Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A Importância da Educação Infantil para o Desempenho do Aluno

Foto: Alunos do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia fabricando um mural

A criança como todo ser humano, é um sujeito social e histórico faz parte de uma organização familiar que está inserida em uma sociedade, com uma determinada cultura, em um determinado momento histórico. É profundamente marcada pelo meio social em que se desenvolve, mas também o marca. A criança tem na família, biológica ou não, um ponto de referência fundamental, apesar da multiplicidade de interações sociais que estabelece com outras instituições sociais.

As crianças possuem uma natureza singular, que as caracteriza como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio. Nas interações que estabelecem desde cedo com as pessoas que lhe são próximas e com o meio que as circunda, as crianças revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem, as relações contraditórias que presenciam e, por meio das brincadeiras, explicitam as condições de vida a que estão submetidas e seus anseios e desejos.

No processo de construção do conhecimento, as crianças utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem idéias e hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar. Nessa perspectiva as crianças constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e como o meio em que vivem. O conhecimento não se constitui em cópia da realidade, mas sim fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação.

A consciência sobre a educação infantil deu-se a partir de 1974 , quando o tema começou a ser discutido por alguns conselheiros no conselho federal da educação e ganhando mais espaço nacionalmente com a nova LDB, lei de diretrizes e bases (lei n 9394/96), que passaram a dar um atenção maior as crianças menores de 6 anos. Com base na LDB (artigo29); a educação infantil passou a ser a primeira etapa da educação básica tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança ate seis anos de idade seus aspectos físico psicológico, intelectual e social.

De acordo com a LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,  a Educação Infantil é de responsabilidade do município: “Cabe aos municípios oferecer a Educação infantil em creches e pré-escolas, e, como prioridade, o Ensino Fundamental da Educação Infantil é menos que o do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, pois esta etapa de ensino ainda é vista como elementar. Reforçando a cultura de que a educação infantil é um passa tempo para as crianças  que não pode esta em casa junto a sua família alem das mães na maioria das vezes não entenderem desta necessidade não enviam seu filho para a pré escola de um lado a família que muitas vezes barão este processo educativo da criança o município não possui creches suficientes para a demanda  de crianças que possui idade para esta em um creche.

A educação infantil A demanda por creche é crescente no país, mas é limitada, explica João Batista Araújo e Oliveira. Ou seja, é difícil falar em universalização do acesso à creche. O importante, segundo ele, é que haja vagas suficientes para atender a todas as pessoas que procuram o serviço. Além disso, o professor salienta que entre 0 e 3 anos é importante que as crianças permaneçam o maior espaço de tempo com a família. Mas, nos casos em que a família não pode ocupar esse espaço, é papel do estado garantir as condições para a plena formação das crianças. SegundoJoão Batistat (Revista Escola, 2008) coordenador do programa alfa e beta afirma que:

“no caso do Brasil, em que,    a PNAD de 2006, 45% das famílias com crianças de até seis anos de idade vivem com menos de meio salário mínimo per capita, a política infantil mais relevante é aquela que elimina ou atenua a pobreza das famílias e seus efeitos nas crianças”. Sen anças que vivem em situações de risco, que não dispõem de condições naturais ou ‘normais’ em seus lares. Mas elas ajudam apenas quando são instituições. Assim, “as creches podem ajudar o desenvolvimento de cri que prestam serviços de alta qualidade”.

O estudo “A pré-escola no Brasil”, elaborado por Ruben Klein, mostra que, segundo a análise dos resultados do Saeb, uma boa pré-escola faz diferença e pode atenuar as desigualdades sócio-econômicas. Outra evidência do estudo é que os alunos que ingressam na escola pelo maternal ou pré-escola têm desempenho melhor do que aqueles que entram somente na 1ª ano.Assim como o presidente do Instituto Alfa e Beto, Ruben Klein ressalta que “a pré-escola atual não é suficiente para igualar o desempenho dos alunos de diferentes níveis socioeconômicos nas escolas estaduais e municipais e ainda mais aos das escolas particulares”.

