Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Razões para ir à reunião de pais e mestres

É preciso cuidar com afinco da Educação do seu filho. E frequentar as reuniões escolares é um excelente começo. Quer ver?



professor do seu filho conhece suas expectativas em relação ao trabalho dele? E você: sabe exatamente como é o dia-a-dia da criança na escola? Sabe como ela se relaciona com o professor e os colegas? Se você frequenta as reuniões de pais e mestres e mantém um diálogo constante com os profissionais que cuidam da Educação do seu filho, provavelmente deve estar com todas essas questões esclarecidas e, portanto, sentindo-se mais seguro. 

Sim, a reunião de pais e mestres não é um mero evento protocolar, que a escola organiza com o objetivo de dar algumas satisfações aos pais. O objetivo das reuniões é compartilhar interesses e missões tendo em vista os benefícios para o aluno.

Compartilhar é mesmo a palavra quando se fala nessas reuniões. Afinal, a relação entre a escola e os pais deve ser de parceria. Para ela, as reuniões têm um grande poder de aproximar famílias e escolas. Os pais recebem orientações, esclarecem dúvidas e, assim, estabelecem uma relação de confiança e cooperação com os professores.

Do ponto de vista social, estar presente nas reuniões também traz benefícios aos pais e, consequentemente, ao aluno, pois a troca de vivências é grande. É importante que os pais dos alunos se conheçam e troquem experiências.
Acompanhar o aprendizado:
Ponto alto nas reuniões, o processo de aprendizado das crianças costuma ser discutido para que os pais possam acompanhar o desenvolvimento de seus filhos, ou, no mínimo, ter referências sobre a fase da criança ("Ela já devia estar lendo?", "E escrevendo?"). É também um momento propício para tirar dúvidas que surgem no ambiente doméstico, principalmente sobre as tarefas que são solicitadas aos alunos. "Posso ajudar meu filho no dever de casa?", "Por que é importante que ele faça todas as tarefas?", "Ele precisa estudar todo dia?".

É fundamental que pais e professores sintonizem suas cobranças e seus discursos. Isso evita que a criança tenha conflitos. É prejudicial quando os pais cobram uma coisa e a escola outra, porque a criança acaba se sentindo sempre em falta com alguém.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Como planejar os estudos?

Noites bem-dormidas, cineminha garantido todo fim de semana e, para completar, notas boas. O segredo? Planejamento.





Se no ano passado você ficou pendurado na escola, cheio de dificuldades e com o boletim mais vermelho que a bandeira da China, calma! O começo do ano letivo está aí para te dar a chance de fazer tudo certo dessa vez. E "certo" não significa se matar de estudar.

Mantenha o cinema no final de semana e nem pense em diminuir as horas de sono. Isso mesmo: um bom estudo não requer noites em claro nem renúncia à diversão. Ao contrário. Boas noites de sono e tempo para o lazer são fundamentais para se manter a disposição para estudar, conforme pesquisas conduzidas pelo cientista Robert Stickgold, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Mas, então, qual é a formula mágica para não acabar o ano com a corda no pescoço? Não tem mistério: basta elaborar um bom roteiro de suas atividades e respeitar esse planejamento. 

O primeiro passo é admitir que no passado faltou vontade de aprender. Isso porque o desejo sincero de estar ali estudando interfere decisivamente na concentração que se tem. 

Só quando você está ligado no que está fazendo é que o seu cérebro capta adequadamente os estímulos externos, sejam eles a fala de seu professor ou algo escrito. O interesse e o desejo de prestar atenção no assunto promovem uma ativação cerebral em níveis que permitem a memorização.

Mesmo depois de estar concentrado na realização da tarefa, ainda há diversas maneiras de se tornar mais produtivo. Uma delas é estabelecer prioridades para a mente. O maior desafio de um estudante, a prova de vestibular, pode ser vencida mais facilmente com algumas atitudes, como olhar primeiro a prova inteira e realizar os exercícios mais fáceis antes de responder ao resto. A melhor maneira é encarar uma prova como um jogo de pega-varetas, em que você tira primeiro as peças que não oferecem risco.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Algumas características de um bom aluno

Descubra as posturas que contribuem para um melhor aproveitamento escolar e veja como estimulá-las em seu filho


Cada aluno é diferente, tem sua própria personalidade e jeito de aprender, mas mesmo diante de turmas heterogêneas, professores conseguem identificar aqueles considerados "bons alunos". Um conceito que não está diretamente relacionado a desempenho acadêmico e sim a características que irão contribuir para o melhor aproveitamento das oportunidades de aprendizagem oferecidas pela escola. 

