor aproveitamento escolar e veja como estimulá-las em seu filho


Cada aluno é diferente, tem sua própria personalidade e jeito de aprender, mas mesmo diante de turmas heterogêneas, professores conseguem identificar aqueles considerados "bons alunos". Um conceito que não está diretamente relacionado a desempenho acadêmico e sim a características que irão contribuir para o melhor aproveitamento das oportunidades de aprendizagem oferecidas pela escola. 

Um bom aluno é aquele que tem uma família apoiando e torcendo para seu sucesso, que tem interesse em aprender, é equilibrado afetivamente e tem condições de conviver em um grupo social, respeitando os demais e sabendo aproveitar as chances que tem de construir novos conhecimentos. Os pais devem preparar seus filhos para serem alunos. E este preparo deve ter um caráter permanente, para acompanhar as exigências progressivas que cada novo degrau acadêmico traz. A escola precisa do apoio dos pais para que o aluno se envolva com o aprendizado. Às vezes, envia-se diversas notificações para casa, indicando que o filho não está cumprindo com seu papel e isso não surte nenhum efeito na família. Com isso, a escola, sozinha, não irá conseguir mostrar o valor do aprendizado para este aluno.
Se a responsabilidade parece grande para os pais, a boa notícia é que as características que distinguem um bom aluno não são nada mirabolantes e atitudes simples incorporadas no dia a dia são capaz de dar um "empurrãozinho" para que os filhos as desenvolvam. Não se trata de padronizar comportamentos ou criar um modelo a ser seguido, mas de incentivar atitudes que contribuem para o aprendizado e para uma boa relação aluno-escola. Confira quais, na opinião dos três entrevistados, são elas:

É organizado e cumpre com os seus deveres.
Esta é uma das características mais frisadas por todos os entrevistados e a mais básica de todas. O bom aluno faz as tarefas de casa, importantes para o entendimento do conteúdo trabalhado em sala de aula; traz o material correto das aulas previstas para o dia; entrega, no prazo, trabalhos escolares bem feitos; tem uma rotina de estudo regular; prepara-se para as avaliações. "O bom aluno é aquele que faz sua parte com afinco e responsabilidade e diante dos contratempos, como uma nota baixa em uma prova, por exemplo, procura se empenhar para melhorar", afirma a psicopedagoga Ana Cássia Maturano. 

- Empurrão da família: valorizar, apoiar e acompanhar o tempo dedicado pelo filho aos estudos em casa. Isto envolve desde oferecer um ambiente favorável ao aprendizado, ajudá-lo a organizar sua rotina escolar, dar atenção especial à lição de casa e incentivá-lo ao estudo contínuo. 

Respeita e valoriza o professor:
O bom aluno tem uma boa relação com os professores, respeitando sua autoridade e valorizando o que eles têm a ensinar. "O que temos assistido é uma posição de enfrentamento dos alunos diante do professor, como se ele fosse um inimigo a ser combatido, o que prejudica esta relação. Um professor que se sinta bem, acolhido pela turma, com certeza conseguirá explicar melhor o conteúdo", comenta José Carlos Pomarico, diretor-geral do Colégio Joana D´Arc. 

- Empurrão da família: a postura familiar é essencial para preservar a autoridade do professor. Na verdade, o ideal é que a criança cresça aprendendo que ele é a maior autoridade da sala de aula. Em casa, os filhos jamais devem ouvir dos pais algo que desautorize ou desabone o professor. Em caso de conflitos, o melhor é procurar primeiro descobrir exatamente o que aconteceu em vez de se fiar somente na versão do filho. E uma ótima atitude é comentar sobre professores que marcaram a vida dos pais, contribuindo para seu crescimento pessoal e profissional. 

Presta atenção na aula.
Estar atento às explicações do professor é, logicamente, algo essencial para um bom aproveitamento escolar. Isto não significa a adoção de uma postura passiva ou a exigência da criança ou adolescente ficar muda o tempo todo, mas sim não ser aquele tipo de aluno que inicia conversas paralelas, a ponto de atrapalhar a si e aos demais colegas ou aquele outro perfil, de quem está mentalmente longe do que ocorre na sala. "A baixa atenção na aula pode ser comparada com a situação de uma pessoa que tem um prato rico e variado à sua frente, mas come apenas uma pequena parte desta porção. Ou seja, ele irá aproveitar muito pouco dos nutrientes oferecidos, prejudicando seu desenvolvimento", explica o professor Egídio José Romanelli, pós-doutor em Neuropsicologia pela Universidade de Montreal (Canadá).

- Empurrão da família: aqui vale a famosa e recomendada pergunta diária de "o que você aprendeu na escola hoje?", mas feita com um real interesse, com disposição para ouvir e criar um diálogo a partir dela. Isto permite perceber o quanto o filho realmente se atentou ao que foi trabalhado em sala de aula e, também, é um fator motivacional: fica claro que a família valoriza o que se está aprendendo, estimulando o aluno a compartilhar as descobertas que faz e as informações que recebe na escola - só possível, claro, estando atento a elas.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Volta às aulas sem crise

Saiba como transformar o período letivo em um momento prazeroso para seu filho


É muito comum crianças e adolescentes terem dificuldades para entrar no ritmo escolar após passar as longas férias de verão distante do ambiente escolar, seja em casa ou viajando. Mas saiba que, mais do que possível, é muito importante que seu filho comece o ano bem motivado.

O primeiro passo é tranquilizá-lo, já que um novo ano costuma ser a causa de muita ansiedade. "Os amigos serão os mesmos? E se forem novos colegas, eles vão gostar de mim? Quem serão os novos professores? Será que vou gostar das matérias da nova série?". Essas e outras perguntas estão na cabeça da molecada quando chega a hora de voltar para a escola.

Cabe também a você, como pai, se avaliar. "Será que não sou eu mesmo a causa de grande parte da ansiedade de meu filho?". Muitas vezes não acreditamos que na escola nosso filho terá a mesma atenção e carinho que recebe em casa. Tente se tranquilizar. 

Organizar o material na mochila:
Toda criança gosta de organizar o material escolar para a volta às aulas, principalmente se ele for todo renovado. Mas atenção: renovar não significa apenas comprar material novo. Claro que no começo do ano é necessário trocar muita coisa. Mas você pode aproveitar livros usados por outras crianças, encapar cadernos que já possuía, reparar lápis, estojo e mochila. Essas mudanças já deixam a criança motivada e ansiosa para usar o material, mesmo quando não é recém-saído da loja.

Criar uma rotina:
É importante que tanto você quanto seu filho criem uma rotina de atividades que deve ser seguida até o fim do ano. Isso porque durante a vida escolar, as lições de casa, os trabalhos e as provas se tornam cada vez mais frequentes, exigindo dos alunos organização e planejamento. A falta de uma rotina pré-estabelecida muitas vezes compromete o aproveitamento do seu filho na escola. 

Isso inclui o horário para levantar, ir à escola, fazer as lições, dormir. Mas você também deve ter o hábito de conversar sobre o cotidiano da escola - o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas - e deve impedir que a criança falte às aulas ou deixe de cumprir as atividades no horário em que foram combinadas. 

Seja firme. Por mais que seu filho choramingue, não queira acordar cedo e sinta falta das férias, não ceda. A adaptação à rotina depende da sua postura como mãe ou pai.