A educação eo cuidado na primeira infancia é de fundamental importancia pois a medida que a criança esta se desenvolvendo o celebro tambem que desevove e é a hjora mas propicia para a aprendizagem pois é nesta epoca da infancia que fica resistrado na criança a sua trajetora escolar pois e aparti da pré –escola que se tem um visão da escola que ficara resistrado pra sempre no alunado. SegundoWallon, a educação infantil´atende as necidadesdas crianças nos planos afetivo, cognitivo,e motore, promove o seu desenvolvimento em todos os niveis.

A educação infantil é o meio para um meta maior do desenvolvimento da criança, afinal, a inteligenciatem estatus apartir do construirnop meio fisco e social pulando esta etapa da educação basica o alunoi ao chegar no segundo ano seu atrasado com relação ou outro sera gitante pois aas habilidades que deveria ser contruidano na primeira etapa não conquistado pelo o aluno ele não póssou pelo o processo de assimilação acomodação do conhecimentoe por esta razão descuidar da educação infantil significa lesionar e despediçar o imenso potencial do alunado já que nesta epoca se forma a inteligenciaonde deve ser estimulada ao maximo que sera fator de sucesso na vida academica do educandoseá fator deteminante para um apredizado pleno e completo ao engressa em outra serie onde o ensino e mais sistematizado e diminuindo a repetencia e a permanencia nas series iniciais.

A pré – escola contribui para a inserção do aluno de forma critca e criativa na sociedade, para tanto, é esencial que possam adiquirir o conhecimentos previos que seram ezigidos nas series iniciais do ensino fudamentalnas,o alto indice repetencia tem como umas das o fato de muitas destas crianças não frequentaram a educaçõa infantil portanto naõ são preparadas para ler e eScrever e nãao estam acostumado com a rotina pedagogica agravando assim sua apredizagem pois não tem contato com esse materiais didaticosque auxiliam no processo de apredizagem sa leitura e escrita. Essa necessidade é suprida  pela educação infantil dentre outro beneficio,que favorece a alfabetização. Antonio Carlos Gomes da Costa, pedagogo, diretor-presidente da Modus Faciendi e um professores.dos criadores do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), acredita que a Fundamental e do Ensino Médio e garantir uma formação inicial e continuada de qualidade aos Educação Infantil tem dois grandes desafios: nivelar a sua importância no mesmo patamar do Ensino

Trabalhar a democratização do ensino nos primeiros 6 anos de vida é essencial para melhorar o índice de aprendizado dos alunos, estimular desde cedo a busca pelo conhecimento e eliminar as diferenças de origem socio-econômico no desempenho de crianças de 1ª série. Assim as novas funções para a educação infantil devem estar associadas a padrões de qualidade. Essa qualidade advém de concepções de desenvolvimento que consideram as crianças nos seus contextos sociais, ambientais, culturais e, mais concretamente, nas interações e práticas sociais que lhes fornecem elementos relacionados às mais diversas linguagens e ao contato com os mais variados conhecimentos para a construção de uma identidade autônoma.

A instituição de educação infantil deve tornar acessível a todas as crianças que a freqüentam, indiscriminadamente, elementos da cultura que enriquecem o seu desenvolvimento e inserção social. Cumpre um papel socializador, propiciando o desenvolvimento da identidade das crianças, por meio de aprendizagens diversificadas, realizadas em situações de interação.

Na instituição de educação infantil, pode-se oferecer às crianças condições para as aprendizagens que ocorrem nas brincadeiras e aquelas advindas de situações pedagógicas intencionais ou aprendizagens orientadas pelos adultos. É importante ressaltar, porém, que essas aprendizagens, de natureza diversa, ocorrem de maneira integrada no processo de desenvolvimento infantil.

Educar significa, portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. Neste processo, a educação poderá auxiliar o desenvolvimento das capacidades de apropriação e conhecimento das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, estéticas e éticas, na perspectiva de contribuir para a formação de crianças felizes e saudáveis. Portanto a educação infantil e fator determinante para o sucesso do alunado ao ingressarem no 2ª ano do ensino fundamental pois ela e responsável pelo o desenvolvimento de habilidade que so podem ser desenvolvidas na  idades de 0 a 6 anos não podendo assim ser pulado e tratada com o algo desnecessário para o desenvolvimento da criança pois esta é responsável pelo o desenvolvimento intelectual físico das crianças.

REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO

ESTUDOS AVNÇADOS DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL SÉRIE APONTAMENTO, Maria Stella Coutinho de Alcântara, Gil Nancy Vinagre Fonseca de Almeida – editora edufscar

EDUCAÇÃO INFANTIL: FUNDAMENTOS E MÉTODOS – 5ª EDIÇÃO
ZILMA RAMOS DE OLIVEIRA – Editora Cortez

LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,

Revista Escola,  fevereiro ,2008

Autora:

SIMONE MORAES
PEDAGOGA
ESPECIALIZANDA PSICOPEDAGOGA E DOCENTE SUPERIOR
TERESINA – PAIAUI


Fonte: Pedagogia ao Pé da Letra

A Importância da Sustentabilidade Econômica

Foto: Alunos do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia reciclando garrafas pets

A sustentabilidade econômica é extremamente importante para estabelecer um ambiente seguro para as gerações futuras. A camada de ozônio está diminuindo lentamente, o aquecimento global vem ocasionando tragédias ambientais como altas ondas de calor, enchentes, furacões e outros acontecimentos. O ser humano de hoje em dia está habituado ao uso do petróleo como combustível, mas é preciso olhar para frente e desenvolver tecnologias capazes de utilizar menos recursos naturais.

As economias globais e o crescimento atual da população são atuais desafios para o meio ambiente e agricultara. A sociedade faz planos com um forte enfoque nas necessidades de cada um, uma visão consumista a respeito da vida. Por esta razão, definimos sustentabilidade econômica como uma forma de preservar o mundo para que possamos utilizar dele no futuro. Esta será a única maneira a qual teremos para continuar a vida na Terra.

Ou seja, a sustentabilidade econômica é a capacidade de exploração que um ecossistema pode suportar de
Foto: Abajur feito de garrafa pet no  Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia
seus recursos naturais. Trata-se de como a sustentabilidade ambiental está relacionada com a população humana, bem como ameaçada pelo mesmo. Portanto podemos definir que a sustentabilidade é um modo de criar um ciclo entre o que se consome e o que se renova a exemplo o processo de reciclagem de alumínio e o reflorestamento.

Apesar de termos explorado em níveis alarmantes a natureza, ainda estamos em tempo de recuperá-la, basta que empresas e governos incentivem os estudos nas áreas de meio ambiente e preservação, invistam dinheiro para combater crimes ambientais e reflorestem áreas de pasto. Essas medidas em grande escala podem recuperar florestas e dar um novo inicio a vida animal, perpetuando fauna e flora para nossos descendentes.

Devemos garantir que este processo de recuperação e de sustentabilidade aconteça, cada um tem que fazer
Foto: Produtos feitos de garrafas pets no Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia
sua parte para diminuir os impactos gerados. A Terra nos fornece tudo o que há de bom, água, solo fértil e vida animal, não temos o direito de extrair dela mais do que ela pode nos dar, se não estaremos caminhando para o fim. É preciso refletir sobre as questões ambientais e dar o primeiro passo para que a mudança ocorra.













Fonte: Atitudes Sustentáveis

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A importância do trabalho em equipe

Foto: Alunos do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia

O psicólogo Abraham Maslow constatou que os indivíduos têm diversas necessidades, com diferentes forças. Sabemos que necessitamos de alimento, de abrigo, pagar nossas contas, de segurança no emprego, etc., mas também de nos relacionar com os outros e de sermos aceitos por eles. Sem isso nosso trabalho se torna enfadonho e sem graça.

Trabalhar em equipe é mais divertido do que trabalhar individualmente, o que pode contribuir para melhorar nosso desempenho.

Há... coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias: as formigas, criaturas sem força, todavia no verão preparam a sua comida... os gafanhotos não tem rei, porém todos saem, e em bandos se repartem (Provérbios 30:24-27).

Quando falamos em trabalho em equipe, logo nos lembramos das formigas e dos gafanhotos, seres tão pequenos, mas que dão um grande exemplo de união, força e auto-gerenciamento.