Um bom aluno é aquele que tem uma família apoiando e torcendo para seu sucesso, que tem interesse em aprender, é equilibrado afetivamente e tem condições de conviver em um grupo social, respeitando os demais e sabendo aproveitar as chances que tem de construir novos conhecimentos. Os pais devem preparar seus filhos para serem alunos. E este preparo deve ter um caráter permanente, para acompanhar as exigências progressivas que cada novo degrau acadêmico traz. A escola precisa do apoio dos pais para que o aluno se envolva com o aprendizado. Às vezes, envia-se diversas notificações para casa, indicando que o filho não está cumprindo com seu papel e isso não surte nenhum efeito na família. Com isso, a escola, sozinha, não irá conseguir mostrar o valor do aprendizado para este aluno.
Se a responsabilidade parece grande para os pais, a boa notícia é que as características que distinguem um bom aluno não são nada mirabolantes e atitudes simples incorporadas no dia a dia são capaz de dar um "empurrãozinho" para que os filhos as desenvolvam. Não se trata de padronizar comportamentos ou criar um modelo a ser seguido, mas de incentivar atitudes que contribuem para o aprendizado e para uma boa relação aluno-escola. Confira quais, na opinião dos três entrevistados, são elas:

É organizado e cumpre com os seus deveres.
Esta é uma das características mais frisadas por todos os entrevistados e a mais básica de todas. O bom aluno faz as tarefas de casa, importantes para o entendimento do conteúdo trabalhado em sala de aula; traz o material correto das aulas previstas para o dia; entrega, no prazo, trabalhos escolares bem feitos; tem uma rotina de estudo regular; prepara-se para as avaliações. "O bom aluno é aquele que faz sua parte com afinco e responsabilidade e diante dos contratempos, como uma nota baixa em uma prova, por exemplo, procura se empenhar para melhorar", afirma a psicopedagoga Ana Cássia Maturano. 

- Empurrão da família: valorizar, apoiar e acompanhar o tempo dedicado pelo filho aos estudos em casa. Isto envolve desde oferecer um ambiente favorável ao aprendizado, ajudá-lo a organizar sua rotina escolar, dar atenção especial à lição de casa e incentivá-lo ao estudo contínuo. 

Respeita e valoriza o professor:
O bom aluno tem uma boa relação com os professores, respeitando sua autoridade e valorizando o que eles têm a ensinar. "O que temos assistido é uma posição de enfrentamento dos alunos diante do professor, como se ele fosse um inimigo a ser combatido, o que prejudica esta relação. Um professor que se sinta bem, acolhido pela turma, com certeza conseguirá explicar melhor o conteúdo", comenta José Carlos Pomarico, diretor-geral do Colégio Joana D´Arc. 

- Empurrão da família: a postura familiar é essencial para preservar a autoridade do professor. Na verdade, o ideal é que a criança cresça aprendendo que ele é a maior autoridade da sala de aula. Em casa, os filhos jamais devem ouvir dos pais algo que desautorize ou desabone o professor. Em caso de conflitos, o melhor é procurar primeiro descobrir exatamente o que aconteceu em vez de se fiar somente na versão do filho. E uma ótima atitude é comentar sobre professores que marcaram a vida dos pais, contribuindo para seu crescimento pessoal e profissional. 

Presta atenção na aula.
Estar atento às explicações do professor é, logicamente, algo essencial para um bom aproveitamento escolar. Isto não significa a adoção de uma postura passiva ou a exigência da criança ou adolescente ficar muda o tempo todo, mas sim não ser aquele tipo de aluno que inicia conversas paralelas, a ponto de atrapalhar a si e aos demais colegas ou aquele outro perfil, de quem está mentalmente longe do que ocorre na sala. "A baixa atenção na aula pode ser comparada com a situação de uma pessoa que tem um prato rico e variado à sua frente, mas come apenas uma pequena parte desta porção. Ou seja, ele irá aproveitar muito pouco dos nutrientes oferecidos, prejudicando seu desenvolvimento", explica o professor Egídio José Romanelli, pós-doutor em Neuropsicologia pela Universidade de Montreal (Canadá).