As primeiras têm um líder, vivem numa sociedade eficazmente organizada e não precisam receber ordens para executar seu trabalho. Você já viu de perto um formigueiro? Já notou como elas andam em fileiras e sincronia perfeitas e preparam seu alimento no verão para os dias de chuva, quando não podem trabalhar? Já os gafanhotos não têm um líder, porém sabem o que devem fazer exatamente.

Mas o que é trabalho em equipe?

Suponha que você e mais duas pessoas estão trabalhando em uma plantação de feijão, onde cada um ganha o salário correspondente ao seu dia de trabalho. O trabalho funciona da seguinte maneira: em fila, você cava o buraco, o segundo joga a semente e o terceiro integrante tapa o buraco. Cada integrante deste grupo se preocupa apenas em realizar a sua tarefa, nada entendendo da importância do trabalho dos outros, “é cada um por si”.

Um certo dia o segundo membro da equipe faltou ao trabalho por motivo de saúde, porém a atividade continuou, pois cada um recebia o salário correspondente ao seu dia de trabalho e eles sabiam muito bem qual era sua responsabilidade, sem a necessidade de um líder para orientá-los. Você cavava o buraco, o segundo não jogou a semente (pois havia faltado), mas o terceiro tapava o buraco e assim prossegue o dia inteiro...

Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe, como se estivessem em uma linha de produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas sua tarefa e pronto. No trabalho em equipe, cada membro sabe o que os outros estão fazendo e sua importância para o sucesso da tarefa. Eles têm objetivos comuns e desenvolvem metas coletivas que tendem a ir além daquilo que foi determinado. Se no exemplo anterior você e os demais integrantes do grupo trabalhassem como equipe, conhecendo a importância do trabalho de cada membro, tendo uma visão e objetivos comuns, certamente vocês diriam: “nosso colega faltou, vamos ter que substituí-lo ou mudar o modo como estamos plantando, se não nosso trabalho será improdutivo”.

Toda equipe é um grupo, porém... nem todo grupo é uma equipe. (Carlos Basso, sócio-diretor da Consultoria CR Basso)

Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. No entanto esse grupo não é uma equipe. Pois, equipe é um conjunto de pessoas com objetivos comuns atuando no cumprimento de metas específicas.

Grupo são todas as pessoas que vão ao cinema para assistir ao mesmo filme. Elas não se conhecem, não interagem entre si, mas o objetivo é o mesmo: assistir ao filme. Já equipe pode ser o elenco do filme: Todos trabalham juntos para atingir uma meta específica, que é fazer um bom trabalho, um bom filme.

(Suzy Fleury, psicóloga e consultora empresarial e esportiva)

Ter uma equipe altamente eficaz é mais do que ter um grupo de pessoas, visto que o trabalho em equipe precisa ser planejado, elaborado.


Fonte: Catho

ONG’s – O Relevante Apoio Social no Cenário Mundial Contemporâneo


As ONG’s possuem merecida importância no cenário social mundial, uma vez que apoiam e exercem  significativas funções em diversas áreas sociais. A complementação do trabalho dos Estados.


Foto: Equipe de atendimento social em visita a mãe de aluno do Projeto Esporte e Educação: Essa é a Nossa Praia

As Organizações não governamentais - ONG’s, correspondem a grupos sociais organizados, sem fins lucrativos, constituídos formal e autônomamente, caracterizadas por ações de solidariedade e que atuam no terceiro setor da sociedade civil . Fundamentalmente exercem importante papel de forma não lucrativa, em diversas áreas, tais como: meio ambiente, saúde, educação, combate à pobreza, assistência social, reciclagem , desenvolvimento sustentável, entre outras. Homens e mulheres reúnem-se, tomam a iniciativa e trabalham com a finalidade de promover objetivos comuns à sociedade e/ou causas de grupos sociais que procuram se afirmar diante de uma sociedade repleta de instabilidades, contradições e preconceitos.