- Empurrão da família: aqui vale a famosa e recomendada pergunta diária de "o que você aprendeu na escola hoje?", mas feita com um real interesse, com disposição para ouvir e criar um diálogo a partir dela. Isto permite perceber o quanto o filho realmente se atentou ao que foi trabalhado em sala de aula e, também, é um fator motivacional: fica claro que a família valoriza o que se está aprendendo, estimulando o aluno a compartilhar as descobertas que faz e as informações que recebe na escola - só possível, claro, estando atento a elas.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Volta às aulas sem crise

Saiba como transformar o período letivo em um momento prazeroso para seu filho


É muito comum crianças e adolescentes terem dificuldades para entrar no ritmo escolar após passar as longas férias de verão distante do ambiente escolar, seja em casa ou viajando. Mas saiba que, mais do que possível, é muito importante que seu filho comece o ano bem motivado.

O primeiro passo é tranquilizá-lo, já que um novo ano costuma ser a causa de muita ansiedade. "Os amigos serão os mesmos? E se forem novos colegas, eles vão gostar de mim? Quem serão os novos professores? Será que vou gostar das matérias da nova série?". Essas e outras perguntas estão na cabeça da molecada quando chega a hora de voltar para a escola.

Cabe também a você, como pai, se avaliar. "Será que não sou eu mesmo a causa de grande parte da ansiedade de meu filho?". Muitas vezes não acreditamos que na escola nosso filho terá a mesma atenção e carinho que recebe em casa. Tente se tranquilizar. 

Organizar o material na mochila:
Toda criança gosta de organizar o material escolar para a volta às aulas, principalmente se ele for todo renovado. Mas atenção: renovar não significa apenas comprar material novo. Claro que no começo do ano é necessário trocar muita coisa. Mas você pode aproveitar livros usados por outras crianças, encapar cadernos que já possuía, reparar lápis, estojo e mochila. Essas mudanças já deixam a criança motivada e ansiosa para usar o material, mesmo quando não é recém-saído da loja.

Criar uma rotina:
É importante que tanto você quanto seu filho criem uma rotina de atividades que deve ser seguida até o fim do ano. Isso porque durante a vida escolar, as lições de casa, os trabalhos e as provas se tornam cada vez mais frequentes, exigindo dos alunos organização e planejamento. A falta de uma rotina pré-estabelecida muitas vezes compromete o aproveitamento do seu filho na escola. 

Isso inclui o horário para levantar, ir à escola, fazer as lições, dormir. Mas você também deve ter o hábito de conversar sobre o cotidiano da escola - o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas - e deve impedir que a criança falte às aulas ou deixe de cumprir as atividades no horário em que foram combinadas. 

Seja firme. Por mais que seu filho choramingue, não queira acordar cedo e sinta falta das férias, não ceda. A adaptação à rotina depende da sua postura como mãe ou pai.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Tipos de Esporte Infantil Para o Seu Filho