As ONG’s possuem  funções sociais de destaque, ocupando-se hoje de uma infinidade de temas, em diversas partes do mundo e assumindo missões de grande valor, que caberiam aos poderes públicos, na maioria das vezes, omissos ou indiferentes. Para manterem-se, estas organizações, obtêm recursos através de financiamentos dos governos, empresas privadas, venda de produtos e de doações da população em geral. Grande parte.da mão-de-obra empregada nas ONG’s é formada por voluntários.

O papel das ONG”s tem se diversificado e multiplicado a cada dia, solidificando-se no contexto social das comunidades, pois exercem atividades, inclusive de cunho educativo, esclarecendo a população sobre temas de suma relevância, sempre negligenciados pela sociedade dominante ou pouco discutidos e alicerçados pelos órgãos governamentais.

Porém, diante da contemporaneidade, onde vivemos uma sociedade assumidamente visual, muitas ONG’s possuem poder de ação limitado e encontram-se com sua sobrevivência ameaçada, devido a falhas de comunicação externa e interna e devido a falta de cuidados com sua imagem. Em contrapartida, outras já despertaram-se para tal e beneficiam-se dessas ferramentas, para se tornar cada vez mais sólidas e atuantes.

Por todos esses aspectos, é preciso constatar que o surgimento e sobrevivência dessas organizações, só se deve ao fato da deficiência estatal em atender as necessidades da sociedade, ressaltando que as mesmas constituem importantes alternativas para suprir os descasos e falhas dos governos e solidificar a sociedade como um todo, promovendo ações de cunho social, cultural e assistencial, entre outros.

Fonte: Meu Artigo - Brasil Escola

CURIOSIDADES - Quando surgiu a escrita?




Por: Ricardo Santos

A escrita surgiu por volta do século 4 a.C., ela permitiu ao homem um enorme avanço para a civilização. Escrita é a representação da linguagem falada por meio de signos (ou sinais) gráficos. Ao pensar, o homem, elabora conceitos, que materializa em palavras e expressa pela fala.

A invenção da escrita realizou-se de várias maneiras, em momentos distintos e em diversos lugares do mundo, e correspondeu sempre a necessidade da civilização urbana. Ou seja, surgiu para atender uma
necessidade comercial dos povos. Segundo estudiosos, a escrita alfabética surgiu, possivelmente, na Síria, em torno do ano 1500 a.C. (Ricardo Santos é prof. de História)


Fonte: Meu Artigo - Brasil Escola 

A Importância da Educação Ambiental: Sustentabilidade

Imagem: Internet
Vivemos nos dias atuais uma época de acontecimentos estranhos e fatos inusitados que se manifestam em relação ao clima e ao aparecimento de grandes problemas nas áreas produtivas de alimento do planeta. Tais problemas se devem a maléfica influência do modo de vida que a humanidade escolheu para seguir, que promove uma grande pilhagem dos recursos naturais que nosso mundo tem a oferecer e, por isso mesmo, esse mesmo planeta que nos acolheu, tende a tentar “se livrar” de nossa presença como se fossemos um corpo estranho. Deixamos o planeta fraco e doente e, através de práticas danosas, provocamos a ira da mão natureza e encontramos a encruzilhada de nossas existências. Ou mudamos a forma como exploramos os recursos naturais, e passamos a viver a sustentabilidade ou pereceremos de forma brutal e emersos em nossos próprios resíduos.

Essa mudança de rumos; deverá ser traçada através da implementação de programas capazes de promover a importância da educação ambiental e a importância da adoção de práticas que visem a sustentabilidade e a diminuição de qualquer impacto que nossas atividades venham a ter no ecossistema que nos circunda e mantém. Através de um debate amplo e profundo de nossas necessidades e um correto entendimento de que a forma como atuamos hoje, só nos levará para a destruição e o aniquilamento.

Compreender que aplicando uma política que promova a importância da educação ambiental voltada principalmente para a sustentabilidade já nas escolas primárias, criaremos nas novas gerações a devida mentalidade conservacionista e será muito mais fácil implementar políticas que visem à utilização sustentável dos recursos planetários no futuro. No entanto, é necessário que além da educação ambiental ou sustentabilidade ambiental, às práticas contrárias sejam combatidas e punidas rigorosamente já nos dias de hoje. Unir o empresariado e convencer as grandes corporações e os produtores rurais de que essas práticas não representarão diminuição de lucro para os seus empreendimentos e sim, em muitos casos, a criação de um importante diferencial que poderá alavancar seus negócios e abrir novas oportunidades de obter uma lucratividade ainda maior do que a atual.

Essa prática de convencimento, também se enquadra numa política de educação ambiental voltada para a sustentabilidade. Contudo, o público alvo será muito mais impermeável e reticente quanto à adoção dessas práticas. Tratando-se de gestores e de grandes empresários, apenas a visão de que poderão lucrar ou reduzir custos atuais será capaz de permitir um convencimento eficiente nesse grupo de indivíduos. Da mesma forma, a aplicação de dispositivos punitivos e uma legislação que trate de forma dura e eficiente os abusos; servirá como amparo para inibir os mais insistentes e menos afetos aos novos objetivos.

Muito mais que a simples causa do meio ambiente, a educação ambiental voltada para a sustentabilidade analisa um amplo espectro de fatores que leva em consideração também os indivíduos afetados pelas atividades e ameaças a comunidades sujeitas às conseqüências danosas das práticas predatórias. Assim deve-se também ter em mente que a educação ambiental voltada para a sustentabilidade tem que prever a redução da vulnerabilidade dessas pessoas.


Fontes: Atitudes Sustentaveis

Dez erros que os pais cometem e afastam os filhos adolescentes

Foto: Internet

A adolescência é um período complicado para pais e filhos. As relações ficam mais difíceis, as preocupações aumentam e é preciso administrar com calma essa fase cheia de experiências novas para os jovens. Para evitar o distanciamento, duas especialistas listam dez erros comuns, cometidos pelos pais, em relação aos adolescentes.

1º ERRO: não entender que os filhos cresceram

As crianças são muito ligadas aos pais. Mas, na adolescência, há um afastamento natural, para que os filhos possam testar sua independência e autonomia. E isso não significa que os jovens não gostam mais de seus pais. A psicóloga Marina Vasconcellos explica que os adultos devem entender esse momento e dar mais liberdade (claro, com limites). “Não dá para permitir tudo, mas é um erro impedir que os adolescentes tenham experiências novas, afinal, eles cresceram e precisam disso para a construção da identidade.”

2º ERRO: minimizar as descobertas

Os pais costumam dizer aos filhos que sabem perfeitamente pelo que eles estão passando, pois já viveram tudo aquilo. E, portanto, acham que podem dizer qual é o melhor caminho. Marina diz que isso é um erro. “É preciso respeitar o momento do filho, sem impor seu modo de pensar. Por mais que tenhamos ideia de como é, agora é a vez deles”, diz a psicóloga. “É impossível impedir o sofrimento dos filhos. Todos têm tristezas e dificuldades. Os jovens também.”

3º ERRO: não saber como controlá-los

Os adolescentes se consideram maduros e não gostam de dar satisfações. Mas precisam. E o ideal é fazer com que isso aconteça naturalmente, sem a necessidade de cobrar explicações. De acordo com Marina, “se os adolescentes são tratados com respeito, geralmente, retribuem da mesma maneira”, diz ela. “Pais que julgam bloqueiam os filhos, que se fecham. Em uma relação saudável, as conversas fluem normalmente. Isso inclui falar sobre que estão passando, apresentar os amigos, compartilhar as experiências”. O conselho dela é dar espaço para que o filho se abra, sem que sinta medo de ser julgado. “Quebre o clima de tensão entre vocês com bom humor.”

 4º ERRO: exagerar nas cobranças

A adolescência é uma fase de muitas cobranças. Os pais querem que os filhos tenham um bom futuro, estudem, tenham boas companhias, criem responsabilidade, não se envolvam com drogas... A sugestão de Marina é escolher a forma certa de cobrar. “Os pais devem ser afetuosos, senão não funciona. Não podem apenas cobrar. A cobrança precisa ser intercalada com carinho, diversão, momentos descontraídos e diálogos. Muita pressão cansa os dois lados: adolescentes e pais.”