Tipos de Esporte para Criança

Os esportes são algo muito importante e vimos que esse tipo de atividade tem aumentado em grandes números ente crianças, porém especialistas mostram que os esportes realizados por uma faixa etária infantil ,devem ser feito de forma equilibrada.
As atividades esportivas quando realizado por crianças de forma adequada, surte muitos benefícios já que colabora com o desenvolvimento e habilidades na infância, para um futuro adolescente e adulto bem sucedido. Porém também nenhuma criança deve se sentir pressionado a fazer esportes físicos, tornando-se assim um atleta, muito pelo contrario isso deve ser uma forma prazerosa e um momento alegre para criança.
Pois, qual os tipos de esportes a escolher para os seus filhos?
Como escolher
A partir dos 4 anos a criança começa correr, nessa idade também até os seis anos, os filhos podem aprender a pedalar, ou até mesmo algum tipo de esporte diferente como por exemplo, as meninas balé.
Já passando essa idade os pais podem optar por colocarem os filhos pra fazer natação, o importante é que os pais envolvam seus filhos desde pequenos com outros grupos, isso será muito bom para seu desenvolvimento como um futuro adulto.
Tendo já uma idade um pouco mais apropriada, se o filho já tiver demonstrado algum interesse, os pais podem matriculá-lo nas famosas escolinhas de futebol, tem crianças que já crescem amando futebol. O futebol para as crianças é um esporte muito bom, pois se trata de um jogo em equipe, nessa mesma modalidade tem o basquete, mais esse esporte é mais para adolescentes.
Os pais também devem procurar ajuda no caso até mesmo dos pediatras dos filhos para a ajuda nesse sentido, podem perguntar qual melhor esporte pata seu filho de acordo até mesmo com o tamanho e peso do mesmo. O mais importante ainda é fazer exames antes de se iniciar qualquer atividade física. Muitas escolas não aceitam alunos antes da avaliação do médico, isso é importante para não colocar em risco a saúde dos filhos.
Dicas
Visto que estamos falando em esportes é importante lembrar que os pais devem interagir ao máximo a criança com outras crianças, a tendência hoje de ficar somente na frente do computador ou vídeo game cria na criança muita solidão mais pra frente, fora que cria muitas dificuldades em se relacionar com outros e como conseqüência isso gera muitos problemas futuros.
Uma dica muito importante é desde sempre envolva seu filho em esportes, quando bebê faça ele ou ela já gostar de bola, dança, joguinhos legais como, por exemplo, jogos de memória e coisas do tipo, isso vai ajudá-lo a se desenvolver.
À medida que forem crescendo envolva-os em esportes, lembrando novamente que é importante seguir a orientação do pediatra, mas alguns esportes são: Futebol, natação, dança também é uma boa dica. Outra dica importante é que como a criança tem aquela necessidade de curiosidade, pode colocá-la em mais de um esporte, assim ela terá um desenvolvimento melhor e mais rápido e poderá ter opções de escolha.
Andar de bicicleta, jogar bola, dançar, correr até mesmo pular, pode ser ótimo para criança não só em sentido físico, por isso, após recomendação coloque o mais rápido seu filho em um esporte.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Atividade de Férias Projeto Esporte e Educação Essa é a Nossa Praia

Um dia de lazer






O projeto Esporte e Educação Essa é a nossa praia realizou atividades no Hotel do Capitão em Paracuru nos dias 24 e 25/07/2013.
Foi uma alegria só para os pequeninos que aproveitaram bastante!!



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Atitudes dos professores que estimulam os alunos

Afeto, segurança e bom humor podem levar o aluno a se interessar mais pela escola.


Aprender conteúdos de português, matemática, ciências, entre outras disciplinas, não é mais o único intuito de as crianças frequentarem a escola nos dias de hoje. Pais e educadores concordam que o universo escolar é também muito útil para a socialização, para a troca de experiências, para o trabalho das emoções, para o aluno se descobrir (e se redescobrir) como indivíduo, entre muitas outras finalidades. Conseguir que todos esses objetivos sejam devidamente alcançados não é função apenas do professor, mas seu papel é, sim, um dos mais decisivos no aproveitamento que crianças e adolescentes fazem de suas vivências no meio escolar. Por isso, é importante que ele avalie constantemente seu comportamento, visando avaliar como anda sua influência sobre cada integrante da sala. Do contrário, alunos desestimulados podem brotar aos montes, prejudicando, sem sombra de dúvida, o processo de aprendizagem em todos os aspectos. 

O trabalho do professor no combate ao desestímulo é diário. Ele precisa investir na sua relação com as crianças, mostrar que gosta de conviver com elas e de partilhar todos aqueles momentos. Ele deve passar confiança, para que os alunos dividam seus medos e inseguranças, inclusive aquelas ligadas ao aprendizado.

Manter a motivação:
 Um dos principais geradores de desestímulo nos alunos é a falta de motivação no próprio professor. É uma cadeia. O professor desmotivado não se mobiliza para encontrar iniciativas criativas e inovadoras dentro do contexto da Educação. Ele espera que as soluções para suas aulas apareçam prontas, como num toque de mágica, ou venham de autoridades públicas, sendo que também cabe ao professor buscar novos recursos pedagógicos e metodologias que estimulem seus alunos em seus aprendizados.
Um professor estimulado acredita no seu potencial de educador e aproveita devidamente os recursos que tem em mãos ou que sua escola oferece. Tem consciência de que é uma peça-chave da sociedade na formação de cidadãos. O educador precisa crer no valor de sua profissão, saber que esse ofício vai muito além da missão de passar conteúdos didáticos. E este pode ser um pensamento promissor para o professor se sentir mais motivado e conseguir transmitir mais paixão aos alunos, estimulando-os também!