5º ERRO: não saber dar liberdade

Podar demais não dá certo. “Deixe que o seu filho durma na casa dos amigos”, exemplifica Marina Vasconcellos. “Ligue para os pais do amigo, certifique-se de que é seguro e permita”. De acordo com a psicóloga, os pais têm dificuldade para saber qual é o momento certo de permitir que os filhos saiam à noite. “Aos 15 ou 16 anos, eles querem chegar mais tarde em casa. Querem ir para as baladas. Deixe-os ir, mas é importante ir buscá-los, para ver como saem dessa balada (se estão com os olhos vermelhos ou bêbados, por exemplo)”, recomenda a psicóloga. “Combine um horário condizente com a idade e a maturidade do seu filho.”

6º ERRO: demonstrar falta de confiança

Certificar-se de que o seu filho está em segurança é bem diferente de vigiá-lo. De acordo com a psicoterapeuta Cecília Zylberstajn, o filho pensa que, se o pai não confia nele, pode fazer o certo ou o errado, pois não fará diferença. “Investigar exageradamente não estimula a responsabilidade. Gera um clima de desconfiança –e as relações íntimas são baseadas na confiança”, alerta a especialista. “Diga para o seu filho que quer se assegurar de que ele estará bem e informe-se, mas não aja às escondidas.”

7º ERRO: desesperar-se nas crises

Os adolescentes dão trabalho. Mas é essencial agir com cautela. “As reações precisam ser proporcionais aos fatos”, diz Cecília. “Se o seu filho entrou em coma alcoólico é uma coisa, se chega cheirando a bebida é outra. Os pais devem hierarquizar a gravidade dos problemas”. De acordo com a psicóloga, ter uma reação desmedida (ou dar broncas muito frequentes) estimula o filho a mentir. “Para o adolescente, o problema é a bronca. Ele não pondera se suas atitudes podem ser perigosas. Por isso, converse com calma, para entender as razões que o levaram a fazer escolhas erradas. Descubra se é algo frequente e explique as consequências.”

8º ERRO: constranger os filhos

Na adolescência, é comum os filhos terem vergonha dos pais. Tente compreender isso. Cecília explica que os pais são munidos de informações que podem envergonhar o filho diante dos amigos. Particularidades que só os pais sabem, mas que o jovem não quer que sejam reveladas. “Os adultos precisam evitar expor a intimidade dos filhos, pois, muitas vezes, o deixam constrangido. Evite, também, estender muito as conversas com os amigos dele. “Pai e mãe não são amigos. Pais que querem ser amigos não estão sendo bons pais”, alerta Cecília. “A relação precisa ser hierárquica. Isso não significa que tenha de ser ruim. A diferença é que, com amigos, temos relações de igual para igual. Entre pais e filhos não é assim”, diferencia a psicóloga. “Os pais podem ser bacanas, compreensivos, divertidos, mas são pais.”

9º ERRO: colocar seu filho em um altar

Pare de pensar que ninguém está à altura do seu filho. É comum os pais colocarem defeitos em todos os amigos e, principalmente, nos namorados que os adolescentes têm. Cecília lembra que o excesso de julgamento faz com que os filhos se fechem. “O resultado de tantas críticas é que os filhos passam a esconder namorados e amigos dos pais. Eles perdem a vontade de apresentar pessoas com quem convivem e começam a ficar mais na rua do que dentro de casa”, alerta.

10º ERRO: fazer chantagens

Ameaçar cortar a mesada, caso o filho não obedeça, é muito comum. Assim como dizer que, enquanto ele viver às suas custas, não poderá tomar certas atitudes. “Isso é uma chantagem e não educa”, resume Cecília. “Os pais devem explicar as razões que os levam a proibir determinados comportamentos. Com ameaças, o jovem apenas obedece para não perder um benefício”. A psicóloga diz, ainda, que, agindo assim, a relação entre pais e filhos fica muito rasa. “É como beber e dirigir: quem não faz, pois sabe que é perigoso para si e para as outras pessoas, compreende o problema. Quem deixa de fazer apenas por medo da multa, não entende os riscos”, exemplifica

Fonte: Uol Mulher